Quarta-feira, 30 de Abril de 2008
De casa nova
A partir de hoje, 30 de abril, estou em novo endereço na internet.
Façam o favor de trocar em seus favoritos para este link: http://amilporhora.globolog.com.br
Espero que vocês continuem interagindo comigo tanto quanto faziam aqui no Saco de Gatos.
A fórmula que fez algum sucesso neste blog até aqui independente, vai continuar, vai ter seqüência. Muitas seções vão migrar para o novo endereço e a velocidade seguirá sendo o carro-chefe do novo blog.
Valeu por tudo! Depois de 1.866 postagens, contando com esta, deixo este endereço como uma grande lembrança de dois anos de bons momentos por aqui.
Vejo vocês no A Mil Por Hora!
O exemplo dado lá no outro lado do mundo
Pena que no Brasil não é assim...
A Tokaï University, do Japão, apresentou no último dia 24 seu carro com que vai disputar as 24 Horas de Le Mans.
Trata-se de um Courage LC70 modificado lá mesmo pelos engenheiros formados pela Tokaï e dotado de um motor YGK com o bloco Zytek V-8 de 5 litros de capacidade cúbica e potência ao redor de 630 HP.
O protótipo, que correrá na classe LMP1 com pneus Yokohama Advan, reúne três pilotos locais que se revezarão durante a corrida: o veterano Toshio Suzuki, que venceu as 24 Horas de Daytona em 1992 pela Nissan, foi vice-campeão de Le Mans em 1999 com Toyota e fez duas provas de F-1 pela Larrousse; Masami Kageyama, sexto colocado em 2000 com o Panoz da equipe Asahi Dragon; e Haruki Kurosawa, que ano passado foi vice-campeão da LMP2 em Le Mans na companhia de Adrián Fernandez e Robbie Kerr.
Decida-se, Rubinho!
Até quando a imprensa será obrigada a abrir manchetes falando do recorde de GPs disputados de Rubens Barrichello?
Num mero exercício de retórica e de matemática, o piloto brasileiro já esteve presente - assim como Riccardo Patrese - em 257 eventos da Fórmula 1. Só que enquanto o italiano não correu em uma única ocasião, o GP da Argentina de 1979, Rubens aparece de fora, para efeito de estatística, em quatro.
O primeiro foi o GP de San Marino de 1994, onde bateu logo no treino livre e, hospitalizado, nem disputou a classificação. Quatro anos depois, ele foi envolvido numa tremenda confusão no GP da Bélgica, em Spa. E em 2002, nas corridas da Espanha e da França, seu carro ficou parado no grid e ele não teve condição de correr.
Em suma: Rubens tem de fato 253 GPs. Se ele conta as três corridas onde alinhou e não correu, ele vai comemorar o recorde em Mônaco. Mas de direito, ele só atinge 257 provas disputadas no GP da França, em Magny-Cours.
Decida-se, Rubinho! Depois não reclame quando o tricampeão mundial Nelson Piquet diz que a única coisa que lhe sobrou na F-1 foi superar a marca do Patrese...
Terça-feira, 29 de Abril de 2008
Enigma da semana
Ridículo!
A ordem é da Secretaria Estadual de Segurança Pública. O motivo? Um cálculo de público estimado em 60 mil pessoas, que poderia ser bem maior por causa dos artistas que se apresentariam, entre eles Zélia Duncan, Ângela Ro Ro, Ney Matogrosso e outros.
Agora... é estranho que a Polícia tenha liberado a realização de um show da cantora baiana Cláudia Leitte para a gravação de um DVD, quando o público esperado era de 80 mil e o total de pessoas que acorreu à praia foi dez vezes maior. Houve confusão e ninguém falou nada. Por que será?
Quer dizer que uma cantora sem raízes cariocas, dona de um repertório chatíssimo e medíocre, pode tranqüilamente cantar sua musiquinha enquanto artistas que queriam homenagear um artista que foi nascido e criado no Rio não podem?
Ridículo!
Que a delegada da 12ª DP, Marta Rocha, encontre outra desculpa. Essa do cálculo errôneo de público não cola!
Por debaixo dos panos
Neste fim de semana do GP da Espanha, em Barcelona, Bernie Ecclestone tentou costurar, com a habitual lábia, um motim das equipes contra a permanência do dirigente-safadinho no comando do desporto do automóvel. Mas o motivo da tramóia, conforme dito por Fred Sabino em seu blog, não é a estripulia sexual de Mad Max Mosley. É outro: dinheiro.
Bernie Ecclestone, que é o todo-poderoso da Formula One Management (FOM), responsável pela parte de logística, promoção, televisionamento e captação de recursos da Fórmula 1, propôs a união das equipes para que o futuro presidente da FIA reparta o dinheiro arrecadado de forma mais salomônica entre as partes interessadas.
Isto posto, durante a reunião do fim de semana, oito equipes manifestaram apoio à proposta de Ecclestone: McLaren, Renault, BMW Sauber, Red Bull, Honda, Toyota, Force India e Super Aguri. Sem dúvida uma boa maioria querendo ver Mosley pelas costas.
Só que três equipes manifestaram-se contrárias: a Ferrari, a Toro Rosso e a Williams. Esta, através dos sócios Patrick Head e Frank Williams, mostrou seu desagrado ao saber que há uma manobra de bastidores para fazer de Jean Todt um candidato de consenso como oposição à figura de Mosley na FIA.
Enquanto todo mundo, nos becos e vielas dos paddocks, trama pelas costas a saída do dirigente, este parte para a ignorância: contratou um detetive particular para devassar a vida da prostituta que desgraçou sua vida no tablóide "News Of The World".
Nada mais patético.
Clip da semana - I heard it through the grapevine
Cortesia do Creedence Clearwater Revival, que em quatro ou cinco anos emplacou um sucesso atrás do outro. "I heard it through the grapevine" é um deles.
Segunda-feira, 28 de Abril de 2008
Discos que já ouvi antes de morrer (XV) - Mutantes / 1969

O segundo trabalho dos Mutantes raramente é lembrado pelos críticos como um álbum bem-feito, no cenário musical brasileiro dos anos 60. Nada menos exato, pois o disco auto-intitulado, lançado pela Philips em 1969, cortou de vez o cordão umbilical que separava os garotos Serginho, Arnaldo e Rita da trupe tropicalista, uma vez que Gil e Caetano foram presos no fim de 68 - o que decretou o fim do movimento.
Entretanto, o ano que é celebrado por muitos como "aquele que não terminou" foi riquíssimo em experiências musicais para a rapaziada da Pompéia. Passaram por uma verdadeira prova de fogo na eliminatória paulista do FIC, como banda de apoio de Caetano Veloso em "É Proibido Proibir" e conquistaram a simpatia dos cariocas na apresentação da final nacional, com "Caminhante Noturno", música que rendeu ao maestro Rogério Duprat o Troféu André Kostelanetz como o autor do melhor arranjo do festival.
Pouco depois, o grupo seria convocado a ir para Cannes, no MIDEM, apresentar algumas de suas canções e isto precipitou o lançamento do segundo disco, que precisou ser concluído a toque de caixa no Estúdio Scatena, em São Paulo. Escolado no trabalho com os Mutantes, Manuel Barembein comandou a gravação, que contou com a presença de Dinho Leme tocando bateria. Dinho, para quem não sabe, é irmão do comentarista de automobilismo Reginaldo Leme, da Rede Globo, e já acompanhara o grupo no Festival Internacional da Canção.
"Caminhante Noturno" já estava pronta por causa do Festival e causou sensação em razão dos inúmeros efeitos sonoros, da voz robótica de Arnaldo falando "Rota de Colisão! Perigo! Perigo! É Proibido Proibir!" e os corinhos de "Bicha!" dirigidos a Johnny Dandurand, que aparecia de surpresa no palco do FIC para o caótico happening proposto por Caetano em "É Proibido Proibir".
Outra música também inscrita em festival e incluída no disco foi a ciranda lisérgico-roqueira "Mágica", que irritou a turma politizada que assistia o Festival da Excelsior porque era uma música, para eles, pueril demais para o Brasil de 1968 - mesmo com a citação a "Satisfaction", dos Rolling Stones, no fim da canção.
Avacalhação era com eles mesmos, tanto que "Dom Quixote", apresentada no Festival da Record com todos usando máscaras sinistras de borracha e smoking, evocava uma mistura de Dulcinéia com o Chacrinha e Sancho Pança.
A música inclusive teve que ter um verso trocado a pedido da Censura, mas os meninos e Rita Lee nem ligaram. Ao vivo, cantavam a letra como tinha sido escrita. No disco, um som fake de aplausos, encobria os versos censurados.
A jeca high-tech "2001", escrita por Tom Zé, é outra grande sacada do disco, misturando o futuro e astronautas com modinha de viola, o theremin tocado por Rita Lee e guitarras elétricas ao fundo. Foi outra música que o grupo inscreveu em festivais e que arrancou aplausos até dos que dela não gostavam.
"Não Vá Se Perder Por Aí" é outro clássico do grupo, com guitarras gritando e um vocal bem sacado de Rita e Arnaldo, que aparece com a voz totalmente diferente em "Dia 36", graças ao uso de uma voice box na saída de áudio de um órgão e de um efeito criado por Cláudio César, o Professor Pardal do grupo, que inventou o wooh-wooh, distorcendo e deixando o som do baixo como se estivesse vomitando.
As invencionices do grupo não se traduziam só na criatividade de Cláudio César. Com a ajuda do maestro Duprat, eles eletrificaram a doce "Banho de Lua", sucesso em fins dos anos 50 com Celly Campello e já esquecida em meio à cruzada tropicalista e das músicas de protesto. Fizeram de "Rita Lee" uma simpática canção, um mix de "Penny Lane" com "Ob-La-Di Ob-La-Da": com certeza algo que muita gente dos anos 80 / 90 não teve capacidade de conceber.
Ainda havia espaço para "Fuga Nº II", celebrada pelos fãs como uma das melhores músicas da história da banda, assim como "Qualquer Bobagem" (outra composição de Tom Zé), cantada... e gaguejada por Arnaldo Baptista, num dos bons momentos do disco.
Mas aquela que é considerada a maior ousadia do grupo no disco é "Algo Mais", que os Mutantes não tiveram o menor preconceito em gravar. Tratava-se de um jingle que eles compuseram para uma série de comerciais da Shell, estrelados por eles entre 68 e 69, e celebrado por Nelson Motta, que escreveu o texto da contracapa - onde aliás os três estavam caracterizados de alienígenas e com seis dedos em cada uma das mãos.
Cabe uma explicação: o disco quase se chamou O Sexto Dedo, nome de um filme de ficção científica visto pelos três e que inspirou a estranha foto tirada por Cynira Arruda. Felizmente a idéia não saiu do papel.
A centelha criativa que existia nessa época e que fez dos Mutantes uma referência musical no país, mesmo com o fim da Tropicália, rapidamente se esvaneceu. Com exceção de uma ou outra música nos três discos seguintes até 72, o grupo jamais seria o mesmo, mergulhando-se em trips egocêntricas que culminaram com a saída de Rita Lee e depois com a decadência da banda até o melancólico fim em 1978.
Ficha técnica de Mutantes
Selo: Polydor / PolyGram
Produção: Manuel Barembein
Gravado nos Estúdios Scatena em São Paulo, em dezembro de 1968
Tempo total: 42'43"
Músicas:
1. Dom Quixote (Arnaldo Baptista / Rita Lee)
2. Não Vá Se Perder Por Aí (Raphael Vilardi / Tobé)
3. Dia 36 (Johnny Dandurand / Mutantes)
4. 2001 (Tom Zé / Rita Lee)
5. Algo Mais (Mutantes)
6. Fuga Nº II (Mutantes)
7. Banho de Lua / Tintarella di Luna (B. Filippi / F. Migliacci - versão: Fred Jorge)
8. Rita Lee (Mutantes)
9. Mágica (Mutantes)
10. Qualquer Bobagem (Tom Zé / Mutantes)
11. Caminhante Noturno (Arnaldo Baptista / Rita Lee)
Made in Brasil
Esta belezinha da foto parece um Porsche, não é mesmo?
Bem... é um Porsche, mas é uma fiel réplica do carro alemão.
Trata-se do modelo Super 90 da Envemo, que foi totalmente reconstruído na oficina da Stuttgart, importadora oficial da marca alemã, em São Paulo.
Fotografei esta beleza no sábado, depois das provas da Porsche GT3 Cup Challenge em Interlagos, e quem me contou, todo orgulhoso, que o carro era "made in Brasil" foi o Douglas Pires, irmão do Dener e que é um mestre na mecânica dos carros teutônicos.
O estofamento é em couro azul, os tapetes, a forração e a capota retrátil, também. Um carro impecável, mas que conserva um segredo: o motor é Porsche 1.6, derivado do modelo 356.
E deve ser uma delícia de se dirigir!
Seriados: top 100?
A lista, como qualquer uma do gênero, suscita dúvidas.
Eu, como grande fã de Friends, acho que o 4º lugar geral atribuido ao seriado é injusto. A atração é uma das melhores em todos os tempos. Podia ser tranqüilamente Top 3 ou até a melhor de todas, primazia que coube a Seinfeld.
Como preferência não se discute...
Observe que há bastante seriados nacionais e muita coisa antiga. Mas numa lista que contempla Os Normais como a segunda melhor produção brazuca da lista (a primeira é Armação Ilimitada, sem dúvida à frente do seu tempo pela linguagem jovem, moderna e renovada), não se pode admitir que coisas bacanas como Plantão de Polícia estejam de fora.
Bem, aí está a lista:
100. Hart To Hart (Casal 20)
99. The A-Team (Esquadrão Classe A)
98. O Bem-Amado!
97. The Nanny
96. SWAT
95. Scrubs
94. My Name Is Earl
93. James West
92. Hawaii Five-O (Havaí 5-0)
91. Futurama
90. The Addams Family (A Família Addams)
89. Arrested Development
88. 21 Jump Street (Anjos Da Lei)
87. The 4400
86. O Vigilante Rodoviário
85. Cilada
84. Sanford And Son
83. A Família Trapo
82. Rin-Tin-Tin (As Aventuras de Rin Tin Tin)
81. CSI: NY
80. Kung Fu
79. Dawson’s Creek
78. All In The Family (Tudo Em Família)
77. Magnum, P.I. (Magnum)
76. Will & Grace
75. Bonanza
74. Carga Pesada
73. Monty Python’s Flying Circus
72. The Monkees (Os Monkees)
71. That ’70s Show
70. TV Pirata
69. Commissaire Maigret (Inspetor Maigret)
68. Monk
67. The Office (UK)
66. Mission: Impossible (Missão: Impossível)
65. Kojak
64. Law & Order
63. CSI: Miami
62. Ugly Betty
61. Law & Order: SVU
60. The Untouchables (Os Intocáveis)
59. Beverly Hills, 90210 (Barrados no Baile)
58. Nip/Tuck
57. Fantasy Island (A Ilha Da Fantasia)
56. The Man From UNCLE (O Agente da UNCLE)
55. Miami Vice
54. Alfred Hitchcock Presents (Alfred Hitchcock Apresenta)
53. Gilmore Girls
52. Grey’s Anatomy
51. Prison Break
50. Beavis and Butt-Head
49. Two And A Half Men
48. 3rd Rock From The Sun
47. Chips
46. National Kid
45. 30 Rock
44. Mary Tyler Moore
43. Desperate Housewives
42. The Six Million Dollar Man (O Homem De Seis Milhões de Dólares)
41. Land Of The Giants (Terra De Gigantes)
40. A Grande Família
39. MacGyver (Profissão: Perigo)
38. Absolutely Fabulous
37. Rome (Roma)
36. Os Normais
35. Curb Your Enthusiasm
34. Married… With Children (Um Amor de Família)
33. Weeds
32. The West Wing
31. The Office (US)
30. Moonlighting (A Gata E O Rato)
29. Columbo
28. ER (Plantão Médico)
27. The Time Tunnel (O Túnel do Tempo)
26. South Park
25. The Twilight Zone (Além Da Imaginação)
24. The Wonder Years (Anos Incríveis)
23. Heroes
22. I Love Lucy
21. Mash
20. Charlie’s Angels (As Panteras)
19. I Dream Of Jeannie (Jeannie É Um Gênio)
18. Six Feet Under (A Sete Palmos)
17. CSI
16. Batman
15. Star Trek (Jornada Nas Estrelas)
14. Bewitched (A Feiticeira)
13. The X-Files (Arquivo X)
12. Lost In Space (Perdidos No Espaço)
11. Armação Ilimitada
10. Get Smart (Agente 86)
9. The Simpsons (Os Simpsons)
8. House
7. 24 (24 Horas)
6. Sex And The City
5. The Sopranos (A Família Soprano)
4. Friends
3. Twin Peaks
2. Lost
1. Seinfeld
Kova já foi para casa
Submetido a um impacto de 26G (ele bateu a 220 km/h num espaço de 100 milisegundos), Kövalainen saiu queixando-se de dores fortes no cotovelo, de acordo com a equipe. Mas uma tomografia generalizada não constatou qualquer lesão interna ou fratura. O piloto teve apenas uma concussão craniana, que pode lhe ocasionar alguma tontura e vômitos nas próximas 48 horas, mas esta é uma reação considerada normal pelos médicos.
Como o espaço de tempo entre os GPs da Espanha e da Turquia é mais do que razoável, Kövalainen não corre o mesmo risco de Robert Kubica, que bateu ano passado no Canadá e não correu nos EUA, uma semana depois, sendo substituído por Sebastian Vettel.
Últimas de Le Mans: Aston confirma trios e lista de reservas só tem três carros

No primeiro carro, estarão dois pilotos que já passaram pela Fórmula 1 e inclusive foram companheiros na Sauber-Mercedes, não só na categoria máxima, como também no Mundial de Protótipos: Heinz-Harald Frentzen e Karl Wendlinger terão a companhia do veloz italiano Andrea Piccini, que já disputou a prova ano retrasado pela AMR.
O segundo Aston Martin da equipe Gulf reúne experts na pilotagem do carro: o australiano David Brabham, o espanhol Antonio Garcia e o escocês Darren Turner. Destes, o filho de Jack Brabham é o mais experiente em Le Mans, indo para a disputa de sua 15ª corrida.
Ao mesmo tempo, o Automóvel Clube do Oeste (ACO), organizador das 24 Horas, publicou uma nova lista de suplentes, contendo apenas e tão somente três carros:
R1 - #21 Epsilon Euskadi - Epsilon Euskadi ee01 Judd LMP1
R2 - #75 IMSA Performance Matmut - Porsche 997 GT3 RSR LMGT2
R3 - #88 Team Felbermayr-Proton - Porsche 997 GT3 RSR LMGT2
A Saulnier Racing já entrou como primeira da lista, pois a Tafel Racing caiu fora. As equipes IPB Spartak, Creation Autosportif, Spyker Squadron e Larbre Competition retiraram as inscrições de seus segundos carros. O ACO aceita substituições até o dia 23 de maio, quando sai a lista oficial dos 55 participantes dos treinos livres e classificatórios.
Roube com moderação?

Domingo, 27 de Abril de 2008
Iguais, pero no mucho
Discos que já ouvi antes de morrer (XIV) - Bayou Country / 1969

John Fogerty e Doug Clifford montaram os grupos The Visions e The Golliwogs antes de irem para o exército estadunidense. Quando saíram do serviço militar obrigatório, o irmão de Jon, Tom Fogerty e Stu Cook se juntaram a eles para montar o Creedence Clearwater Revival, que em 1968 gravou e lançou seu primeiro disco, auto intitulado, que continha os clássicos "I Put A Spell On You" e "Susie Q" .
O segundo trabalho é ainda melhor. Bayou Country é irresistível. Puro rock and roll do Mississipi, resvalando no blues de raiz e na música country. Nada mais lógico que o álbum tenha como título uma referência aos alagados que vão do Texas à Louisiana e também aos nativos Cajun e Creole, da região.
Interessante é saber que John Fogerty de sulista nada tem. Ele é da Califórnia, mas isto em nada empana o brilho do CCR. O álbum Bayou Country é repleto de grandes músicas, a começar pela faixa título, "Born On The Bayou", passando por uma versão revisitada e acelerada de "Good Golly Miss Molly", clássico cantado por Little Richard nos anos 50.
"Proud Mary", porém, é o primeiro single que leva os quatro rapazes ao estrelato. Não foi à toa que o jornalista Dave Marsh, em artigo escrito há quase 30 anos, colocou o Creedence como a melhor banda de singles dos EUA. É bem possível que tenha sido, pois a partir daí, foram mais outros sete trabalhos vendidos no formato que renderam ao CCR sete discos de ouro e platina pelos dois anos e meio seguintes.
Ficha técnica de Bayou Country
Selo: Fantasy / PolyGram
Produção: John Fogerty
Gravado nos estúdios RCA em Los Angeles, no segundo semestre de 1968
Tempo total: 34'05"
Músicas:
1. Born On The Bayou (Fogerty)
2. Bootleg (Fogerty)
3. Graveyard Train (Fogerty)
4. Good Golly Miss Molly (Robert Blackwell / John Marascalco)
5. Penthouse Pauper (Fogerty)
6. Proud Mary (Fogerty)
7. Keep On Chooglin' (Fogerty)
IMPRESSIONANTE!
O acidente é assustador! E é impressionante que Ortelli, de 38 anos de idade, tenha tido apenas um tornozelo fraturado. As chances deste carro ser reconstruído para os 1000 km de Spa, daqui a duas semanas, são mínimas. E a participação do piloto nas 24 Horas de Le Mans corre riscos.
O invicto
O passeio dos carros turbodiesel foi grande no circuito transalpino, pois o 3º colocado, o Pescarolo Judd de Harold Primat / Christophe Tinseau chegou em terceiro a quatro voltas do vencedor, mas com apenas 2"113 de frente para o Creation AIM de Stuart Hall / Robbie Kerr. Hall guiou por dois terços da prova e foi um dos grandes destaques da competição.
Minassian / Gené, apesar dos problemas iniciais, salvaram um bom quinto lugar, adiante do Audi de McNish / Capello, que chegou em sexto. A Rollcentre Racing marcou mais dois pontos na divisão LMP1, com Vanina Ickx / Duncan Tappy.
Entre os abandonos desta divisão, o mais marcante foi o do Courage Oreca de Soheil Ayari / Stéphane Ortelli, com este último ao volante. Com pouco mais de 4 horas de prova e 147 voltas de prova completadas, o piloto francês perdeu o controle do protótipo em razão de uma quebra, não acertou o Audi de Allan McNish por um triz e capotou inacreditáveis sete vezes antes de se destruir por completo. Motor e câmbio foram para um lado e a célula de sobrevivência pro outro.
Ortelli sofreu fratura de tornozelo, dificilmente correrá em Spa daqui a duas semanas e sua presença nas 24 Horas de Le Mans já é tida como incerta.
Na classe LMP2, o Porsche RS Spyder do Team Essex comandou a trifeta na divisão. John Nielsen / Casper Elgaard venceram com 26"582 de vantagem para Jos Verstappen / Peter Van Merksteijn, que permanecem líderes do campeonato. Jan Lammers / Fredy Lienhard / Didier Theys fecharam um glorioso pódio para a marca alemã.
Thomas Erdos fez o que pôde com o Lola AER EX265 da equipe RML e foi quarto colocado na categoria, 11º na geral. Warren Hughes e Mário Haberfeld conseguiram fazer quilometragem com o Embassy Zytek WF01. Deram 155 voltas e terminaram na 18ª posição geral, oitavo na classe.
A vitória na divisão LMGT1 foi do Aston Martin DBR9 do Team Modena, com Antonio Garcia / Tomas Enge completando a prova em 15º na geral, e com apenas 12"254 de vantagem para o Vette de Beretta / Moreau / Goueslard, com quem a dupla do time britânico brigou o tempo todo. O outro Vette da Alphand chegou em terceiro e o Lambo da IPB Spartak fechou em quarto. Só estes carros participaram da prova na classe.
E na LMGT2, a Virgo Motorsport não teve vez. A vitória na pista foi do Porsche 997 GT3 RSR da IMSA Performance Matmut, numa ótima prestação de Richard Lietz / Raymond Narac. Porém, numa "canetada" dos comissários, a dupla foi desclassificada dos 1000 km de Monza. O Porsche de Lars-Erik Nielsen / Allan Simonsen / Richard Westbrook, com excelente performance deste último, herdou então a vitória. A Ferrari de Kaffer / Ehret ficou em segundo no grupo, com um carro igual, de Aucott / Daoudi, ficando na terceira posição.
Resultado dos 1000 km de Monza por categorias:
LMP1
1. Pedro Lamy / Stéphane Sarrazin
Peugeot 908 HDi FAP - 173 voltas em 4h59min07s955, média de 201,019 km/h
2. Mike Rockenfeller / Alexandre Prémat
Audi R1o TDi - 173 voltas em 4h59min55s627
3. Harold Primat / Christophe Tinseau
Pescarolo P01 Judd - 169 voltas em 5h00min03s494
4. Stuart Hall / Robbie Kerr
Creation CA07 AIM - 169 voltas em 5h00min05s607
5. Marc Gené / Nicolas Minassian
Peugeot 908 HDi FAP - 167 voltas em 5h00min09s299
6. Dindo Capello / Allan McNish
Audi R10 TDi - 166 voltas em 4h59min16s721
7. Duncan Tappy / Vanina Ickx
Pescarolo P01 Judd - 166 voltas em 5h00min52s107
8. Jan Charouz / Stefan Mücke
Lola B08/60 Aston Martin - 155 voltas em 5h00min35s416
LMP2
1. Casper Elgaard / John Nielsen
Porsche RS Spyder - 165 voltas em 4h59min12s189, média de 191,678 km/h
2. Jos Verstappen / Peter Van Merksteijn
Porsche RS Spyder - 165 voltas em 4h59min38s771
3. Jan Lammers / Fredy Lienhard / Didier Theys
Porsche RS Spyder - 164 voltas em 5h00min13s240
4. Thomas Erdos / Mike Newton
MG Lola EX 265 AER - 164 voltas em 5h00min38s185
5. Pierre Ragues / Matthieu Lahaye
Pescarolo P01 LMP2 Judd - 163 voltas em 4h59min38s025
6. Jean de Pourtales / Hideki Noda
Lola B06/43 Mazda - 162 voltas em 4h59min37s631
7. Miguel Pais do Amaral / Olivier Pla
Lola B05/40 AER - 161 voltas em 4h59min18s955
8. Mário Haberfeld / Warren Hughes
Embassy WF01 Zytek - 155 voltas em 4h59min26s525
LMGT1
1. Antonio Garcia / Tomas Enge
Aston Martin DBR9 - 159 voltas em 5h00min09s959, média de 184,116 km/h
2. Olivier Beretta / Patrice Goueslard / Guillaume Moreau
Corvette C6-R - 159 voltas em 5h00min22s213
3. Jean-Luc Blanchemain / Sébastien Dumez / Patrice Manopoulos
Corvette C6-R - 155 voltas em 5h00min47s853
4. Roman Rusinov / Peter Kox
Lamborghini Murciélago GT-R - 153 voltas em 4h59min33s638
LMGT2
1. Lars-Erik Nielsen / Allan Simonsen / Richard Westbrook
Porsche 997 GT3 RSR - 151 voltas em 5h00min22s576, média de 174,734 km/h
2. Pierre Ehret / Pierre Kaffer
Ferrari F430 - 151 voltas em 5h00min48s151
3. Ben Aucott / Stéphane Daoudi
Ferrari F430 - 150 voltas em 4h59min25s513
4. Andrea Chiesa / Benjamin Leuenberger
Spyker C8 Laviolette GT2 - 147 voltas em 5h00min42s381
5. Peter Kutemann / Mauro Casadei / Maurice Basso
Ferrari F430 - 146 voltas em 4h59min31s119
6. Alex Davison / Marc Lieb
Porsche 997 GT3 RSR - 141 voltas em 5h00min41s998
7. Paul Daniels / Markus Palltala / Tim Sudgen
Porsche 997 GT3 RSR - 135 voltas em 5h00min53s334
Procissão veloz

Muito pouca coisa pode ser dita de uma corrida chatíssima como o GP da Espanha deste domingo, em Barcelona. Kimi Räikkönen construiu sua segunda vitória no campeonato no treino de classificação, superando Alonso no último suspiro para marcar a pole position. Com 50% do caminho percorrido, o atual campeão mundial fez tudo certo nas 66 voltas da corrida.
Felipe Massa, que fechou a dobradinha ferrarista, fez o que lhe foi possível. Passou Alonso na largada e conservou a posição até o final. Nunca teve possibilidade de alcançar o finlandês, embora tenha virado voltas bastante rápidas. E no final, com as variantes de aderência e o tráfego dos retardatários, ele teve que suar dentro do macacão para se manter à frente de Lewis Hamilton e Robert Kubica, que chegaram muito próximos dele.
O autódromo, que nos últimos cinco anos ficou absolutamente lotado em razão da Alonsomania, recebeu um bom público, que certamente ficou contente com o extraordinário 2º tempo de Alonso no treino. Mesmo "jogando pra galera", o asturiano mostrou que ainda é um grandíssimo piloto. Largou com o carro bem mais leve (quatro voltas de combustível a menos), sustentou a terceira posição e poderia ter marcado pontos se o motor não quebrasse.
Com duas entradas de Safety Car, a corrida proporcionou um grande susto: o acidente de Heikki Kövalainen, no primeiro terço de prova, em razão provavelmente do estouro repentino do pneu dianteiro esquerdo a mais de 220 km/h. O finlandês colidiu com uma barreira de pneus, o atendimento foi demorado, mas o piloto já foi trasladado a um hospital para exames mais detalhados. Espera-se que ele esteja fora de perigo e com o mínimo possível de lesões.
Para os outros brasileiros, a corrida foi pra esquecer. Nelson Ângelo Piquet, que fez seu melhor treino do ano, se envolveu em dois incidentes e deixou cedo a corrida. Rubens Barrichello, que segundo suas estatísticas igualou o recorde de corridas de Riccardo Patrese, também teve problemas e não completou.
As notas dos pilotos no GP da Espanha:
Räikkönen - Eficiente corrida do finlandês, que resolveu metade do resultado com a pole nos treinos. Na corrida, pilotou com tranqüilidade, administrando a vantagem e pisando forte quando foi preciso. Uma corrida digna do número 1 estampado na carenagem de seu carro. Nota 10
Massa - Fez uma excelente largada e com isso conseguiu a 2ª posição antes da primeira curva, superando Alonso. Sem nenhuma chance de atacar e passar Räikkönen, exceto por um erro do finlandês, uma quebra ou um erro no box, o brasileiro conservou-se rápido na pista e conseguiu um bom segundo lugar. Nota 8,5
Hamilton - O britânico que começou tão bem o campeonato segue se ressentindo de um carro mais competitivo. Hoje dá pra dizer que a McLaren está bem atrás da Ferrari e ligeiramente superada pela BMW. Lewis fez uma boa corrida, ultrapassou Kubica na largada e chegou a mais um pódio no ano. Nota 8
Kubica - Sem tanto brilhantismo quanto na Malásia e no Bahrein, o polonês somou cinco preciosos pontos na Espanha, o que mantém a BMW na briga pela ponta no Mundial de Construtores. Foi superado por Hamilton logo no início e não teve chances de recuperar a posição. Nota 8
Webber - É outro piloto em 2008. Faz menos "brilharecos" nos treinos, tem sido consistente e rápido em corridas e vem marcando pontos com regularidade. Vai ganhando uma boa sobrevida no seio da equipe RBR. Nota 8
Button - Excelente corrida do companheiro de Barrichello. Com paciência e regularidade, e sem ninguém a atrapalhar seu trabalho durante a corrida, somou os primeiros três pontos da Honda na temporada 2008, tirando a equipe de uma possível crise. Nota 8
Nakajima - Na primeira pista que conhecia dos testes da pré-temporada, fez uma corrida muito boa. O japonês também mostrou consistência e regularidade. Não cometeu nenhum erro ao longo da corrida e com alguns abandonos, foi premiado com o sétimo lugar. Nota 7,5
Trulli - Ficou devendo depois do bom resultado no treino classificatório. Precisou parar três vezes e por isso não conseguiu terminar entre os seis primeiros. Pelo menos salvou um precioso pontinho para ele e a Toyota. Nota 6
Heidfeld - Entrou nos boxes quando estavam fechados e foi punido com time penalty de 10 segundos. Pelo menos saiu com luz verde quando cometeu a infração, escapando da desclassificação. Depois, lutou muito para conseguir uma ultrapassagem sobre a Force India de Fisichella. Com tanto tempo perdido, só chegou em nono. Nota 5
Glock - O alemão vinha bem, mas foi otimista demais numa tentativa de ultrapassagem sobre Coulthard. Com o bico quebrado, também precisou de um pit stop extra. Acabou mais uma vez fora da zona de pontos. Nota 5
Fisichella - O experiente piloto italiano deu trabalho no pelotão intermediário. Chegou a andar na zona de pontuação antes da segunda parada e foi um osso duríssimo para Heidfeld numa disputa por posição. Vai dando regularidade e desenvolvendo bem o carro da Force India. Nota 6
Coulthard - Desta vez, não teve culpa no acidente com Timo Glock. Tentou defender sua posição e acabou tocado pelo alemão. Com o pneu traseiro esquerdo arrebentado, fez também um pit extra e no final, conseguiu uma boa ultrapassagem sobre Takuma Sato. O tempo do escocês na Fórmula 1 está praticamente esgotado. Nota 5
Sato - Conseguiu o milagre de terminar a corrida com o carro da pré-falimentar Super Aguri. Mesmo com o pior carro da Fórmula 1, anda forte e não raro aparece entre os 10 primeiros nos períodos de reabastecimentos. Mas depois volta ao normal: último entre os que terminam. Nota 5
Rosberg - O alemão da Williams não brilhou tanto nos treinos, mas fez uma boa corrida até o motor Toyota o trair, explodindo em plena reta dos boxes. Nota 6
Alonso - Foi simplesmente brilhante na classificação, treinando com o carro bem leve para conquistar a pole position e fazer bonito para a torcida. Superado por Räikkönen no último instante, o bicampeão mundial largou em segundo mas perdeu a posição para Massa antes da primeira curva. Andou bem, dentro das limitações do carro, até quebrar. Mas a fase não é boa: a Renault nem de longe tem capacidade de lhe fornecer um equipamento à altura do seu grande talento - que está lá, escondidinho esperando por um bom carro. Nota 8
Barrichello - Na corrida onde supostamente igualou o recorde de 256 GPs disputados, que pertencia a Riccardo Patrese, não largou bem, mas conseguiu chegar até o sexto lugar, quando o Safety Car entrou na pista em razão da batida de Kövalainen. Depois, se envolveu num estranhíssimo incidente na sua segunda parada de box, quando o bico quebrou. Voltou à pista, mas abandonou depois. Nota 5
Kövalainen - Largou em sexto, vinha bem e liderava antes do seu pit stop até ser traído por um estouro repentino do pneu dianteiro esquerdo. Bateu forte e precisou de atendimento médico ainda na pista. Foi transportado a um hospital onde será examinado com maiores detalhes, em busca de possíveis fraturas. Pelo menos está consciente e em estado estável. Nota 6
Davidson - Pouco fez com a precária Super Aguri. Largou em penúltimo, pegou as sobras do acidente entre Piquet e Bourdais e com o carro danificado, desisitiu. Nota 3
Bourdais - Conseguiu passar com o STR para a Q2, mas largou mal e vinha tentando se recuperar quando dividiu uma curva com Piquet e a suspensão dianteira esquerda quebrou. Nota 4
Piquet - Vinha num ótimo fim de semana até antes da largada. Depois, quando a corrida começou, o azar tomou conta do piloto brasileiro. Numa curva, saiu reto e caiu para antepenúltimo. Quando vinha para ultrapassar Bourdais, tocou rodas com o francês e não pôde mais voltar. Nota 4
Sutil - Precipitou-se ao ultrapassar um adversário na quarta curva do circuito, rodou e foi acertado em cheio por Vettel. Nota 1
Vettel - Classificou-se mal de novo e na corrida, nada pôde fazer. "Comprou pronta" a rodada de Sutil e acertou o compatriota, quebrando a suspensão e o bico da STR, que aposenta de forma melancólica o carro do ano passado. Nota 1
LMS - 1000 km de Monza (II): Peugeot e Audi voltam a dar as cartas
Os outros dois carros turbodiesel tiveram problemas e se atrasaram. O Audi de Capello / McNish vem em 27º na classificação geral, três posições adiante do Peugeot de Gené / Minassian. Outro concorrente de respeito que enfrenta dificuldades é o Lola Aston Martin da Charouz. E por isso mesmo, o Pescarolo Judd de Boullion / Collard ascendeu à terceira colocação, uma volta atrás dos líderes.
Na LMP2, o atraso do Porsche da Van Merksteijn, com Verstappen / Van Merksteijn no comando, beneficiou os outros dois carros da marca: Elgaard / Nielsen lideram na divisão estando em sétimo na geral. O carro da Horag com Lienhard / Lammers / Theys é o nono no momento.
A LMGT1 tem ainda seus quatro únicos carros sobrevivendo e uma disputa ferrenha entre o Corvette de Beretta / Goueslard / Moreau e o Aston Martin de Garcia / Enge, separados por míseros três segundos. E na LMGT2, Raymond Narac / Richard Lietz lideram com o Porsche da IMSA Performance, em dobradinha com o carro de Lecourt / Balandras / Belloc.
LMS - 1000 km de Monza: Surpresa no comando
Excelente performance até aqui do Epsilon Euskadi Judd. O carro recém-construído pela equipe de Jordi Caton e Joan Villadelprat está em quinto na classificação geral.
O Porsche da Van Merksteijn comanda na classe LMP2, enquanto na LMGT1 o Team Modena lidera com seu Aston Martin e a Virgo, de Ferrari F430, tem a ponta na LMGT2.
Classificação após a primeira hora:
1. Mücke / Charouz
Lola Aston Martin B08/60 - 31 voltas
2. Gené / Minassian
Peugeot 908 HDi FAP - 31 voltas
3. Lamy / Sarrazin
Peugeot 908 HDi FAP - 31 voltas
4. Rockenfeller / Prémat
Audi R10 TDi - 31 voltas
5. Burgueño / Castro
Epsilon Euskadi Judd ee01 - 31 voltas
6. Collard / Boullion
Pescarolo Judd P01 - 31 voltas
7. Verstappen / Van Merksteijn
Porsche RS Spyder - 30 voltas
8. Barazi / Vergers
Zytek 07S/2 - 30 voltas
9. Pla / Amaral
Lola AER B05/40 - 30 voltas
10. Belicchi / Pompidou / Zacchia
Lola Judd Bo8/80 - 30 voltas
Quatro patas!
Olhem só o que o cidadão fez ontem na pista de Talladega.
E ainda diz que não fez nada de errado?!? Antolhos e alfafa pra ele já!
Besta de quatro patas!
Paulistanas 8
Kobayashi, que nada tinha a ver com isso, pegou a ponta de presente, enquanto Grosjean foi pro fim da fila e, sem poder atacar, ficou em 13º. O suíço Sébastien Buemi, da Arden, que na primeira corrida ganhou treze posições, largou de segundo para terminar nesta mesma posição a 1"176 do japonês da DAMS. Giorgio Pantano, da Racing Engineering, completou o pódio.
Bruno Senna chegou em quarto, somou mais três pontos e sai de Barcelona com a liderança do campeonato embaixo do braço. Davide Valsecchi, da Durango, chegou em quinto e Javier Villa fechou os seis que somaram pontos na chamada Sprint Race da GP2.
Sábado, 26 de Abril de 2008
Paulistanas 7
Estes dois foram protagonistas do entrevero mais polêmico do fim de semana, na largada para a quarta etapa. Zattar forçou para cima de Lunardi antes do S do Senna e os dois se tocaram - não uma, mas quatro vezes. Resultado: rodada de Lunardi, poeira subindo e colisões a rodo no pelotão intermediário. O campeão de 2007, Ricardo Baptista, teve seu carro jogado pra cima do Porsche de Omílton Visconde. Danilo Fernandez e Constantino Júnior também bateram. Marcos Barros quebrou e a corrida teve só 14 carros ao seu final.
Tom Valle venceu com méritos, após ultrapassar Beto Posses, que saiu de quarto pra liderança após a bandeira verde. O gaúcho Miguel Paludo foi o terceiro e é o vice-líder do campeonato, 20 pontos atrás de Tom Valle.
O campeonato volta no fim de junho em Curitiba. Espero poder acompanhar mais esta corrida da temporada 2008.
Paulistanas 6
Fórmula 1 - Espetacular a pole de Räikkönen. Mais espetacular ainda, porém, a volta-canhão de Fernando Alonso - que coloca depois de dois anos a Renault na primeira fila. A tática (e não a regra) é clara: jogar pra galera, colocar o carro bem leve, para parar três vezes. Arrisco que lá para a 12a. volta, veremos o asturiano fazendo seu primeiro pit.
Massa é que não deve estar muito contente, pois vai largar em terceiro, atrás não só do companheiro de equipe e líder do campeonato e também do desafeto espanhol. Nelson Ângelo Piquet conseguiu passar pra Q3 e larga em décimo - logo na frente de Barrichello.
GP2 - Álvaro Parente chegou, viu e venceu. O português da Super Nova estreou com o pé direito na porta de acesso para a Fórmula 1 em Barcelona. Bruno Senna fez um bom 2° lugar com o carro da atual campeã, a iSport. Andreas Züber, da Piquet Sports / GP Racing, fechou o pódio. Na corrida de amanhã, com grid invertido do primeiro ao oitavo, a pole é do japonês Kamui Kobayshi (DAMS).
Le Mans Series - Peugeot e Peugeot. A primeira fila para os 1000 km de Monza é toda francesa, com o 908 HDi FAP de Nicolas Minassian / Marc Gené cravando a pole com o incrível tempo de 1'31"470 - um segundo e sete décimos melhor que o outro carro gaulês, com Sarrazin / Lamy. Os Audi monopolizam a segunda fila e o melhor protótipo a gasolina (de novo) foi o Lola Aston Martin da Charouz. Nas demais categorias, o melhor tempo foi de Verstappen / Van Merksteijn (Porsche RS Spyder LMP2); Beretta / Goueslard / Moreau (Corvette C6-R LMGT1) e Bell / Bruni (Ferrari F430 LMGT2). Thomas Erdos, com Lola da RML, larga em décimo-nono na geral. Mário Haberfeld sai em vigésmo quarto com seu protótipo Embassy Zytek. Ambos correm na divisão LMP2.
Paulistanas 5
Nosso bravo Ico não perdeu a viagem e conduziu uma entrevista impagável, divertidíssima, puro estilo Nelson Piquet. Nas respostas, nas bravatas e nas sacanagens. Max Mosley não foi perdoado e sobrou até pra Danica Patrick e principalmente para o eterno desafeto, Rubens Barrichello.
Quer ver como foi o papo? Entre aqui e confira.
Sexta-feira, 25 de Abril de 2008
Paulistanas 4
O piloto-empresário marcou o tempo de 1'40"347, dois décimos mais veloz que Tom Valle - que na primeira rodada dupla do ano largou na pole position. Os dois foram os únicos a melhorar o recorde absoluto da Porsche GT3. O campeão Ricardo Baptista, já melhor adaptado ao novo Porsche 997 GT3 RS, fez o 3° tempo do classificatório, onde dez dos 20 pilotos que treinaram ficaram dentro do mesmo segundo.
Adalberto Baptista não marcou tempo classificatório e Walter Salles, que completa a lista, viajou para Cannes e não vai correr.
O grid:
1) 00-Constantino Júnior, 1:40.347, média de 154,588 km/h
2) 99-Tom Valle, 1:40.617
3) 27-Ricardo Baptista, 1:40.875
4) 3-Luís Zattar, 1:40.956
5) 77-Miguel Paludo, 1:40.969
6) 55-Marcel Visconde, 1:40.976
7) 21-Valter Rossete, 1:41.056
8) 7-Clemente Lunardi, 1:41.138
9) 78-Haroldo Pinto, 1:41.152
10) 8-Marcelo Ometto, 1:41.269
11) 34-Maurizio Billi, 1:41.357
12) 51-Otávio Mesquita, 1:41.464
13) 31-Marcos Barros, 1:41.582
14) 52-Beto Posses, 1:41.681
15) 63-Sérgio Ribas, 1:41.737
16) 9-Guilherme Figuerôa, 1:41.802
17) 5-Antônio Hermann, 1:42.294
18) 11-Omilton Visconde Júnior, 1:44.716
19) 18-Danilo Fernandez, 1:46.323
20) 15-Henry Visconde, 1:47.090
21) 10-Adalberto Baptista, sem tempo.
Paulistanas 3
O panorama da LMGT1 se avizinha tão semelhante ao da categoria na American Le Mans Series. Lá, são três carros correndo - às vezes dois. Agora, são quatro. Quando esta crise vai ter fim?
Alheios a isto, os protótipos turbodiesel deitaram e rolaram em Monza. Nicolas Minassian e Marc Gené fecharam o dia com a melhor marca, em 1'33"113, meio segundo à frente do carro gêmeo da Peugeot, com Stéphane Sarrazin e Pedro Lamy. O Audi de Rockenfeller / Prémat foi simplesmente "cilindrado" pelo Leão francês em 1"657! E o melhor carro a gasolina, como sempre o Lola Aston Martin de Jan Charouz / Stefan Mücke, ficou a 2"233 do melhor tempo.
Na LMP2, o melhor tempo do dia foi da dupla Jos Verstappen / Peter van Merksteijn, 10° na classificação geral com o Porsche RS Spyder, mais de um segundo à frente do Lola Judd Coupé da Speedy Sebah.
Antonio Garcia e Tomas Enge, com o Aston Martin do Team Modena, fecharam o dia com o melhor tempo da divisão LMGT1, enquanto o Porsche 997 GT3 RSR de Alex Davison / Marc Lieb foi o melhor da subclasse LMGT2.
Amanhã acontece o treino classificatório que define o grid de largada, com 45 carros na pista.
Paulistanas 2
Álvaro Parente, campeão da World Series, estréia na categoria e na equipe Super Nova com um auspicioso segundo tempo. Bruno Senna, sem usar pneus zero na classificação, foi o quarto. Um a zero no duelo dele contra o indiano Karun Chandhok, que larga em sétimo.
Alberto Valério bateu no treino matinal e ficou em 17° lugar com o carro da Durango, cinco postos abaixo do companheiro de equipe Davide Valsecchi. Diego Nunes, também estreando na categoria, ficou em penúltimo - pelo menos na frente do companheiro de equipe, Giacomo Ricci.
O Sportv exibe a primeira corrida da GP2 em VT às 15h30 deste sábado.
Paulistanas 1
A recepção como sempre foi boa e cá estou numa sala de imprensa improvisada, na companhia do camarada Luiz Alberto Pandini. E praticamente teremos “casa cheia” na pista de Interlagos este fim de semana. Com exceção de Walter Salles(que foi pra Cannes acompanhar o Festival de Cinema e lançar seu novo filme, "Linha de Passe"), todos os outros 21 pilotos devem correr.
No primeiro treino livre desta manhã, Marcel Visconde foi o mais rápido ao virar em 1’42”488, com Beto Posses e Tom Valle nas posições subseqüentes. Mas já agora de tarde, na segunda sessão, o campeão de 2007 Ricardo Baptista já virou na casa de 1’41” e registrou o novo recorde da Porsche GT3 Cup Challenge para a nova configuração da categoria, com os carros 997 dotados de motores 6 cilindros flat e 420 HP de potência.
O fotógrafo de quinta categoria também registrou uns instantâneos dos boxes nesta sexta. Por enquanto fico devendo. Mais tarde posto as fotos por aqui.
48 horas fora
Inté!
Quinta-feira, 24 de Abril de 2008
Discos que já ouvi antes de morrer (XIII) - The Beatles (a.k.a The White Album) / 1968

Após a revolução criativa de Sgt. Pepper's..., o disco posterior dos Beatles, Magical Mystery Tour, foi um fracasso. Não pela qualidade das canções, como "Penny Lane", a excepcional "Strawberry Fields Forever", "The Fool On The Hill", "Hello Goodbye" e "All We Need Is Love". Eles ainda sabiam fazer música como antes, mas o filme que foi lançado a reboque do disco acabou execrado pela crítica como sendo pretensioso, estranho e muito abaixo das produções anteriores que contaram com os Fab Four.
Some-se a isso o clima pesado que já vinha desde Rubber Soul, quando a unidade começou a ir pro espaço em razão de inúmeras discussões sobre influências criativas, religiosidade, drogas e... Yoko Ono. A segunda mulher de John Lennon apareceu como uma emblemática personagem, tida por muitos como a grande asa negra que levou a banda a se dissolver em 1970.
Como ainda não chegamos lá, voltamos a 1968. Neste ano, para refazer-se do fracasso de Magical..., os quatro se embrenharam em Abbey Road e produziram o máximo possível de material para um novo disco ou até mesmo para dois, se quisessem. No entanto, a EMI lançou o trabalho em 22 de novembro daquele ano como um álbum duplo, inaugurando o selo Apple e com a capa totalmente branca. Era o White Album tão falado mundo afora.
Trata-se de um disco tremendamente irregular, embora no lado A do primeiro disco, John Lennon nos brindasse com a belíssima "Dear Prudence" e as divertidas "Glass Onion" e "The Continuing Story Of Bungalow Bill". Paul não ficou atrás: fez "Ob-La-Di, Ob-La-Da", também em clima de historinha.
Porém, o ponto alto (de todo disco, eu diria) é sem dúvida "While My Guitar Gently Weeps", uma grande canção de George Harrison, talvez a melhor dele nos Beatles até ali, com a preciosa participação (logicamente, não creditada), de Eric Clapton na guitarra-solo.
O lado B é quase de experimentalismos e músicas curtas, como as contrastantes "Why Don't We Do It In The Road", com vocal gritado e "I Will", bem suave, ambas de Paul McCartney, as ótimas "I'm So Tired", de Lennon e outra de Paul, "Blackbird". John Lennon fecha o primeiro disco homenageando a mãe na pungente balada "Julia".
A pesadíssima "Birthday" abre o lado A do segundo disco, provavelmente o mais coeso de todo o trabalho. Tem "Sexy Sadie", a ótima "Yer Blues", a balada "Mother Nature's Son" e a controvertida "Helter Skelter", que teria servido de inspiração para Charles Manson matar a atriz Sharon Tate, esposa do cineasta Roman Polanski.
Daí pra diante, pouca coisa se salva. Talvez "Revolution #1", numa versão menos acelerada que no imortal single gravado pelo grupo e as baladas "Cry Baby Cry" e "Honey Pie". A faixa mais incompreensível, sem dúvida, é "Revolution #9": oito minutos de colagens aleatórias que talvez nem agradem aos fãs mais extremados.
Apesar disto tudo, a popularidade dos Beatles era intacta, tanto que apenas na primeira semana, foram vendidas 2 milhões de cópias de White Album. Eu não tenho mais toca-discos, mas conservo o exemplar em vinil com carinho, uma vez que foi me presenteado por meu pai há 20 anos. E meu álbum duplo veio com as fotos individuais dos quatro integrantes do grupo, que entraram para a posteridade.
Ficha técnica de The Beatles (a.k.a White Album)
Selo: Parlophone / Apple / EMI
Produzido por George Martin e Chris Thomas
Gravado nos estúdios Abbey Road e Trident entre 30 de maio e 14 de outubro de 1968
Tempo total: 93'43"
Músicas:
Disco 1
1. Back In The USSR (Lennon / McCartney)
2. Dear Prudence (Lennon)
3. Glass Onion (Lennon)
4. Ob-La-Di, Ob-La-Da (McCartney)
5. Wild Honey Pie (McCartney)
6. The Continuing Story Of Bungalow Bill (Lennon)
7. While My Guitar Gently Weeps (Harrison)
8. Happiness Is A Warm Gun (Lennon)
9. Martha My Dear (McCartney)
10. I'm So Tired (Lennon)
11. Blackbird (McCartney)
12. Piggies (Harrison)
13. Rocky Racoon (McCartney)
14. Don't Pass Me By (Starkey)
15. Why Don't We Do It In The Road (McCartney)
16. I Will (McCartney)
17. Julia (Lennon)
Disco 2
1. Birthday (Lennon / McCartney)
2. Yer Blues (Lennon)
3. Mother Nature's Son (McCartney)
4. Everybody's Got Something To Hide Except For Me And My Monkey (Lennon)
5. Sexy Sadie (Lennon)
6. Helter Skelter (Lennon / McCartney)
7. Long, Long, Long (Harrison)
8. Revolution #1 (Lennon / McCartney)
9. Honey Pie (McCartney)
10. Savoy Truffle (Harrison)
11. Cry Baby Cry (Lennon)
12. Revolution #9 (Lennon / Mccartney)
13. Good Night (McCartney)
Discos que já ouvi antes de morrer (XII) - Cheap Thrills / 1968

Antes que alguém pergunte, não, este não é o primeiro disco-solo de Janis Joplin, embora a visceral cantora estivesse à frente dos vocais. Cheap Thrills é o álbum do grupo Big Brother And The Holding Company, do qual ela e Sam Andrew, que posteriormente seria seu guitarrista acompanhante, faziam parte em 1968.
Este é um registro fantástico na história da música, pois para quem não a conhecia de vista, na primeira audição, houve quem dissesse que era uma negra cantando. Nada mais inexato: era uma branca, nascida no Texas, mas com uma crueza e uma emoção dignas da mais pura tradição do blues, soltando a voz como nunca.
Sensação no Festival Pop de Monterrey um ano antes, a banda entrou em estúdio para produzir um disco que foi um estrondo nas paradas, graças a "Piece of My Heart", 12o. lugar como single, catapultando Cheap Thrills a #1 e posteriormente a um disco de ouro, por mais de 100 mil cópias vendidas só nos EUA.
Neste disco, Janis eternizou clássicos como a música já citada; "Summertime", dos irmãos Gershwin, que mereceu uma releitura considerada absolutamente definitiva; e a versão de "Ball And Chain" que enlouqueceu Mama Cass, a lendária vocalista do Mamas & The Papas em Monterrey.
Apesar do êxito de Cheap Thrills e embora lançasse outras boas músicas, como "Mercedes Benz", "Move Over" e "Bo Diddley", entre outras, nos anos que se sucederam até sua morte, Janis Joplin jamais foi capaz de criar o mesmo impacto deste disco do profícuo ano de 1968 - que em sua versão remasterizada para CD ganhou mais quatro faixas.
Ficha técnica de Cheap Thrills
Selo: Columbia / Sony Music
Produção: John Simon
Gravado nos EUA entre 2 de março e 20 de maio de 1968
Tempo total: 36'54" (original) e 54'59" (versão remasterizada em CD)
Músicas:
1. Combination Of The Two (Sam Andrew)
2. I Need A Man To Love (Sam Andrew / Janis Joplin)
3. Summertime (George / Ira Gershwin)
4. Piece Of My Heart (Bert Berns / Jerry Ragavoy)
5. Turtle Blues (Janis Joplin)
6. Oh, Sweet Mary (Peter Albin / Janis Joplin)
7. Ball And Chain (Big Mama Thornton)
8. Roadblock (outtake de estúdio)
9. Flower In The Sun (outtake de estúdio)
10. Catch Me Daddy (ao vivo)
11. Magic Of Love (ao vivo)
Há 35 anos, direto do túnel do tempo
Pela ordem: Shazan Xerife & Cia; A Grande Família; Cavalo de Aço; Bandeira 2 e O Bofe.
Detalhe é que foram colhidas da programação da emissora para Minas Gerais.
Sete brasileiros na IRL: e não é conta de mentiroso
Egresso da categoria de acesso, ele somou três vitórias por lá, uma delas no evento suporte das 500 Milhas de Indianápolis. O acerto de Jaime com a Conquest Racing foi devido à perda do patrocínio das empresas Ares e Opes Prime, que tinham vindo com Franck Perera. Sem a verba, o francês foi apeado do seu lugar e Jaime assume o carro #34 já nas 300 Milhas do Kansas, neste domingo.
Lembram da lista do post abaixo? Com Tony Foyt, Viso, Duno, Scheckter, Dominguez, Briscoe?
É... pelo visto chegou mais um pra turma.
Casa cheia
Os organizadores comemoram: afinal, serão 27 pilotos enchendo o grid - o melhor da categoria afora as edições das 500 Milhas de Indianápolis, que comportam 33 carros. Além dos vinte e seis usualmente inscritos, a Luczo Dragon Racing inscreveu o sul-africano Tomas Scheckter, que correrá no Dallara #12 da equipe dirigida por Jay Penske, filho de Roger.
E a categoria ganha para a Indy 500 uma nova equipe: a Pacific Coast Motorsports, com o apoio do Ministério do Turismo do México, inscreverá um Dallara Honda para Mário Dominguez, que venceu duas provas na ChampCar.
Dominguez, o "Super Mário" para seus compatriotas, tem enorme propensão ao risco. É rápido, mas alucinado e estabanado - prato cheio para acidentes.
Olho para a lista de inscritos da Indy 500 e vejo Dominguez... Scheckter... Tony Foyt... Viso... Ryan Briscoe... Milka Duno...
Vai dar merda...
LMS: notícias e primeiros instantâneos de Monza

Sem lenço, sem documento e sem número: este é o segundo chassi Creation que finalmente vai estrear em Monza, com Jouanny / Ortiz / Kerr

Para deleite do Caíque, eis o Pescarolo Judd de Collard / Boullion

Asa de gaivota: o lindo Lamborghini da IPB Spartak, um dos quatro únicos carros da LMGT1

O perigo amarelo: Ferrari F430 de Rob Bell / Gianmaria Bruni, hoje o melhor carro da LMGT2

Tradição e família: Porsche de Felbermayr pai e filho, pronto para a batalha
Quarta-feira, 23 de Abril de 2008
GPS di m****
Um deles foi Fabrizio Meoni, piloto italiano que era um monstro nas areias do deserto, um craque das duas rodas, e na mesma medida muito azarado.
Meoni se foi na edição de 2005, precisamente no dia 11 de janeiro, num acidente de dinâmica até hoje difícil de se explicar.
Sete anos antes, porém, o bem-humorado piloto transalpino esteve a ponto de explodir.
Numa das etapas, ele ficou possesso com o GPS de sua moto. As imagens e as palavras falam por si só.
Prestem atenção no fim do vídeo.
A Divisão Panzer na GT3

A BMW não está pra brincadeira. Bem na foto na Fórmula 1 e com retorno assegurado na American Le Mans Series em 2009, a marca bávara prepara sua arma para correr na GT3 também no próximo ano.
A foto acima mostra o novo carro BMW Série 6 Alpina GT3, com motor V-8 de 4,4 litros e 530 cavalos de potência.
Andreas Bovensiepen, diretor da Alpina - que vai preparar o carro - garante que o Série 6 é um modelo capaz de bater-se com Ferrari, Lamborghini e Aston Martin, já em 2009.
Com isto, a turma de Stéphane Ratel comemora a chegada do décimo-primeiro carro homologado para a categoria GT3, que na Europa está em seu terceiro ano - segundo no Brasil.
Crash!
Enfim, o amigo Gustavo Coelho, do Blog F1 Grand Prix, compilou e pôs no mesmo Youtube um vídeo com os 10 acidentes mais espetaculares (não-fatais, claro) da F-1.
É só conferir.
Apresentando armas

8. Álvaro Parente / Portugal - Super Nova International
10. Kamui Kobayashi / Japão - DAMS
18. Adrián Valles / Espanha - FMS International
Uma semana!
Dia de São Jorge, o santo guerreiro, padroeiro do time mais popular de São Paulo, para milhares.
E no próximo dia 30, daqui a uma semana, tem novidade no ar.
Como diz um grande animador de auditório, aguardemmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm!
Terça-feira, 22 de Abril de 2008
Caiu o pano
No auge, a categoria estadunidense chegou a reunir alguns campeões de Fórmula 1 como Mario Andretti, Nigel Mansell e Emerson Fittipaldi. Estes dois últimos protagonizaram um dos maiores duelos da história do automobilismo.
Neste ótimo compacto do GP de Cleveland, com 25' de duração - e que incrivelmente está no Youtube - o Rato e o Leão fizeram uma disputa de tirar o fôlego.
Vale a pena assistir e rever sempre.
Lá e cá...
Na Europa, durante a abertura do GT3, igual passeio foi dado pela dupla Ian Khan / Thomas Mutsch, pilotando um idêntico modelo. Vitória nas duas provas, com direito a uma pole position na rodada dupla. Na primeira prova, o carro largou em 12º mas venceu.
Não é à toa que tem gente falando que o carro estadunidense, com preparação helvética, já vai sofrer alterações que penalizem seu acachapante desempenho.
Álbum de figurinhas







Uma dica: todos foram do Mundial de Motovelocidade. Divirtam-se!
Discos que já ouvi antes de morrer (XI) - Electric Ladyland / 1968

Grandes recordações
Agora, espero não dever mais.
Os carros na hora do "larga": em primeiro plano o Chevron #33 de Paul Blancpain. Atrás, o Grac de Lionel Noghes. O carro #14 é o Porsche de Artur Peçanha. Ao fundo, o Ford GT40 com Paulão Gomes, o Momo de Gianpiero Moretti e o Avallone-Chrysler
Reinhold Joest dando uma volta no português Carlos Azevedo, que correu com Lotus 47Clip da semana - "Take On Me"
Nessas ocasiões tenho saudade de uma época que não volta. Época daquelas festas, as famosas "hi-fi", onde bastava ter uma vitrolinha, discos com boa música e s'imbora. DJs como hoje, nem pensar!
Talvez por isso mesmo a inocência desses tempos esteja se esvaindo como a chama de uma vela. Em tempos onde pais matam filhos a três por dois, é uma constatação assustadora e triste.
O que será dos jovens neste século?
Certo é que eu, enquanto fui jovem, aproveitei muito. E não precisei me drogar pra tanto. Sou o que chamam de "tecnicamente careta".
E "tecnicamente careta" nos meus 15, 16 anos, adorava ouvir músicas como esta do clip da semana - "Take On Me".
Digam a verdade: não é uma realização absolutamente sensacional? Tirando a megaprodução de "Thriller" e de outros vídeos de músicas de Michael Jackson, o clip desta música dos noruegueses do A-Ha é um dos melhores dos anos 80.
Segunda-feira, 21 de Abril de 2008
Está bom, mas pode melhorar

Domingo, 20 de Abril de 2008
Com maquiagem, batom e macacão, elas comandam!
O domingo automobilístico é das mulheres!
Esqueçam a GT3, a Fórmula 3 Sul-Americana, a Copa Clio, a Grand-Am, a ALMS, a "corrida-enterro" da ChampCar, a Nationwide Series da Nascar.
Hoje, palmas para Danica Patrick e Simona de Silvestro.
A piloto da IRL, mais experiente, mais rodada, experimentou na madrugada de ontem pra hoje o doce sabor da vitória nas 300 Milhas de Motegi, numa corrida onde a estratégia foi fundamental para seu triunfo - o primeiro de uma mulher numa categoria top internacional desde que Michele Mouton, em dupla com Fabrizia Pons há 26 anos, venceu corridas e foi vice-campeã mundial de Rali.
Sarah Fisher já fizera história na mesma categoria estadunidense, cravando pole positions e tornando-se a mulher mais rápida do mundo. Mas Danica é quem agora colhe os louros do seu trabalho. E não é à toa que a mídia ianque celebra a sua presença como um verdadeiro ídolo do esporte.
Danica venceu no outro lado do planeta, e em Long Beach a festa foi da jovem suíça Simona de Silvestro. A piloto de 18 anos, em seu segundo ano na Fórmula Atlantic, agora pela Newman-Wachs Racing, venceu com grande autoridade a prova de estréia da categoria nas ruas da Califórnia. Além de rápida, a menina é muito bonita!
Há três anos, Katherine Legge (hoje no DTM) venceu também na categoria e conseguiu contratos para correr na finalmente extinta ChampCar. E nós, brasileiros, também temos pra quem torcer: Bia Figueiredo, que agora assina Ana Beatriz com a desculpa (esfarrapadíssima) de que os estadunidenses teriam dificuldades em aprender a falar seu sobrenome.
Pois que aprendam!
Dois pontos
As últimas voltas foram sensacionais, pois Philipp Peter, da Gigawave Motorsport, que era o líder, não agüentou a pressão de Sharp e de Michael Bartels, com o outro Maserati da Vitaphone Racing. Resultado: ultrapassado por ambos, caiu para terceiro e por lá ficou.
A corrida de Xandinho foi muito boa. Antes de ceder o volante a Miguel Ramos, ele andou na quarta posição, em condições de pista bem mais traiçoeiras que no fim, quando já havia um trilho e os tempos de volta baixaram bastante - de seis a oito segundos. Mas Ramos não foi capaz de manter o ritmo do brasileiro: foi suplantado pelo patrão Bartels, por Lukas Lichtner-Hoyer (em outro Aston Martin) e também pelo Corvette de Hezemans / Gollin.
Marcel Fässler / Jean-Denis Deletraz, que saíram na pole position, terminaram num modesto oitavo lugar. O melhor Saleen chegou em nono e o único Lamborghini foi o décimo colocado.
Na classe GT2, vitória da AF Corse com Toni Vilander / Gianmaria Bruni, 11o. lugar na classificação geral. Aliás, foi um vareio da Ferrari sobre a Porsche nesta subclasse, pois terminaram cinco carros dos cavalinhos de Maranello na frente dos dois Porsches da ProSpeed, com mais uma Ferrari em oitavo.
Os nossos hermanos ficaram devendo: Gastón Mazzacane / Esteban Tuero chegaram em 21o. lugar na classificação geral, a três voltas dos vencedores. Duas posições abaixo, chegaram Luis Perez Companc / Matías Russo.
Na G2, cujos carros ficaram na rabeira da classificação, o melhor colocado foi o Mosler MT900R de Kenneth Heyer / Stephen Vojtech.
O campeonato do FIA GT terá seqüência em 11 de maio, com a prova de Monza, na Itália.
PS.: o site oficial do campeonato oferece uma opção bacana - e boa - de transmissão, via live streaming com câmeras on board de alguns carros. Eu assisti, e gostei.
Com um pé nas costas II
A terceira posição teve Nelson Merlo, da Bassani Racing, segundo colocado na corrida do sábado. Eduardo Leite chegou em quarto, com Felipe Ferreira na quinta posição. A exemplo do ocorrido na véspera, houve um acidente que desta vez provocou a intervenção do Safety Car. Em razão disto, a corrida de hoje teve 22 voltas - três a menos que na inaugural da temporada.
Isto posto, Denis Navarro vai para a próxima rodada dupla da F-3 em Interlagos com a pontuação máxima e a liderança do campeonato embaixo do braço.
Resultado final da etapa #2 em Curitiba:
1. Denis Navarro (Cesário Fórmula), 22 voltas em 31'04"458, média de 156,95 km/h
2. Leonardo Cordeiro (Cesário Fórmula), a 16"989
3. Nelson Merlo (Bassani Racing), a 19"362
4. Eduardo Leite (Razia Sports), a 28"543
5. Felipe Ferreira (Bassan Motorsport), a 29"034
6. Luiz Boesel (Razia Sports), a 31"782
7. Fernando Galera (PropCar), a 32"489
8. Rodolpho Santos (Amir Nasr Racing), a 1'06"272
9. Leonardo de Souza (Kemba Racing), a 1 volta
10. Werner Neugebauer (PropCar), a 1 volta
Não completou a primeira volta: Pedro Nunes (Cesário Fórmula); Leonardo Otero (Nacional Sports) não largou.
Sábado, 19 de Abril de 2008
Velozes e furiosos
ALMS (Long Beach) - Dobradinha da Audi com o protótipo R10 TDi na 3a. etapa do campeonato, disputada hoje nas ruas de Long Beach. Os alemães Lucas Luhr / Marco Werner venceram a segunda prova consecutiva na classe LMP1, deixando para trás os experientes companheiros de equipe Emanuelle Pirro / Frank Biela. A Acura enfim venceu uma corrida na divisão LMP2 após mais de um ano de hiato, desta vez com Scott Sharp / David Brabham, que chegaram em terceiro na geral - desbancando os irreconhecíveis Porsches da Penske. Na classe LMGT1, os Corvettes fizeram um vôo solo rumo à vitória e na LMGT2, onde o azar de novo bateu à porta de Jaime Melo Jr. e Mika Salo, a vitória ficou com a Tafel Racing, de novo com Dirk Müller / Dominik Farnbacher.
Grand-Am (Cidade do México) - Enfim, uma derrota da Chip Ganassi, que fez a pole para o evento deste fim de semana com Scott Pruett e Memo Rojas, mas a dupla líder do campeonato acabou em segundo. A vitória foi de Marc Goossens e Jim Matthews, com um Pontiac Riley. Ricardo Zonta e o parceiro Nic Jönsson (Krohn Racing), a bordo de um Pontiac Lola, chegaram num ótimo terceiro posto. Oswaldo Negri e Mark Patterson, no Ford Riley da Mike Shank Racing, terminaram em quinto.
ChampCar (Long Beach) - E Justin Wilson fez a pole position para a última prova da história da ChampCar, que acontece amanhã em Long Beach. O piloto da Newman-Haas fez a melhor marca do dia em 1'06"902, apenas 184 milésimos melhor que Alex Tagliani, da Walker. Enrique Bernoldi destacou-se como o melhor brasileiro do grid: larga em oitavo, com Bruno Junqueira em 11o., Enrique Bernoldi em 15o., Roberto Pupo Moreno em 17o. e Mário Moraes em penúltimo entre os 20 pilotos.
Atlantic Series (Long Beach) - O brasileiro Douglas Soares teve um desempenho modesto na classificação da etapa inaugural da Atlantic Series em Long Beach, e larga em décimo-sétimo entre 23 pilotos no grid. Menos mal pra ele que um dos filhos do "Leão" Nigel Mansell - no caso, Leo - larga atrás dele, em antepenúltimo. A pole position é de Jonathan Bomarito, com a suíça Simona de Silvestro classificada em segundo no grid.
Instantâneos de Curitiba
FIA GT: 1-2 da Corvette em Silverstone; Negrão sai em oitavo
Mesmo assim, os Corvette C6-R, dominantes desde os treinos livres, marcaram os melhores tempos do grid. A pole position ficou com o carro da Carsport Phoenix, tripulado por Marcel Fässler e Jean-Denis Deletraz. Os helvéticos viraram em 1'55"220, enquanto a dupla Christophe Bouchut / Xavier Maassen, da Selleslagh Racing Team, larga em segundo a 0"083 da pole.
O espanto ficou por conta do 3º melhor tempo do Saleen S7-R da ARC Bratislava, pilotado por Paul Edwards, um habitué da pista. Ele marcou 1'55"459, relegando o Aston Martin de Karl Wendlinger / Ryan Sharp à quarta posição do pelotão.
Xandinho Negrão, que classificou o Maserati MC12 número 2 da Vitaphone Racing, sai em oitavo com o tempo de 1'56"647. À frente dele sai a dupla Andrew Kirkaldy / Rob Bell, que fez a pole da GT2 com uma Ferrari F430. Richard Westbrook / Emmanuel Collard saem em 10º no grid e segundo na divisão.
Os argentinos largam no meio do pelotão. Luis Perez Companc / Matías Russo (Advanced Racing PeCom Engineering) saem em 19º geral e oitavo na GT2 com uma Ferrari F430. Três posições abaixo, estão Esteban Tuero / Gastón Mazzacane, a bordo de uma velha Ferrari 550 Maranello. Menos mal que três carros da classe GT1 ficaram atrás deles.
A largada da corrida inaugural do FIA GT, com duas horas de duração, acontece às 8h30, hora de Brasília.
Com um pé nas costas
Além da corrida ter sido desprovida de grandes emoções, chega a assustar o baixo número de carros na pista - apenas 12, de oito equipes, todas sediadas no Brasil. Nenhum piloto ou escuderia da Argentina se dispõe a competir no certame, embora os motores sejam preparados em Córdoba, na oficina de Oreste Berta.
Amanhã de manhã acontece a 2ª etapa, e Denis Navarro larga, de novo, na pole position.
O resultado final:
1. Denis Navarro (Cesário Fórmula), 25 voltas em 31'00"746, média de 178,71 km/h
2. Nelson Merlo (Bassani Racing), a 13"523
3. Pedro Nunes (Cesário Fórmula), a 14"483
4. Felipe Ferreira (Bassan Motorsport), a 20"228
5. Werner Neugebauer (PropCar), a 29"172
6. Luiz Boesel (Razia Sports), a 46"901
7. Leonardo de Souza (Kemba Racing), a 57"453
8. Leonardo Cordeiro (Cesário Fórmula), a 2 voltas
9. Eduardo Leite (Razia Sports), a 3 voltas
10. Fernando Galera (PropCar), a 5 voltas
Não completaram a primeira volta: Leonardo Otero (Nacional Sports) e Rodolpho Santos (Amir Nasr Racing)
Dose dupla

Promessas... promessas...
Choveu durante todo o dia de ontem do outro lado do mundo, e a pista não secou o suficiente para a realização da corrida. A situação mais crítica aconteceu na curva à qual me referi na abertura do tópico, porque a água simplesmente brotava do asfalto. E por mais que os comissários tentassem resolver o problema, não foi possível ter corrida. Assim, pelo menos por enquanto, as 300 Milhas de Motegi estão temporariamente adiadas para hoje, às 23 horas (de Brasília) - sabe-se lá se com transmissão ao vivo para o Brasil.
Bem... ontem foi aquela mesmíssima cantilena: de que a IRL terá uma prova de rua em Recife, entre 26 e 28 de setembro, na praia de Boa Viagem.
Muito bem... gostaria que os pernambucanos e recifenses aparecessem ao blog para dizer se é viável ou não um circuito de rua no litoral da capital. Porque já li por aí que é impossível.
Outra coisa... embora TG tenha assinado um contrato com o pessoal que administra o Chicagoland Speedway para que lá seja realizada a última etapa do campeonato - e é o que o calendário diz, por enquanto - acho que os pilotos vão fazer pressão pra que a Austrália entre já para a IRL com a espetacular pista de rua de Surfers Paradise.
Antes que me tomem como uma pessoa "do contra", eu sou partidário de que quanto mais eventos de importância para o esporte a motor, melhor. Gostaria da Motovelocidade de volta ao Brasil, da Le Mans Series e também da IRL. Mas em autódromos seguros e bons.
Em pista de rua, francamente, não dá.
Sexta-feira, 18 de Abril de 2008
Velório veloz: começam os treinos em Long Beach
O piloto da Newman-Haas-Lanigan fez o tempo de 1'08"286 (166,972 km/h de média), exato um décimo de segundo mais rápido que o canadense Alex Tagilani, que alinha o único carro da Walker Racing. Will Power (Pacific Coast) foi o terceiro e Mario Dominguez, da Pacific Coast, o quarto mais rápido.
Entre os brasileiros, surpreendentemente o mais rápido foi Antonio Pizzonia, que no carro da Rocketsports ficou com a oitava posição - 1'09"228. Enrique Bernoldi (Conquest Racing) foi o 12º colocado, com Bruno Junqueira em décimo-quarto, Roberto Pupo Moreno em 17º e Mário Moraes em 18º. Como se supunha, o pior tempo do dia foi do finlandês Juho Annala, a 4"765 da marca de Justin Wilson.
Enquanto isto, no outro lado do planeta, a IRL vai disputar sua prova nesta madrugada em Motegi. Choveu na classificação e Hélio Castroneves, que faz neste fim de semana sua 100ª prova pela categoria estadunidense, foi "premiado" com a pole position para a corrida - que deve ser a última no Japão - e terá 18 pilotos na pista. Se o sono não me nocautear, vou tentar assistir.
A VOLTA
Rápido, bonito, mas pouco resistente: o Fitti-Porsche é parte da rica história do automobilismo brasileiro
A ligação da família Fittipaldi com carros Porsche vem de muito tempo. Em 1967, eles construíram com base num chassi de Porsche 550 RS, o protótipo Fitti-Porsche - que naquela época era o carro mais rápido do país. Se velocidade era o forte do belo carro, que nas Mil Milhas daquele ano marcou a pole position com o inacreditável tempo de 3'31"8, a resistência deixava a desejar. Mas os irmãos marcaram história pela ousadia e pela competência em fazer um carro que em matéria de rapidez só seria suplantado pela Alfa P33 importada pela Jolly-Gancia, impecavelmente conduzida por Marivaldo Fernandes e José Carlos Pace.
Agora, 41 anos depois daquela aventura e trinta e três desde que os dois estavam juntos numa mesma pista - Emerson no McLaren M23 número 1, com o status de bicampeão mundial, e Wilsinho como piloto-construtor-chefe de equipe do Copersucar FD02 número 30, os dois reúnem forças novamente.
Avôs, sexagenários, com velocidade e gasolina nas veias.
Bem-vindos de volta, irmãos Fittipaldi!
Quinta-feira, 17 de Abril de 2008
Um ano voando baixo
Rafael é um dos bons valores da nova geração de jornalistas especializados em automobilismo e felizmente se inclui entre os que sem dúvida nenhuma irão preencher a lacuna que a velha guarda capitaneada pelos craques Carsughi, Regi, Lito, Zampa, Lívio e Castilho irá deixar num futuro próximo.
O que não pegou bem - e alguns internautas hão de concordar, é o festival de balões coloridinhos, a caixinha de presente e o bolinho que o editor de arte do site colocou na tarja de abertura do blog. Ficou parecendo mais uma confraternização de "Priscila, a Rainha do Deserto". Eu hein...
Zoações à parte, o Rafael merece todo nosso apreço e que o Voando Baixo continue aí firme e forte, por muito tempo.
Parabéns, rachador!
A história do cigarro na Fórmula 1 (II) - Marlboro / 1970 em diante
Beltoise na última vitória da BRM em Mônaco: começa o mundo de Marlboro na Fórmula 1
Mas o boom aconteceu mesmo dois anos mais tarde, quando o GP da Argentina, primeiro da temporada de 1972, viu um enxame de BRMs pintadas de vermelho e branco, as cores do maço tradicional de Marlboro. A equipe inglesa, a caminho da decadência, venceria naquele ano sua última corrida em Mônaco, com Jean-Pierre Beltoise.
Em 1973, Frank Williams também teve a pintura Marlboro em seus carros. Aqui Henri Pescarolo (e seu indefectível capacete verde) guia o ISO
No ano seguinte, ao mesmo tempo que a escuderia de Sir Louis Stanley cumpria seu último ano de contrato e Frank Williams conseguia o apoio da Marlboro para sua então modestíssima equipe, Emerson Fittipaldi fechou com a McLaren e levou consigo o patrocínio da Phillip Morris. Por nada menos que 22 anos, foi difícil dissociar a Marlboro da equipe então dirigida por Teddy Mayer e depois comprada por Ron Dennis.
Alain Prost começou como "piloto Marlboro" em 1980, último ano da McLaren sob a direção de Teddy Mayer

Patrick Depailler acelera a Alfa 179C em Long Beach, 1980
O maior de todos também carregou em sua Ferrari as cores da Marlboro
Os pilotos campeões com as cores vermelha e branca do tradicional cigarro foram: Emerson Fittipaldi, James Hunt, Niki Lauda, Alain Prost, Ayrton Senna, Michael Schumacher e Kimi Räikkönen.
Começou!
As Ferrari F430 da equipe CRT fizeram 1-2 na manhã desta quinta-feira. Giuliano Losacco, que terá Walter Derani como parceiro no carro #70, virou em 1'21"179 - média de 163,860 km/h. Praticamente meio segundo mais lento, Rafa Derani foi o segundo. Ele, que terá Cacau Ricci como parceiro, marcou 1'21¨621. Ricardo Rosset, estreando - e bem - na GT3 com o único Ford GT inscrito (por enquanto) virou 1'21"680.
As atividades de pista continuam nesta tarde e está confirmado que a "dupla dinâmica" Sergio Mauricio / Rodrigo Mattar comanda a transmissão dos VTs da GT3 sábado e domingo.
Quarta-feira, 16 de Abril de 2008
Mau exemplo
Não custa nada lembrar: o jogador tem apenas 23 anos - faz 24 em dezembro deste ano. E um atleta de 23 anos, que já acumula a quantidade de clubes que ele tem no currículo - Fluminense (duas vezes), FC do Porto, Corinthians, Werder Bremen e São Paulo - não vai chegar a lugar algum na carreira.
Carlos Alberto se assemelha a outro jogador formado no Fluminense: Roger. Tem algum talento, lampejos de craque, mas não é decisivo - embora José Mourinho, quando trabalhou com ele em Portugal, gostasse muito dele. São dois jogadores que além de não terem estofo de campeões são péssimos exemplos de comportamento dentro e fora de campo.
Enfim, para mim não foi nenhuma surpresa que ele durasse tão pouco no elenco do São Paulo. Agora que o clube terá a opção de substituir três atletas que jogaram na primeira fase da Libertadores, para a próxima, é sabido que a camisa 19 passará para outro atleta.
A decisão do afastamento de Carlos Alberto partiu do próprio presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio. E ninguém mais autorizado a fazê-lo, pois se o investimento feito no empréstimo e no pagamento dos altos salários do jogador só resultou em prejuízo...
Side-Car na Indy?


A história do cigarro na Fórmula 1 (I) - Gold Leaf / 1968 a 1971

Subiu no telhado
A crise da SA é evidente desde a pré-temporada. Com a verba reduzida a pedido de Ross Brawn, que exigiu mais dinheiro para o programa de desenvolvimento da matriz, a filial se viu às voltas com problemas insolúveis nos testes. Takuma Sato, Anthony Davidson e o piloto de testes James Rossiter pouco guiaram. Nos treinos livres das três primeiras corridas, os titulares faziam o mínimo de quilometragem. Até que o SA08 - uma versão "menos piorada" do Honda RA107 do ano passado - mostrou alguma confiabilidade, pois só na Austrália seus dois pilotos abandonaram.
O comunicado do rompimento do acordo, com pouquíssimas linhas, dizia o seguinte:
"A Super Aguri confirma que foi informada pelo Magma Group, potencial comprador da equipe, de que seus investidores não desejam mais injetar os fundos necessários para a aquisição da escuderia. É com imenso pesar que Aguri Suzuki agora é forçado a considerar o futuro da equipe. Contudo, as negociações com outras partes continuam".
Veremos se realmente isto acontecerá. Mas que o futuro é bastante incerto, isto é fato.
De cara nova
O campeonato de 2008 começa no próximo domingo em Curitiba, no Paraná, em conjunto com a Copa Clio e a Fórmula 3 sul-americana. Estaremos ligadíssimos no evento.
A GT3 terá transmissão das duas provas em VT na íntegra pelo Sportv 2 no fim de semana. A prova de sábado, com largada às 15h25 (horário de Brasília), será exibida às 18h30. A corrida do domingo, por sua vez, começa às 13h15 e terá exibição prevista para 20h10.
Salvo qualquer imprevisto, estarei nos comentários ao lado do craque Sergio Mauricio. Conto com a audiência de vocês.
Em tempo: ao que parece, não será desta vez que o Ford GT de Nelson Piquet vai para a pista. O único carro da marca estadunidense que chegou por aqui será partilhado por Walter Salles e Ricardo Rosset.
14 dias
Está chegando aí uma novidade.
Não, não vou contar. Por enquanto.
Mas todos os leitores do blog logicamente saberão.
Terça-feira, 15 de Abril de 2008
Renata Fronzi
Ela nasceu na Argentina, filha de pais italianos, mas rapidamente chegou ao Brasil, precisamente em Santos, no litoral de São Paulo. Nos anos 40, foi vedete de teatro de revista e de rebolado, trabalhando na Companhia de Eva Todor e também com Walter Pinto. Há quem diga que naquela época, Renata era uma das mulheres mais bonitas do país. Não à toa, foi incluída na lendária lista das "Certinhas do Lalau", de Sérgio Porto.
No fim dos anos 40, ela casou com César Ladeira, conhecido locutor da Era de Ouro do Rádio, na Nacional. Um dos filhos do casal é Renato Ladeira, que foi produtor de trilhas sonoras de novelas e vocalista da banda Herva Doce - aquela mesma de "Amante Profissional".
Seu último trabalho como atriz foi em "Coisas de Mulher" (2005), filme de Eliana Fonseca. Antes, ela trabalhara em "Copacabana" (2001), de Carla Camurati. Na televisão, a aparição derradeira de Renata Fronzi foi num episódio de Você Decide, há oito anos. Recentemente, a Bandeirantes passava em reprise o humorístico Bronco, onde ela vivia a personagem Helena, irmã do trambiqueiro Carlo Bronco Dinossauro, do hilário e saudoso Ronald Golias.
Nos anos 70 e 80 ela fez dezenas de novelas pela Globo, mas jamais conseguiu se dissociar do estrondoso sucesso de sua... Helena (quanta coincidência!) do seriado Família Trapo, da Record, onde dividia o palco com Ronald Golias, Jô Soares, Otelo Zeloni e outros.
Mortadelo e Salaminho

Professor Pardal faz escola

Segunda-feira, 14 de Abril de 2008
Trinta e um em Silverstone (atualizado)
Eis os inscritos:
GT1
1. Michael Bartels / Andrea Bertolini
Vitaphone Racing Team - Maserati MC12
2. Xandinho Negrão / Miguel Ramos
Vitaphone Racing Team - Maserati MC12
3. Xavier Maassen / Christophe Bouchut
Selleslagh Racing Team (SRT) - Corvette C6-R
4. Bert Longin / Anthony Kumpen
Peka Racing N.V. - Saleen S7-R
5. Jean-Denis Deletraz / Marcel Fässler
Carsport Phoenix - Corvette C6-R
6. Fabrizio Gollin / Mike Hezemans
Carsport Phoenix - Corvette C6-R
7. Vincent Vosse / Grégory Franchi
Larbre Competition - Saleen S7-R
8. Roman Rusinov / Peter Kox
Reiter Engineering - Lamborghini Murciélago GT-R
10. Allan Simonsen / Philipp Peter
Gigawave Motorsport - Aston Martin DBR9
12. Alexander Talkanitsa / Wolfgang Kaufmann
AT Racing - Corvette C5-R
13. Andrea Piccini / Jos Menten
RBImmo - Saleen S7-R
15. Peter Kutemann / Ben Aucott
JMB Racing- Maserati MC12
33. Karl Wendlinger / Ryan Sharp
JetAlliance Racing - Aston Martin DBR9
36. Lukas Lichtner-Hoyer / Alexander Müller
JetAlliance Racing - Aston Martin DBR9
37. Gastón Mazzacane / Esteban Tuero
Escudería ACA Argentina - Ferrari 550 Maranello
GT2
50. Gianmaria Bruni / Toni Vilander
AF Corse Motorola - Ferrari F430
51. Thomas Biagi / Christian Montanari
AF Corse Motorola - Ferrari F430
55. Rob Bell / Andrew Kirkaldy
CR Scuderia - Ferrari F430
56. Tim Mullen / Chris Niarchos
CR Scuderia - Ferrari F430
57. Fabrizio del Monte / Henri Moser
Kessel Racing - Ferrari F430
59. David Ashburn / Richard Williams
Trackspeed - Porsche 997 GT3 RSR
60. Mikael Forsten / Markus Palltala
Prospeed Competition - Porsche 997 GT3 RSR
61. Emmanuel Collard / Richard Westbrook
Prospeed Competition - Porsche 997 GT3 RSR
62. Fabio Babini / Jamie Davies
Scuderia Ecosse - Ferrari F430
77. Paolo Ruberti / Matteo Malucelli
BMS Scuderia Italia - Ferrari F430
78. Joel Camathias / Davide Rigon
BMS Scuderia Italia - Ferrari F430
95. Luis Perez Companc / Matías Russo
Advanced Engineering PeCom Racing Team - Ferrari F430
G2
101. Bas Leinders / Renaud Kuppens
Belgian Racing - Gillet Vertigo
103. Alés Jirasek / Adam Lacko
Go To One Racing - Mosler MT900R
104. Kenneth Heyer / Stephen Vojtech
Go To One Racing - Mosler MT900R
111. Miro Konopka / Mauro Casadei
ARC Bratislava - Saleen S7-R
Dezoito, e só
Na verdade, quem vai correr em Motegi é quem efetivamente pertencia à IRL antes de nove pilotos e cinco escuderias da ChampCar mudarem de categoria para formar a IndyCar Series. Em Long Beach, na prova que também contará pontos para este campeonato, há 20 pilotos inscritos.
Os 18 nomes de Motegi são os seguintes:
2. Tony Foyt / Vision Racing
3. Hélio Castroneves / Penske
4. Vítor Meira / Panther
6. Ryan Briscoe / Penske
7. Danica Patrick / Andretti-Green
9. Scott Dixon / Chip Ganassi
10. Dan Wheldon / Chip Ganassi
11. Tony Kanaan / Andretti-Green
14. Darren Manning / Foyt Racing
15. Buddy Rice / Dreyer & Reinbold
17. Ryan Hunter-Reay / Rahal-Letterman
20. Ed Carpenter / Vision Racing
23. Townsend Bell / Dreyer & Reinbold Racing
24. Jay Howard / Roth Racing
25. Marty Roth / Roth Racing
26. Marco Andretti / Andretti-Green
27. Hideki Mutoh / Andretti-Green
77. Roger Yasukawa / Curb-Agajanian Beck Motorsports
Simplesmente um primor!

Satanésio
Desenhado por Ruy Perotti, o mesmo criador do Sujismundo, Satanésio era um diabo que, carente de "clientes" para lhe fazerem companhia no andar de cima, veio em pessoa para o andar de cima cooptar adeptos para o inferno. Ele não se conformava dos humanos terem transformado a Terra em algo parecido com o seu habitat. Pior ainda: teve que conviver com Anjoca, um anjo da guarda que provocava chuvas para Satanésio tomar banho!
O lema da personagem era: "Revista imbecil, onde sempre levo a pior."
Satanésio durou muito pouco nos quadrinhos. Foram apenas quatro revistinhas lançadas pela Editora Abril. Mas os fãs permanecem por aí e são praticamente os mesmos de outra publicação de curtíssima duração: a Crás!, que teve escassos seis números e onde, além do Satanésio, despontaram tipos como Kactus Kid, Filomena, Nina, Vavavum, O Retrato do Mal, Zing Zong, Alex & Cris, Bingo, Zodíaco, Januária, entre outros.
Clip da semana - Everyday Is Like Sunday
Morrissey lançou um trabalho na época de muito boa qualidade, que abria com a ótima "Suedehead" e tinha outras músicas muito boas, como esta do clip abaixo - "Everyday Is Like Sunday".
Domingo, 13 de Abril de 2008
Stockadas - VI

Sábado, 12 de Abril de 2008
Lorenshow, parte 3

Pensaram que eu ia esquecer do Mundial de Motovelocidade que tem corrida também neste domingo, a partir de 7h15 com transmissão do Sportv 2 - sendo que a 250cc e a MotoGP ao vivo e a classe 125cc em VT às cinco da tarde, no mesmo canal...
Engano dos leitores. Até por que, como esquecer que Jorge Lorenzo, o marrento estreante espanhol na categoria máxima cravou a terceira pole position em três corridas até aqui disputadas?
Sem dúvida, o jovem piloto da Yamaha é dono de uma velocidade estonteante em qualificação, mas falta-lhe - ainda - o ritmo de corrida para enfim chegar à primeira vitória, algo que ele ainda não conseguiu.
Lorenshow foi o melhor da qualificação do GP de Portugal, no circuito do Estoril, superando o desafeto e compatriota Dani Pedrosa, da Honda, por 0"233 e Valentino Rossi, que sofreu um acidente no terceiro treino livre, ficou a 0"484 do espanhol - que tem pneus Michelin montados em sua moto, enquanto Vale corre de Bridgestone.
Por sinal, Rossi foi o único com os pneus japoneses nas duas primeiras filas do grid, pois o campeão mundial Casey Stoner não foi além de nono, liderando todos os outros pilotos cujas motos têm o pneu Bridgestone. Mais uma vez, Marco Melandri foi a decepção da qualificação, com o 17o. e penúltimo tempo entre os dezoito inscritos.
Stockadas - V

Um bom vinho, todos sabem, fica melhor com o tempo. O clichê é antigo, mas cai como uma luva para Ingo Hoffmann. O "senhor Stock", a lenda viva da categoria, 55 anos de idade, 30 temporadas na categoria, ficou com a pole position para a etapa de abertura do campeonato amanhã em Interlagos. O Alemão não saía da posição de honra num pelotão de largada havia seis anos, quando foi inclusive campeão da categoria.
A Stock iniciou hoje o formato de classificação com dois nocautes e a Superpole com três "match races" de duas voltas cada, onde Thiago Camilo enfrentou Cacá Bueno; Marcos Gomes correu contra Antônio Jorge Neto e Ricardinho Maurício se defrontou com Ingo.
Vale ressaltar que o piloto da WA Mattheis fora o mais rápido na Q2, que tinha 15 dos 34 pilotos que inicialmente compuseram a primeira parte da classificação. Como era de se esperar, muita gente boa sequer passou da primeira parte da sessão, casos de Hoover Orsi (16o.), Giuliano Losacco (19o.), Duda Pamplona (20o.), Rodrigo Sperafico (23o.) e Felipe Maluhy (26o.).
Veja o grid completo:
1. Ingo Hoffmann (AMG / Mitsubishi)
2. Thiago Camilo (Wogel / Chevrolet)
3. Antônio Jorge Neto (RC Competições / Mitsubishi)
4. Ricardo Maurício (WA Mattheis / Peugeot)
5. Cacá Bueno (RC Competições / Mitsubishi)
6. Marcos Gomes (A. Mattheis / Chevrolet)
7. Guto Negrão (Wogel / Chevrolet)
8. Luciano Burti (Action Power / Peugeot)
9. Átila Abreu (JF Racing / Chevrolet)
10. Pedro Gomes (Bassani RC3 / Peugeot)
11. David Muffato (Bassani RC3 / Peugeot)
12. Daniel Serra (Amir Nasr Racing / Chevrolet)
13. Popó Bueno (Hot Car / Chevrolet)
14. Valdeno Brito (A. Mattheis / Chevrolet)
15. Nonô Figueiredo (Pamplona Motorsport / Mitsubishi)
16. Hoover Orsi (Amir Nasr Racing / Chevrolet)
17. William Starostik (WA Mattheis / Peugeot)
18. Lico Kaesemodel (AMG / Mitsubishi)
19. Giuliano Losacco (JF Racing / Chevrolet)
20. Duda Pamplona (Pamplona Motorsport / Mitsubishi)
21. Tarso Marques (Action Power / Peugeot)
22. Alceu Feldmann (Boettger / Chevrolet)
23. Rodrigo Sperafico (Avallone Motorsport / Mitsubishi)
24. Ricardo Zonta (L&M Racing / Peugeot)
25. Juliano Moro (Hot Car / Chevrolet)
26. Felipe Maluhy (Avallone Motorsport / Mitsubishi)
27. Allam Khodair (Boettger / Chevrolet)
28. Thiago Marques (Action Power / Peugeot)
29. Norberto Gresse (Nova RR / Peugeot)
30. Ricardo Sperafico (L&M Racing / Peugeot)
31. Carlos Alves (Nascar Motorsport / Mitsubishi)
32. Thiago Medeiros (Nascar Motorsport / Mitsubishi)
33. André Bragantini Jr. (Nova RR / Peugeot)
34. Antonio Pizzonia (Action Power / Peugeot)
Stockadas - IV
Confira o grid:
1. Paulo Salustiano (Full Time Sports / Peugeot 307) - 1'44"441
2. Fábio Carreira (RCM Motorsports / Mitsubishi) - 1'44"466
3. Afonso Bastos (F&F Racing / Peugeot 307) - 1'44"664
4. Diogo Pachenki (Pachenki / Mitsubishi) - 1'44"731
5. Galid Osman (Scuderia 111 / Chevrolet) - 1'44"775
6. Beto Giorgi (RCM Motorsports / Mitsubishi) - 1'44"820
7. Lico Kaesemodel (AMG / Mitsubishi) - 1'44"943
8. Alexandre Cunha (Scuderia Tekprom / Peugeot 307) - 1'44"955
9. Luiz Carreira Jr. (Carreira Racing / Chevrolet) - 1'44"958
10. Renato Russo (ATW Sports / Peugeot) - 1'45"038
Stockadas - III
Os 10 primeiros do grid:
1. Gustavo Sondermann / Chevrolet - 1'45"710
2. Paulo Salustiano / Chevrolet - 1'45"796
3. Felipe Lapenna / Chevrolet - 1'45"898
4. Thiago Riberi / Chevrolet - 1'47"160
5. Dudu Massa / Chevrolet - 1'47"264
6. Victor Genz Rosa / Mitsubishi - 1'47"418
7. Rafael Iserhard / Mitsubishi - 1'48"196
8. João Federowicz / Chevrolet - 1'48"526
9. Marcos Ramalho / Chevrolet - 1'48"748
10. Carlo Kain / Chevrolet - 1'48"993
Sexta-feira, 11 de Abril de 2008
Indy 500 - primeira chamada
Constam da lista os 26 pilotos que competiram na prova de St. Petersburg, além das já previstas inscrições de Tomas Scheckter, Max Papis e Sarah Fisher, além de algumas surpresas, como a aparição de Larry Foyt e a de Alex Lloyd num carro inscrito em conjunto por Chip Ganassi e Bobby Rahal.
Alguns dos carros estão com nomes em aberto, mas vamos e venhamos: quase 40 inscritos de saída certamente é algo que está deixando Tony George, o todo-poderoso dono de Indianápolis e também da IRL, muito contente.
Os inscritos são:
2. Tony Foyt / Vision Racing
3. Hélio Castroneves / Team Penske
4. Vítor Meira / Panther Racing
5. Oriol Serviá (R) / KV Racing Technology
6. Ryan Briscoe / Team Penske
7. Danica Patrick / Andretti Green Racing
8. Will Power (R) / KV Racing Technology
9. Scott Dixon / Chip Ganassi Racing
10. Dan Wheldon /Chip Ganassi Racing
11. Tony Kanaan / Andretti Green Racing
12. Tomas Scheckter / Luczo Dragon Racing
14. Darren Manning / A.J. Foyt Enterprises
15. Buddy Rice / Dreyer & Reinbold
16. Alex Lloyd (R) / Rahal Letterman with Chip Ganassi
17. Ryan Hunter-Reay (R) / Rahal Letterman Racing
18. Bruno Junqueira / Dale Coyne Racing
19. Mário Moraes (R) / Dale Coyne Racing
20. Ed Carpenter / Vision Racing
21. TBA / Playa del Racing
22. TBA / Vision Racing
23. Milka Duno / Dreyer & Reinbold
24. Jay Howard (R) / Roth Racing
25. Marty Roth / Roth Racing
26. Marco Andretti / Andretti Green Racing
27. Hideki Mutoh (R) / Andretti Green Racing
33. Ernesto Viso (R) / HVM Racing
34. Franck Perera (R) / Conquest Racing
36. Enrique Bernoldi (R) / Conquest Racing
41. Larry Foyt / A.J. Foyt Enterprises
44. Max Papis / Sam Schmidt Motorsports
67. Sarah Fisher / Sarah Fisher Racing
77. TBA / Team Penske
83. TBA / Panther Racing
91. TBA / Hemelgarn-Johnson
98. TBA / Curb-Agajanian Beck Motorsports
99. Townsend Bell / Dreyer & Reinbold
02. Justin Wilson (R) / Newman-Haas-Lanigan
06. Graham Rahal (R) / Newman-Haas-Lanigan
TBA. TBA / PDM Racing
Stockadas - II
Copa Nextel com 34 pilotos na pista e com pneus usados os tempos ficaram um pouco longe dos registrados nos testes da semana passada. Ainda assim, o bicampeão Cacá Bueno fechou o dia baixando em 0s7 a marca da manhã, cravada por Daniel Serra. Ricardo Maurício e Hoover Orsi fecharam os três mais rápidos da sexta-feira. De negativo, a má performance de três dos quatro pilotos da Action Power, com um deles - Luciano Burti - em último.
Paulo Salustiano foi o melhor entre 40 - isso mesmo, quarenta! - carros na pista na Copa Vicar, a Stock Light. O piloto da Full Time Sports foi mais de meio segundo mais rápido que Luiz Carreira Jr., campeão de 2003, e mais rápido na sessão matinal. Boa performance também de Gustavo Sondermann, já um veterano na categoria. A Light promete, com muitas caras novas e formato multimarca. Tomara também que as corridas sejam menos acidentadas que no ano passado...
A Pick-Up que foi integrada ao programa da Stock Car, começa com o razoável número de 18 participantes e a ilustre presença de Dudu Massa, irmão do piloto de F-1 Felipe Massa. Num primeiro momento, o domínio ficou com Paulo Salustiano (olha o Beato Salu aí de novo...) e Gustavo Sondermann, que vão dar duplo expediente em 2008. Felipe Lapenna e Tiago Riberi desbancaram também a gauchada que dava as cartas na categoria.
Por fim, na Stock Júnior deu Patrick Gonçalves nas duas sessões livres de treinos da sexta-feira. A surpresa do dia foi o ótimo 2º tempo de Fábio Fogaça, filho do piloto da Truck Djalma Fogaça. Caio Travaglini, de volta à categoria, foi o terceiro melhor.
Amanhã tem mais e eu prometo tentar entender melhor o sistema de classificação para o grid da Stock, que nem os próprios pilotos conseguiram compreender. Ainda.
Só assim pra voltar às manchetes...

O nome Robert Van Winkle não significa nada para quem já viu um dia o rapaz da foto acima.
Mas se formos lembrar do apelido do cidadão - Vanilla Ice - a coisa muda de figura.
Ele foi sucesso um dia com o infame rap "Ice Ice Baby", que continha samplers de "Under Pressure", sucesso com o Queen e David Bowie. Nos anos 90, ele foi o cúmulo do mau gosto musical e da moda, tendo como companhia MC Hammer, outro que ninguém sabe, ninguém viu. Basta ver o clip para reparar no visual ridículo de cabelo escovinha, paletós bufantes com ombreira e (credo!) pantalonas.
Vanilla, err... Robert Van Winkle, hoje com 39 anos, foi preso na última quinta-feira acusado de agressão pela esposa. Ele está mantido preso sem fiança e ficará detido até ser ouvido por um juiz.
Não é a primeira vez que Vanilla, perdão... Robert faz isso: em 2001 ele saiu na porrada com a mulher e passou uma noite na cadeia.
Sessão Tex Avery - Droopy's Double Trouble
Esta produção de 1951 coloca os dois em hilárias situações com o cão Spike e no correr do desenho dá pra se ter uma pequena idéia do desfecho da história.
Divirtam-se.
Que dueto!
Ao longo de muitos anos, o programa nos trouxe situações hilárias e uma delas está no vídeo aqui abaixo, com um habitué da atração: Elton John, que diversas vezes esteve no vídeo com os bonecos, faz um dueto sensacional na estouradíssima "Don't Go Breaking My Heart", que ele gravou com sua conterrânea Kiki Dee em 1976.
Dêem só uma olhada. A dica veio do livro "Almanaque dos Anos 70", escrito pela jornalista Ana Maria Bahiana.














