Amigos, como eu tinha postado por duas vezes, deixando um mistério no ar - embora muitos já soubessem da história, hoje é dia de falar de uma novidade. E uma grande novidade.
A partir de hoje, 30 de abril, estou em novo endereço na internet.
Façam o favor de trocar em seus favoritos para este link: http://amilporhora.globolog.com.br
Espero que vocês continuem interagindo comigo tanto quanto faziam aqui no Saco de Gatos.
A fórmula que fez algum sucesso neste blog até aqui independente, vai continuar, vai ter seqüência. Muitas seções vão migrar para o novo endereço e a velocidade seguirá sendo o carro-chefe do novo blog.
Valeu por tudo! Depois de 1.866 postagens, contando com esta, deixo este endereço como uma grande lembrança de dois anos de bons momentos por aqui.
Vejo vocês no A Mil Por Hora!
Como o próprio nome diz, um balaio de gatos onde todo assunto vale a pena para ser comentado e discutido por quem escreve e por quem passa aqui: esporte, música, cinema, poesia, livros, amor, sexo, justiça, dinheiro e todos os temas e problemas do nosso cotidiano.
quarta-feira, 30 de abril de 2008
O exemplo dado lá no outro lado do mundo
Pena que no Brasil não é assim...
A Tokaï University, do Japão, apresentou no último dia 24 seu carro com que vai disputar as 24 Horas de Le Mans.
Trata-se de um Courage LC70 modificado lá mesmo pelos engenheiros formados pela Tokaï e dotado de um motor YGK com o bloco Zytek V-8 de 5 litros de capacidade cúbica e potência ao redor de 630 HP.
O protótipo, que correrá na classe LMP1 com pneus Yokohama Advan, reúne três pilotos locais que se revezarão durante a corrida: o veterano Toshio Suzuki, que venceu as 24 Horas de Daytona em 1992 pela Nissan, foi vice-campeão de Le Mans em 1999 com Toyota e fez duas provas de F-1 pela Larrousse; Masami Kageyama, sexto colocado em 2000 com o Panoz da equipe Asahi Dragon; e Haruki Kurosawa, que ano passado foi vice-campeão da LMP2 em Le Mans na companhia de Adrián Fernandez e Robbie Kerr.
Decida-se, Rubinho!
Já está ficando chato.
Até quando a imprensa será obrigada a abrir manchetes falando do recorde de GPs disputados de Rubens Barrichello?
Num mero exercício de retórica e de matemática, o piloto brasileiro já esteve presente - assim como Riccardo Patrese - em 257 eventos da Fórmula 1. Só que enquanto o italiano não correu em uma única ocasião, o GP da Argentina de 1979, Rubens aparece de fora, para efeito de estatística, em quatro.
O primeiro foi o GP de San Marino de 1994, onde bateu logo no treino livre e, hospitalizado, nem disputou a classificação. Quatro anos depois, ele foi envolvido numa tremenda confusão no GP da Bélgica, em Spa. E em 2002, nas corridas da Espanha e da França, seu carro ficou parado no grid e ele não teve condição de correr.
Em suma: Rubens tem de fato 253 GPs. Se ele conta as três corridas onde alinhou e não correu, ele vai comemorar o recorde em Mônaco. Mas de direito, ele só atinge 257 provas disputadas no GP da França, em Magny-Cours.
Decida-se, Rubinho! Depois não reclame quando o tricampeão mundial Nelson Piquet diz que a única coisa que lhe sobrou na F-1 foi superar a marca do Patrese...
Até quando a imprensa será obrigada a abrir manchetes falando do recorde de GPs disputados de Rubens Barrichello?
Num mero exercício de retórica e de matemática, o piloto brasileiro já esteve presente - assim como Riccardo Patrese - em 257 eventos da Fórmula 1. Só que enquanto o italiano não correu em uma única ocasião, o GP da Argentina de 1979, Rubens aparece de fora, para efeito de estatística, em quatro.
O primeiro foi o GP de San Marino de 1994, onde bateu logo no treino livre e, hospitalizado, nem disputou a classificação. Quatro anos depois, ele foi envolvido numa tremenda confusão no GP da Bélgica, em Spa. E em 2002, nas corridas da Espanha e da França, seu carro ficou parado no grid e ele não teve condição de correr.
Em suma: Rubens tem de fato 253 GPs. Se ele conta as três corridas onde alinhou e não correu, ele vai comemorar o recorde em Mônaco. Mas de direito, ele só atinge 257 provas disputadas no GP da França, em Magny-Cours.
Decida-se, Rubinho! Depois não reclame quando o tricampeão mundial Nelson Piquet diz que a única coisa que lhe sobrou na F-1 foi superar a marca do Patrese...
terça-feira, 29 de abril de 2008
Enigma da semana
Ridículo!
Acabo de ler que o show programado para 1º de maio na praia de Copacabana, que homenagearia com inteira justiça os 50 anos de nascimento do cantor Cazuza, falecido em 1990, não vai mais acontecer.
A ordem é da Secretaria Estadual de Segurança Pública. O motivo? Um cálculo de público estimado em 60 mil pessoas, que poderia ser bem maior por causa dos artistas que se apresentariam, entre eles Zélia Duncan, Ângela Ro Ro, Ney Matogrosso e outros.
Agora... é estranho que a Polícia tenha liberado a realização de um show da cantora baiana Cláudia Leitte para a gravação de um DVD, quando o público esperado era de 80 mil e o total de pessoas que acorreu à praia foi dez vezes maior. Houve confusão e ninguém falou nada. Por que será?
Quer dizer que uma cantora sem raízes cariocas, dona de um repertório chatíssimo e medíocre, pode tranqüilamente cantar sua musiquinha enquanto artistas que queriam homenagear um artista que foi nascido e criado no Rio não podem?
Ridículo!
Que a delegada da 12ª DP, Marta Rocha, encontre outra desculpa. Essa do cálculo errôneo de público não cola!
A ordem é da Secretaria Estadual de Segurança Pública. O motivo? Um cálculo de público estimado em 60 mil pessoas, que poderia ser bem maior por causa dos artistas que se apresentariam, entre eles Zélia Duncan, Ângela Ro Ro, Ney Matogrosso e outros.
Agora... é estranho que a Polícia tenha liberado a realização de um show da cantora baiana Cláudia Leitte para a gravação de um DVD, quando o público esperado era de 80 mil e o total de pessoas que acorreu à praia foi dez vezes maior. Houve confusão e ninguém falou nada. Por que será?
Quer dizer que uma cantora sem raízes cariocas, dona de um repertório chatíssimo e medíocre, pode tranqüilamente cantar sua musiquinha enquanto artistas que queriam homenagear um artista que foi nascido e criado no Rio não podem?
Ridículo!
Que a delegada da 12ª DP, Marta Rocha, encontre outra desculpa. Essa do cálculo errôneo de público não cola!
Por debaixo dos panos
Faz um bom tempinho que não escrevo sobre o caso Max Mosley. Os sites e demais blogs dos meus colegas já trataram de dar espaço suficiente ao assunto e deixar o leitor bem informado. O que todo mundo sabe é que o dia 3 de junho próximo é a data limite para a permanência do dirigente à frente da FIA ou da continuidade de seu mandato até as eleições.
Neste fim de semana do GP da Espanha, em Barcelona, Bernie Ecclestone tentou costurar, com a habitual lábia, um motim das equipes contra a permanência do dirigente-safadinho no comando do desporto do automóvel. Mas o motivo da tramóia, conforme dito por Fred Sabino em seu blog, não é a estripulia sexual de Mad Max Mosley. É outro: dinheiro.
Bernie Ecclestone, que é o todo-poderoso da Formula One Management (FOM), responsável pela parte de logística, promoção, televisionamento e captação de recursos da Fórmula 1, propôs a união das equipes para que o futuro presidente da FIA reparta o dinheiro arrecadado de forma mais salomônica entre as partes interessadas.
Isto posto, durante a reunião do fim de semana, oito equipes manifestaram apoio à proposta de Ecclestone: McLaren, Renault, BMW Sauber, Red Bull, Honda, Toyota, Force India e Super Aguri. Sem dúvida uma boa maioria querendo ver Mosley pelas costas.
Só que três equipes manifestaram-se contrárias: a Ferrari, a Toro Rosso e a Williams. Esta, através dos sócios Patrick Head e Frank Williams, mostrou seu desagrado ao saber que há uma manobra de bastidores para fazer de Jean Todt um candidato de consenso como oposição à figura de Mosley na FIA.
Enquanto todo mundo, nos becos e vielas dos paddocks, trama pelas costas a saída do dirigente, este parte para a ignorância: contratou um detetive particular para devassar a vida da prostituta que desgraçou sua vida no tablóide "News Of The World".
Nada mais patético.
Neste fim de semana do GP da Espanha, em Barcelona, Bernie Ecclestone tentou costurar, com a habitual lábia, um motim das equipes contra a permanência do dirigente-safadinho no comando do desporto do automóvel. Mas o motivo da tramóia, conforme dito por Fred Sabino em seu blog, não é a estripulia sexual de Mad Max Mosley. É outro: dinheiro.
Bernie Ecclestone, que é o todo-poderoso da Formula One Management (FOM), responsável pela parte de logística, promoção, televisionamento e captação de recursos da Fórmula 1, propôs a união das equipes para que o futuro presidente da FIA reparta o dinheiro arrecadado de forma mais salomônica entre as partes interessadas.
Isto posto, durante a reunião do fim de semana, oito equipes manifestaram apoio à proposta de Ecclestone: McLaren, Renault, BMW Sauber, Red Bull, Honda, Toyota, Force India e Super Aguri. Sem dúvida uma boa maioria querendo ver Mosley pelas costas.
Só que três equipes manifestaram-se contrárias: a Ferrari, a Toro Rosso e a Williams. Esta, através dos sócios Patrick Head e Frank Williams, mostrou seu desagrado ao saber que há uma manobra de bastidores para fazer de Jean Todt um candidato de consenso como oposição à figura de Mosley na FIA.
Enquanto todo mundo, nos becos e vielas dos paddocks, trama pelas costas a saída do dirigente, este parte para a ignorância: contratou um detetive particular para devassar a vida da prostituta que desgraçou sua vida no tablóide "News Of The World".
Nada mais patético.
Clip da semana - I heard it through the grapevine
Aos que se acostumaram a ouvir a canção acima com Marvin Gaye, que fez de fato uma regravação belíssima, saibam que em 1970 ela já era sucesso.
Cortesia do Creedence Clearwater Revival, que em quatro ou cinco anos emplacou um sucesso atrás do outro. "I heard it through the grapevine" é um deles.
Cortesia do Creedence Clearwater Revival, que em quatro ou cinco anos emplacou um sucesso atrás do outro. "I heard it through the grapevine" é um deles.
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Discos que já ouvi antes de morrer (XV) - Mutantes / 1969

O segundo trabalho dos Mutantes raramente é lembrado pelos críticos como um álbum bem-feito, no cenário musical brasileiro dos anos 60. Nada menos exato, pois o disco auto-intitulado, lançado pela Philips em 1969, cortou de vez o cordão umbilical que separava os garotos Serginho, Arnaldo e Rita da trupe tropicalista, uma vez que Gil e Caetano foram presos no fim de 68 - o que decretou o fim do movimento.
Entretanto, o ano que é celebrado por muitos como "aquele que não terminou" foi riquíssimo em experiências musicais para a rapaziada da Pompéia. Passaram por uma verdadeira prova de fogo na eliminatória paulista do FIC, como banda de apoio de Caetano Veloso em "É Proibido Proibir" e conquistaram a simpatia dos cariocas na apresentação da final nacional, com "Caminhante Noturno", música que rendeu ao maestro Rogério Duprat o Troféu André Kostelanetz como o autor do melhor arranjo do festival.
Pouco depois, o grupo seria convocado a ir para Cannes, no MIDEM, apresentar algumas de suas canções e isto precipitou o lançamento do segundo disco, que precisou ser concluído a toque de caixa no Estúdio Scatena, em São Paulo. Escolado no trabalho com os Mutantes, Manuel Barembein comandou a gravação, que contou com a presença de Dinho Leme tocando bateria. Dinho, para quem não sabe, é irmão do comentarista de automobilismo Reginaldo Leme, da Rede Globo, e já acompanhara o grupo no Festival Internacional da Canção.
"Caminhante Noturno" já estava pronta por causa do Festival e causou sensação em razão dos inúmeros efeitos sonoros, da voz robótica de Arnaldo falando "Rota de Colisão! Perigo! Perigo! É Proibido Proibir!" e os corinhos de "Bicha!" dirigidos a Johnny Dandurand, que aparecia de surpresa no palco do FIC para o caótico happening proposto por Caetano em "É Proibido Proibir".
Outra música também inscrita em festival e incluída no disco foi a ciranda lisérgico-roqueira "Mágica", que irritou a turma politizada que assistia o Festival da Excelsior porque era uma música, para eles, pueril demais para o Brasil de 1968 - mesmo com a citação a "Satisfaction", dos Rolling Stones, no fim da canção.
Avacalhação era com eles mesmos, tanto que "Dom Quixote", apresentada no Festival da Record com todos usando máscaras sinistras de borracha e smoking, evocava uma mistura de Dulcinéia com o Chacrinha e Sancho Pança.
A música inclusive teve que ter um verso trocado a pedido da Censura, mas os meninos e Rita Lee nem ligaram. Ao vivo, cantavam a letra como tinha sido escrita. No disco, um som fake de aplausos, encobria os versos censurados.
A jeca high-tech "2001", escrita por Tom Zé, é outra grande sacada do disco, misturando o futuro e astronautas com modinha de viola, o theremin tocado por Rita Lee e guitarras elétricas ao fundo. Foi outra música que o grupo inscreveu em festivais e que arrancou aplausos até dos que dela não gostavam.
"Não Vá Se Perder Por Aí" é outro clássico do grupo, com guitarras gritando e um vocal bem sacado de Rita e Arnaldo, que aparece com a voz totalmente diferente em "Dia 36", graças ao uso de uma voice box na saída de áudio de um órgão e de um efeito criado por Cláudio César, o Professor Pardal do grupo, que inventou o wooh-wooh, distorcendo e deixando o som do baixo como se estivesse vomitando.
As invencionices do grupo não se traduziam só na criatividade de Cláudio César. Com a ajuda do maestro Duprat, eles eletrificaram a doce "Banho de Lua", sucesso em fins dos anos 50 com Celly Campello e já esquecida em meio à cruzada tropicalista e das músicas de protesto. Fizeram de "Rita Lee" uma simpática canção, um mix de "Penny Lane" com "Ob-La-Di Ob-La-Da": com certeza algo que muita gente dos anos 80 / 90 não teve capacidade de conceber.
Ainda havia espaço para "Fuga Nº II", celebrada pelos fãs como uma das melhores músicas da história da banda, assim como "Qualquer Bobagem" (outra composição de Tom Zé), cantada... e gaguejada por Arnaldo Baptista, num dos bons momentos do disco.
Mas aquela que é considerada a maior ousadia do grupo no disco é "Algo Mais", que os Mutantes não tiveram o menor preconceito em gravar. Tratava-se de um jingle que eles compuseram para uma série de comerciais da Shell, estrelados por eles entre 68 e 69, e celebrado por Nelson Motta, que escreveu o texto da contracapa - onde aliás os três estavam caracterizados de alienígenas e com seis dedos em cada uma das mãos.
Cabe uma explicação: o disco quase se chamou O Sexto Dedo, nome de um filme de ficção científica visto pelos três e que inspirou a estranha foto tirada por Cynira Arruda. Felizmente a idéia não saiu do papel.
A centelha criativa que existia nessa época e que fez dos Mutantes uma referência musical no país, mesmo com o fim da Tropicália, rapidamente se esvaneceu. Com exceção de uma ou outra música nos três discos seguintes até 72, o grupo jamais seria o mesmo, mergulhando-se em trips egocêntricas que culminaram com a saída de Rita Lee e depois com a decadência da banda até o melancólico fim em 1978.
Ficha técnica de Mutantes
Selo: Polydor / PolyGram
Produção: Manuel Barembein
Gravado nos Estúdios Scatena em São Paulo, em dezembro de 1968
Tempo total: 42'43"
Músicas:
1. Dom Quixote (Arnaldo Baptista / Rita Lee)
2. Não Vá Se Perder Por Aí (Raphael Vilardi / Tobé)
3. Dia 36 (Johnny Dandurand / Mutantes)
4. 2001 (Tom Zé / Rita Lee)
5. Algo Mais (Mutantes)
6. Fuga Nº II (Mutantes)
7. Banho de Lua / Tintarella di Luna (B. Filippi / F. Migliacci - versão: Fred Jorge)
8. Rita Lee (Mutantes)
9. Mágica (Mutantes)
10. Qualquer Bobagem (Tom Zé / Mutantes)
11. Caminhante Noturno (Arnaldo Baptista / Rita Lee)
Made in Brasil
Esta belezinha da foto parece um Porsche, não é mesmo?
Bem... é um Porsche, mas é uma fiel réplica do carro alemão.
Trata-se do modelo Super 90 da Envemo, que foi totalmente reconstruído na oficina da Stuttgart, importadora oficial da marca alemã, em São Paulo.
Fotografei esta beleza no sábado, depois das provas da Porsche GT3 Cup Challenge em Interlagos, e quem me contou, todo orgulhoso, que o carro era "made in Brasil" foi o Douglas Pires, irmão do Dener e que é um mestre na mecânica dos carros teutônicos.
O estofamento é em couro azul, os tapetes, a forração e a capota retrátil, também. Um carro impecável, mas que conserva um segredo: o motor é Porsche 1.6, derivado do modelo 356.
E deve ser uma delícia de se dirigir!
Seriados: top 100?
A revista dos assinantes da NET (que pode ser comprada nas bancas para quem não tem a programação de TV a cabo - é o meu caso) veio com matéria de capa neste mês que termina sobre os 100 melhores seriados de todos os tempos.
A lista, como qualquer uma do gênero, suscita dúvidas.
Eu, como grande fã de Friends, acho que o 4º lugar geral atribuido ao seriado é injusto. A atração é uma das melhores em todos os tempos. Podia ser tranqüilamente Top 3 ou até a melhor de todas, primazia que coube a Seinfeld.
Como preferência não se discute...
Observe que há bastante seriados nacionais e muita coisa antiga. Mas numa lista que contempla Os Normais como a segunda melhor produção brazuca da lista (a primeira é Armação Ilimitada, sem dúvida à frente do seu tempo pela linguagem jovem, moderna e renovada), não se pode admitir que coisas bacanas como Plantão de Polícia estejam de fora.
Bem, aí está a lista:
100. Hart To Hart (Casal 20)
99. The A-Team (Esquadrão Classe A)
98. O Bem-Amado!
97. The Nanny
96. SWAT
95. Scrubs
94. My Name Is Earl
93. James West
92. Hawaii Five-O (Havaí 5-0)
91. Futurama
90. The Addams Family (A Família Addams)
89. Arrested Development
88. 21 Jump Street (Anjos Da Lei)
87. The 4400
86. O Vigilante Rodoviário
85. Cilada
84. Sanford And Son
83. A Família Trapo
82. Rin-Tin-Tin (As Aventuras de Rin Tin Tin)
81. CSI: NY
80. Kung Fu
79. Dawson’s Creek
78. All In The Family (Tudo Em Família)
77. Magnum, P.I. (Magnum)
76. Will & Grace
75. Bonanza
74. Carga Pesada
73. Monty Python’s Flying Circus
72. The Monkees (Os Monkees)
71. That ’70s Show
70. TV Pirata
69. Commissaire Maigret (Inspetor Maigret)
68. Monk
67. The Office (UK)
66. Mission: Impossible (Missão: Impossível)
65. Kojak
64. Law & Order
63. CSI: Miami
62. Ugly Betty
61. Law & Order: SVU
60. The Untouchables (Os Intocáveis)
59. Beverly Hills, 90210 (Barrados no Baile)
58. Nip/Tuck
57. Fantasy Island (A Ilha Da Fantasia)
56. The Man From UNCLE (O Agente da UNCLE)
55. Miami Vice
54. Alfred Hitchcock Presents (Alfred Hitchcock Apresenta)
53. Gilmore Girls
52. Grey’s Anatomy
51. Prison Break
50. Beavis and Butt-Head
49. Two And A Half Men
48. 3rd Rock From The Sun
47. Chips
46. National Kid
45. 30 Rock
44. Mary Tyler Moore
43. Desperate Housewives
42. The Six Million Dollar Man (O Homem De Seis Milhões de Dólares)
41. Land Of The Giants (Terra De Gigantes)
40. A Grande Família
39. MacGyver (Profissão: Perigo)
38. Absolutely Fabulous
37. Rome (Roma)
36. Os Normais
35. Curb Your Enthusiasm
34. Married… With Children (Um Amor de Família)
33. Weeds
32. The West Wing
31. The Office (US)
30. Moonlighting (A Gata E O Rato)
29. Columbo
28. ER (Plantão Médico)
27. The Time Tunnel (O Túnel do Tempo)
26. South Park
25. The Twilight Zone (Além Da Imaginação)
24. The Wonder Years (Anos Incríveis)
23. Heroes
22. I Love Lucy
21. Mash
20. Charlie’s Angels (As Panteras)
19. I Dream Of Jeannie (Jeannie É Um Gênio)
18. Six Feet Under (A Sete Palmos)
17. CSI
16. Batman
15. Star Trek (Jornada Nas Estrelas)
14. Bewitched (A Feiticeira)
13. The X-Files (Arquivo X)
12. Lost In Space (Perdidos No Espaço)
11. Armação Ilimitada
10. Get Smart (Agente 86)
9. The Simpsons (Os Simpsons)
8. House
7. 24 (24 Horas)
6. Sex And The City
5. The Sopranos (A Família Soprano)
4. Friends
3. Twin Peaks
2. Lost
1. Seinfeld
A lista, como qualquer uma do gênero, suscita dúvidas.
Eu, como grande fã de Friends, acho que o 4º lugar geral atribuido ao seriado é injusto. A atração é uma das melhores em todos os tempos. Podia ser tranqüilamente Top 3 ou até a melhor de todas, primazia que coube a Seinfeld.
Como preferência não se discute...
Observe que há bastante seriados nacionais e muita coisa antiga. Mas numa lista que contempla Os Normais como a segunda melhor produção brazuca da lista (a primeira é Armação Ilimitada, sem dúvida à frente do seu tempo pela linguagem jovem, moderna e renovada), não se pode admitir que coisas bacanas como Plantão de Polícia estejam de fora.
Bem, aí está a lista:
100. Hart To Hart (Casal 20)
99. The A-Team (Esquadrão Classe A)
98. O Bem-Amado!
97. The Nanny
96. SWAT
95. Scrubs
94. My Name Is Earl
93. James West
92. Hawaii Five-O (Havaí 5-0)
91. Futurama
90. The Addams Family (A Família Addams)
89. Arrested Development
88. 21 Jump Street (Anjos Da Lei)
87. The 4400
86. O Vigilante Rodoviário
85. Cilada
84. Sanford And Son
83. A Família Trapo
82. Rin-Tin-Tin (As Aventuras de Rin Tin Tin)
81. CSI: NY
80. Kung Fu
79. Dawson’s Creek
78. All In The Family (Tudo Em Família)
77. Magnum, P.I. (Magnum)
76. Will & Grace
75. Bonanza
74. Carga Pesada
73. Monty Python’s Flying Circus
72. The Monkees (Os Monkees)
71. That ’70s Show
70. TV Pirata
69. Commissaire Maigret (Inspetor Maigret)
68. Monk
67. The Office (UK)
66. Mission: Impossible (Missão: Impossível)
65. Kojak
64. Law & Order
63. CSI: Miami
62. Ugly Betty
61. Law & Order: SVU
60. The Untouchables (Os Intocáveis)
59. Beverly Hills, 90210 (Barrados no Baile)
58. Nip/Tuck
57. Fantasy Island (A Ilha Da Fantasia)
56. The Man From UNCLE (O Agente da UNCLE)
55. Miami Vice
54. Alfred Hitchcock Presents (Alfred Hitchcock Apresenta)
53. Gilmore Girls
52. Grey’s Anatomy
51. Prison Break
50. Beavis and Butt-Head
49. Two And A Half Men
48. 3rd Rock From The Sun
47. Chips
46. National Kid
45. 30 Rock
44. Mary Tyler Moore
43. Desperate Housewives
42. The Six Million Dollar Man (O Homem De Seis Milhões de Dólares)
41. Land Of The Giants (Terra De Gigantes)
40. A Grande Família
39. MacGyver (Profissão: Perigo)
38. Absolutely Fabulous
37. Rome (Roma)
36. Os Normais
35. Curb Your Enthusiasm
34. Married… With Children (Um Amor de Família)
33. Weeds
32. The West Wing
31. The Office (US)
30. Moonlighting (A Gata E O Rato)
29. Columbo
28. ER (Plantão Médico)
27. The Time Tunnel (O Túnel do Tempo)
26. South Park
25. The Twilight Zone (Além Da Imaginação)
24. The Wonder Years (Anos Incríveis)
23. Heroes
22. I Love Lucy
21. Mash
20. Charlie’s Angels (As Panteras)
19. I Dream Of Jeannie (Jeannie É Um Gênio)
18. Six Feet Under (A Sete Palmos)
17. CSI
16. Batman
15. Star Trek (Jornada Nas Estrelas)
14. Bewitched (A Feiticeira)
13. The X-Files (Arquivo X)
12. Lost In Space (Perdidos No Espaço)
11. Armação Ilimitada
10. Get Smart (Agente 86)
9. The Simpsons (Os Simpsons)
8. House
7. 24 (24 Horas)
6. Sex And The City
5. The Sopranos (A Família Soprano)
4. Friends
3. Twin Peaks
2. Lost
1. Seinfeld
Kova já foi para casa
Às 12h30 (hora de Brasília), o finlandês Heikki Kövalainen recebeu alta médica do Hospital General de Cataluña, após o violento acidente sofrido no GP da Espanha neste domingo em Barcelona.
Submetido a um impacto de 26G (ele bateu a 220 km/h num espaço de 100 milisegundos), Kövalainen saiu queixando-se de dores fortes no cotovelo, de acordo com a equipe. Mas uma tomografia generalizada não constatou qualquer lesão interna ou fratura. O piloto teve apenas uma concussão craniana, que pode lhe ocasionar alguma tontura e vômitos nas próximas 48 horas, mas esta é uma reação considerada normal pelos médicos.
Como o espaço de tempo entre os GPs da Espanha e da Turquia é mais do que razoável, Kövalainen não corre o mesmo risco de Robert Kubica, que bateu ano passado no Canadá e não correu nos EUA, uma semana depois, sendo substituído por Sebastian Vettel.
Submetido a um impacto de 26G (ele bateu a 220 km/h num espaço de 100 milisegundos), Kövalainen saiu queixando-se de dores fortes no cotovelo, de acordo com a equipe. Mas uma tomografia generalizada não constatou qualquer lesão interna ou fratura. O piloto teve apenas uma concussão craniana, que pode lhe ocasionar alguma tontura e vômitos nas próximas 48 horas, mas esta é uma reação considerada normal pelos médicos.
Como o espaço de tempo entre os GPs da Espanha e da Turquia é mais do que razoável, Kövalainen não corre o mesmo risco de Robert Kubica, que bateu ano passado no Canadá e não correu nos EUA, uma semana depois, sendo substituído por Sebastian Vettel.
Últimas de Le Mans: Aston confirma trios e lista de reservas só tem três carros

Atual campeã das 24 Horas de Le Mans na classe LMGT1, a Aston Martin, que neste ano presta uma homenagem à primeira vitória da Gulf na clássica prova francesa, há quatro décadas, confirmou hoje a formação dos dois trios de pilotos para os DBR9 que têm sido numerados como #007 e #009.
No primeiro carro, estarão dois pilotos que já passaram pela Fórmula 1 e inclusive foram companheiros na Sauber-Mercedes, não só na categoria máxima, como também no Mundial de Protótipos: Heinz-Harald Frentzen e Karl Wendlinger terão a companhia do veloz italiano Andrea Piccini, que já disputou a prova ano retrasado pela AMR.
O segundo Aston Martin da equipe Gulf reúne experts na pilotagem do carro: o australiano David Brabham, o espanhol Antonio Garcia e o escocês Darren Turner. Destes, o filho de Jack Brabham é o mais experiente em Le Mans, indo para a disputa de sua 15ª corrida.
Ao mesmo tempo, o Automóvel Clube do Oeste (ACO), organizador das 24 Horas, publicou uma nova lista de suplentes, contendo apenas e tão somente três carros:
R1 - #21 Epsilon Euskadi - Epsilon Euskadi ee01 Judd LMP1
R2 - #75 IMSA Performance Matmut - Porsche 997 GT3 RSR LMGT2
R3 - #88 Team Felbermayr-Proton - Porsche 997 GT3 RSR LMGT2
A Saulnier Racing já entrou como primeira da lista, pois a Tafel Racing caiu fora. As equipes IPB Spartak, Creation Autosportif, Spyker Squadron e Larbre Competition retiraram as inscrições de seus segundos carros. O ACO aceita substituições até o dia 23 de maio, quando sai a lista oficial dos 55 participantes dos treinos livres e classificatórios.
No primeiro carro, estarão dois pilotos que já passaram pela Fórmula 1 e inclusive foram companheiros na Sauber-Mercedes, não só na categoria máxima, como também no Mundial de Protótipos: Heinz-Harald Frentzen e Karl Wendlinger terão a companhia do veloz italiano Andrea Piccini, que já disputou a prova ano retrasado pela AMR.
O segundo Aston Martin da equipe Gulf reúne experts na pilotagem do carro: o australiano David Brabham, o espanhol Antonio Garcia e o escocês Darren Turner. Destes, o filho de Jack Brabham é o mais experiente em Le Mans, indo para a disputa de sua 15ª corrida.
Ao mesmo tempo, o Automóvel Clube do Oeste (ACO), organizador das 24 Horas, publicou uma nova lista de suplentes, contendo apenas e tão somente três carros:
R1 - #21 Epsilon Euskadi - Epsilon Euskadi ee01 Judd LMP1
R2 - #75 IMSA Performance Matmut - Porsche 997 GT3 RSR LMGT2
R3 - #88 Team Felbermayr-Proton - Porsche 997 GT3 RSR LMGT2
A Saulnier Racing já entrou como primeira da lista, pois a Tafel Racing caiu fora. As equipes IPB Spartak, Creation Autosportif, Spyker Squadron e Larbre Competition retiraram as inscrições de seus segundos carros. O ACO aceita substituições até o dia 23 de maio, quando sai a lista oficial dos 55 participantes dos treinos livres e classificatórios.
Roube com moderação?
Ricardo Divila, antenado com tudo, manda e-mail mostrando um interessante ranking. Em 2006, o Brasil conseguiu a classificação de "corrupção moderada" no Índice Global de Integridade.

De acordo com a reportagem de Carlos Tautz, o país leva à risca a chamada lei de Gérson - em referência mais do que explícita ao comercial do cigarro Vila Rica, onde o meio-campista (que era fumante notório) dizia para a câmera.
"Gosto de levar vantagem em tudo, certo?"
E nessa de "levar vantagem" é que o Brasil tem 73 de 100 pontos possíveis no ranking mundial da corrupção, levantado pelo Global Integrity Index.

O gráfico acima indica que os problemas mais graves de corrupção são dentro da sociedade civil e na administração política - haja visto o que acontece nas esferas executivas nas cidades, nos estados e principalmente em Brasília. Mas é interessante perceber que no ranking regional das Américas - Latina e do Norte - o Brasil está ligeiramente atrás da Argentina e bem distante do líder do continente, os EUA.
Como o índice se baseia no "quanto menos pontos, mais corrupção", nota-se que Guatemala e México estão piores do que nós.
Mas será? Com escândalos grassando por aqui desde o conturbado período de Collor como presidente, passando pelas manipulações de FH que acobertaram dezenas de inquéritos parlamentares e as bordoadas que todo mundo senta no governo do Lula, é possível que neste país se "roube com moderação"?
Eu não acredito em coelhinho da páscoa, você acredita?
domingo, 27 de abril de 2008
Iguais, pero no mucho
Discos que já ouvi antes de morrer (XIV) - Bayou Country / 1969

John Fogerty e Doug Clifford montaram os grupos The Visions e The Golliwogs antes de irem para o exército estadunidense. Quando saíram do serviço militar obrigatório, o irmão de Jon, Tom Fogerty e Stu Cook se juntaram a eles para montar o Creedence Clearwater Revival, que em 1968 gravou e lançou seu primeiro disco, auto intitulado, que continha os clássicos "I Put A Spell On You" e "Susie Q" .
O segundo trabalho é ainda melhor. Bayou Country é irresistível. Puro rock and roll do Mississipi, resvalando no blues de raiz e na música country. Nada mais lógico que o álbum tenha como título uma referência aos alagados que vão do Texas à Louisiana e também aos nativos Cajun e Creole, da região.
Interessante é saber que John Fogerty de sulista nada tem. Ele é da Califórnia, mas isto em nada empana o brilho do CCR. O álbum Bayou Country é repleto de grandes músicas, a começar pela faixa título, "Born On The Bayou", passando por uma versão revisitada e acelerada de "Good Golly Miss Molly", clássico cantado por Little Richard nos anos 50.
"Proud Mary", porém, é o primeiro single que leva os quatro rapazes ao estrelato. Não foi à toa que o jornalista Dave Marsh, em artigo escrito há quase 30 anos, colocou o Creedence como a melhor banda de singles dos EUA. É bem possível que tenha sido, pois a partir daí, foram mais outros sete trabalhos vendidos no formato que renderam ao CCR sete discos de ouro e platina pelos dois anos e meio seguintes.
Ficha técnica de Bayou Country
Selo: Fantasy / PolyGram
Produção: John Fogerty
Gravado nos estúdios RCA em Los Angeles, no segundo semestre de 1968
Tempo total: 34'05"
Músicas:
1. Born On The Bayou (Fogerty)
2. Bootleg (Fogerty)
3. Graveyard Train (Fogerty)
4. Good Golly Miss Molly (Robert Blackwell / John Marascalco)
5. Penthouse Pauper (Fogerty)
6. Proud Mary (Fogerty)
7. Keep On Chooglin' (Fogerty)
IMPRESSIONANTE!
Já tem no Youtube o acidente monumental de Stéphane Ortelli nos 1000 km de Monza. Imagens retiradas da televisão tcheca.
O acidente é assustador! E é impressionante que Ortelli, de 38 anos de idade, tenha tido apenas um tornozelo fraturado. As chances deste carro ser reconstruído para os 1000 km de Spa, daqui a duas semanas, são mínimas. E a participação do piloto nas 24 Horas de Le Mans corre riscos.
O acidente é assustador! E é impressionante que Ortelli, de 38 anos de idade, tenha tido apenas um tornozelo fraturado. As chances deste carro ser reconstruído para os 1000 km de Spa, daqui a duas semanas, são mínimas. E a participação do piloto nas 24 Horas de Le Mans corre riscos.
O invicto
O protótipo Peugeot 908 HDi FAP permanece invicto na Le Mans Series. Hoje, com 44 carros no grid, foi disputada a 2ª corrida do campeonato, os 1000 km de Monza. E se na primeira corrida, deu Gené / Minassian, hoje foi a vez de Pedro Lamy / Stéphane Sarrazin faturarem o troféu de campeões - e com alguma dificuldade, visto que o Audi R10 TDi de Mike Rockenfeller / Alexandre Prémat não lhes deu trégua ao longo de 173 voltas. Tanto que a dupla franco-alemã chegou meros 47"672 atrás, uma diferença considerada pequena para uma prova longa.
O passeio dos carros turbodiesel foi grande no circuito transalpino, pois o 3º colocado, o Pescarolo Judd de Harold Primat / Christophe Tinseau chegou em terceiro a quatro voltas do vencedor, mas com apenas 2"113 de frente para o Creation AIM de Stuart Hall / Robbie Kerr. Hall guiou por dois terços da prova e foi um dos grandes destaques da competição.
Minassian / Gené, apesar dos problemas iniciais, salvaram um bom quinto lugar, adiante do Audi de McNish / Capello, que chegou em sexto. A Rollcentre Racing marcou mais dois pontos na divisão LMP1, com Vanina Ickx / Duncan Tappy.
Entre os abandonos desta divisão, o mais marcante foi o do Courage Oreca de Soheil Ayari / Stéphane Ortelli, com este último ao volante. Com pouco mais de 4 horas de prova e 147 voltas de prova completadas, o piloto francês perdeu o controle do protótipo em razão de uma quebra, não acertou o Audi de Allan McNish por um triz e capotou inacreditáveis sete vezes antes de se destruir por completo. Motor e câmbio foram para um lado e a célula de sobrevivência pro outro.
Ortelli sofreu fratura de tornozelo, dificilmente correrá em Spa daqui a duas semanas e sua presença nas 24 Horas de Le Mans já é tida como incerta.
Na classe LMP2, o Porsche RS Spyder do Team Essex comandou a trifeta na divisão. John Nielsen / Casper Elgaard venceram com 26"582 de vantagem para Jos Verstappen / Peter Van Merksteijn, que permanecem líderes do campeonato. Jan Lammers / Fredy Lienhard / Didier Theys fecharam um glorioso pódio para a marca alemã.
Thomas Erdos fez o que pôde com o Lola AER EX265 da equipe RML e foi quarto colocado na categoria, 11º na geral. Warren Hughes e Mário Haberfeld conseguiram fazer quilometragem com o Embassy Zytek WF01. Deram 155 voltas e terminaram na 18ª posição geral, oitavo na classe.
A vitória na divisão LMGT1 foi do Aston Martin DBR9 do Team Modena, com Antonio Garcia / Tomas Enge completando a prova em 15º na geral, e com apenas 12"254 de vantagem para o Vette de Beretta / Moreau / Goueslard, com quem a dupla do time britânico brigou o tempo todo. O outro Vette da Alphand chegou em terceiro e o Lambo da IPB Spartak fechou em quarto. Só estes carros participaram da prova na classe.
E na LMGT2, a Virgo Motorsport não teve vez. A vitória na pista foi do Porsche 997 GT3 RSR da IMSA Performance Matmut, numa ótima prestação de Richard Lietz / Raymond Narac. Porém, numa "canetada" dos comissários, a dupla foi desclassificada dos 1000 km de Monza. O Porsche de Lars-Erik Nielsen / Allan Simonsen / Richard Westbrook, com excelente performance deste último, herdou então a vitória. A Ferrari de Kaffer / Ehret ficou em segundo no grupo, com um carro igual, de Aucott / Daoudi, ficando na terceira posição.
Resultado dos 1000 km de Monza por categorias:
LMP1
1. Pedro Lamy / Stéphane Sarrazin
Peugeot 908 HDi FAP - 173 voltas em 4h59min07s955, média de 201,019 km/h
2. Mike Rockenfeller / Alexandre Prémat
Audi R1o TDi - 173 voltas em 4h59min55s627
3. Harold Primat / Christophe Tinseau
Pescarolo P01 Judd - 169 voltas em 5h00min03s494
4. Stuart Hall / Robbie Kerr
Creation CA07 AIM - 169 voltas em 5h00min05s607
5. Marc Gené / Nicolas Minassian
Peugeot 908 HDi FAP - 167 voltas em 5h00min09s299
6. Dindo Capello / Allan McNish
Audi R10 TDi - 166 voltas em 4h59min16s721
7. Duncan Tappy / Vanina Ickx
Pescarolo P01 Judd - 166 voltas em 5h00min52s107
8. Jan Charouz / Stefan Mücke
Lola B08/60 Aston Martin - 155 voltas em 5h00min35s416
LMP2
1. Casper Elgaard / John Nielsen
Porsche RS Spyder - 165 voltas em 4h59min12s189, média de 191,678 km/h
2. Jos Verstappen / Peter Van Merksteijn
Porsche RS Spyder - 165 voltas em 4h59min38s771
3. Jan Lammers / Fredy Lienhard / Didier Theys
Porsche RS Spyder - 164 voltas em 5h00min13s240
4. Thomas Erdos / Mike Newton
MG Lola EX 265 AER - 164 voltas em 5h00min38s185
5. Pierre Ragues / Matthieu Lahaye
Pescarolo P01 LMP2 Judd - 163 voltas em 4h59min38s025
6. Jean de Pourtales / Hideki Noda
Lola B06/43 Mazda - 162 voltas em 4h59min37s631
7. Miguel Pais do Amaral / Olivier Pla
Lola B05/40 AER - 161 voltas em 4h59min18s955
8. Mário Haberfeld / Warren Hughes
Embassy WF01 Zytek - 155 voltas em 4h59min26s525
LMGT1
1. Antonio Garcia / Tomas Enge
Aston Martin DBR9 - 159 voltas em 5h00min09s959, média de 184,116 km/h
2. Olivier Beretta / Patrice Goueslard / Guillaume Moreau
Corvette C6-R - 159 voltas em 5h00min22s213
3. Jean-Luc Blanchemain / Sébastien Dumez / Patrice Manopoulos
Corvette C6-R - 155 voltas em 5h00min47s853
4. Roman Rusinov / Peter Kox
Lamborghini Murciélago GT-R - 153 voltas em 4h59min33s638
LMGT2
1. Lars-Erik Nielsen / Allan Simonsen / Richard Westbrook
Porsche 997 GT3 RSR - 151 voltas em 5h00min22s576, média de 174,734 km/h
2. Pierre Ehret / Pierre Kaffer
Ferrari F430 - 151 voltas em 5h00min48s151
3. Ben Aucott / Stéphane Daoudi
Ferrari F430 - 150 voltas em 4h59min25s513
4. Andrea Chiesa / Benjamin Leuenberger
Spyker C8 Laviolette GT2 - 147 voltas em 5h00min42s381
5. Peter Kutemann / Mauro Casadei / Maurice Basso
Ferrari F430 - 146 voltas em 4h59min31s119
6. Alex Davison / Marc Lieb
Porsche 997 GT3 RSR - 141 voltas em 5h00min41s998
7. Paul Daniels / Markus Palltala / Tim Sudgen
Porsche 997 GT3 RSR - 135 voltas em 5h00min53s334
O passeio dos carros turbodiesel foi grande no circuito transalpino, pois o 3º colocado, o Pescarolo Judd de Harold Primat / Christophe Tinseau chegou em terceiro a quatro voltas do vencedor, mas com apenas 2"113 de frente para o Creation AIM de Stuart Hall / Robbie Kerr. Hall guiou por dois terços da prova e foi um dos grandes destaques da competição.
Minassian / Gené, apesar dos problemas iniciais, salvaram um bom quinto lugar, adiante do Audi de McNish / Capello, que chegou em sexto. A Rollcentre Racing marcou mais dois pontos na divisão LMP1, com Vanina Ickx / Duncan Tappy.
Entre os abandonos desta divisão, o mais marcante foi o do Courage Oreca de Soheil Ayari / Stéphane Ortelli, com este último ao volante. Com pouco mais de 4 horas de prova e 147 voltas de prova completadas, o piloto francês perdeu o controle do protótipo em razão de uma quebra, não acertou o Audi de Allan McNish por um triz e capotou inacreditáveis sete vezes antes de se destruir por completo. Motor e câmbio foram para um lado e a célula de sobrevivência pro outro.
Ortelli sofreu fratura de tornozelo, dificilmente correrá em Spa daqui a duas semanas e sua presença nas 24 Horas de Le Mans já é tida como incerta.
Na classe LMP2, o Porsche RS Spyder do Team Essex comandou a trifeta na divisão. John Nielsen / Casper Elgaard venceram com 26"582 de vantagem para Jos Verstappen / Peter Van Merksteijn, que permanecem líderes do campeonato. Jan Lammers / Fredy Lienhard / Didier Theys fecharam um glorioso pódio para a marca alemã.
Thomas Erdos fez o que pôde com o Lola AER EX265 da equipe RML e foi quarto colocado na categoria, 11º na geral. Warren Hughes e Mário Haberfeld conseguiram fazer quilometragem com o Embassy Zytek WF01. Deram 155 voltas e terminaram na 18ª posição geral, oitavo na classe.
A vitória na divisão LMGT1 foi do Aston Martin DBR9 do Team Modena, com Antonio Garcia / Tomas Enge completando a prova em 15º na geral, e com apenas 12"254 de vantagem para o Vette de Beretta / Moreau / Goueslard, com quem a dupla do time britânico brigou o tempo todo. O outro Vette da Alphand chegou em terceiro e o Lambo da IPB Spartak fechou em quarto. Só estes carros participaram da prova na classe.
E na LMGT2, a Virgo Motorsport não teve vez. A vitória na pista foi do Porsche 997 GT3 RSR da IMSA Performance Matmut, numa ótima prestação de Richard Lietz / Raymond Narac. Porém, numa "canetada" dos comissários, a dupla foi desclassificada dos 1000 km de Monza. O Porsche de Lars-Erik Nielsen / Allan Simonsen / Richard Westbrook, com excelente performance deste último, herdou então a vitória. A Ferrari de Kaffer / Ehret ficou em segundo no grupo, com um carro igual, de Aucott / Daoudi, ficando na terceira posição.
Resultado dos 1000 km de Monza por categorias:
LMP1
1. Pedro Lamy / Stéphane Sarrazin
Peugeot 908 HDi FAP - 173 voltas em 4h59min07s955, média de 201,019 km/h
2. Mike Rockenfeller / Alexandre Prémat
Audi R1o TDi - 173 voltas em 4h59min55s627
3. Harold Primat / Christophe Tinseau
Pescarolo P01 Judd - 169 voltas em 5h00min03s494
4. Stuart Hall / Robbie Kerr
Creation CA07 AIM - 169 voltas em 5h00min05s607
5. Marc Gené / Nicolas Minassian
Peugeot 908 HDi FAP - 167 voltas em 5h00min09s299
6. Dindo Capello / Allan McNish
Audi R10 TDi - 166 voltas em 4h59min16s721
7. Duncan Tappy / Vanina Ickx
Pescarolo P01 Judd - 166 voltas em 5h00min52s107
8. Jan Charouz / Stefan Mücke
Lola B08/60 Aston Martin - 155 voltas em 5h00min35s416
LMP2
1. Casper Elgaard / John Nielsen
Porsche RS Spyder - 165 voltas em 4h59min12s189, média de 191,678 km/h
2. Jos Verstappen / Peter Van Merksteijn
Porsche RS Spyder - 165 voltas em 4h59min38s771
3. Jan Lammers / Fredy Lienhard / Didier Theys
Porsche RS Spyder - 164 voltas em 5h00min13s240
4. Thomas Erdos / Mike Newton
MG Lola EX 265 AER - 164 voltas em 5h00min38s185
5. Pierre Ragues / Matthieu Lahaye
Pescarolo P01 LMP2 Judd - 163 voltas em 4h59min38s025
6. Jean de Pourtales / Hideki Noda
Lola B06/43 Mazda - 162 voltas em 4h59min37s631
7. Miguel Pais do Amaral / Olivier Pla
Lola B05/40 AER - 161 voltas em 4h59min18s955
8. Mário Haberfeld / Warren Hughes
Embassy WF01 Zytek - 155 voltas em 4h59min26s525
LMGT1
1. Antonio Garcia / Tomas Enge
Aston Martin DBR9 - 159 voltas em 5h00min09s959, média de 184,116 km/h
2. Olivier Beretta / Patrice Goueslard / Guillaume Moreau
Corvette C6-R - 159 voltas em 5h00min22s213
3. Jean-Luc Blanchemain / Sébastien Dumez / Patrice Manopoulos
Corvette C6-R - 155 voltas em 5h00min47s853
4. Roman Rusinov / Peter Kox
Lamborghini Murciélago GT-R - 153 voltas em 4h59min33s638
LMGT2
1. Lars-Erik Nielsen / Allan Simonsen / Richard Westbrook
Porsche 997 GT3 RSR - 151 voltas em 5h00min22s576, média de 174,734 km/h
2. Pierre Ehret / Pierre Kaffer
Ferrari F430 - 151 voltas em 5h00min48s151
3. Ben Aucott / Stéphane Daoudi
Ferrari F430 - 150 voltas em 4h59min25s513
4. Andrea Chiesa / Benjamin Leuenberger
Spyker C8 Laviolette GT2 - 147 voltas em 5h00min42s381
5. Peter Kutemann / Mauro Casadei / Maurice Basso
Ferrari F430 - 146 voltas em 4h59min31s119
6. Alex Davison / Marc Lieb
Porsche 997 GT3 RSR - 141 voltas em 5h00min41s998
7. Paul Daniels / Markus Palltala / Tim Sudgen
Porsche 997 GT3 RSR - 135 voltas em 5h00min53s334
Procissão veloz

Muito pouca coisa pode ser dita de uma corrida chatíssima como o GP da Espanha deste domingo, em Barcelona. Kimi Räikkönen construiu sua segunda vitória no campeonato no treino de classificação, superando Alonso no último suspiro para marcar a pole position. Com 50% do caminho percorrido, o atual campeão mundial fez tudo certo nas 66 voltas da corrida.
Felipe Massa, que fechou a dobradinha ferrarista, fez o que lhe foi possível. Passou Alonso na largada e conservou a posição até o final. Nunca teve possibilidade de alcançar o finlandês, embora tenha virado voltas bastante rápidas. E no final, com as variantes de aderência e o tráfego dos retardatários, ele teve que suar dentro do macacão para se manter à frente de Lewis Hamilton e Robert Kubica, que chegaram muito próximos dele.
O autódromo, que nos últimos cinco anos ficou absolutamente lotado em razão da Alonsomania, recebeu um bom público, que certamente ficou contente com o extraordinário 2º tempo de Alonso no treino. Mesmo "jogando pra galera", o asturiano mostrou que ainda é um grandíssimo piloto. Largou com o carro bem mais leve (quatro voltas de combustível a menos), sustentou a terceira posição e poderia ter marcado pontos se o motor não quebrasse.
Com duas entradas de Safety Car, a corrida proporcionou um grande susto: o acidente de Heikki Kövalainen, no primeiro terço de prova, em razão provavelmente do estouro repentino do pneu dianteiro esquerdo a mais de 220 km/h. O finlandês colidiu com uma barreira de pneus, o atendimento foi demorado, mas o piloto já foi trasladado a um hospital para exames mais detalhados. Espera-se que ele esteja fora de perigo e com o mínimo possível de lesões.
Para os outros brasileiros, a corrida foi pra esquecer. Nelson Ângelo Piquet, que fez seu melhor treino do ano, se envolveu em dois incidentes e deixou cedo a corrida. Rubens Barrichello, que segundo suas estatísticas igualou o recorde de corridas de Riccardo Patrese, também teve problemas e não completou.
As notas dos pilotos no GP da Espanha:
Räikkönen - Eficiente corrida do finlandês, que resolveu metade do resultado com a pole nos treinos. Na corrida, pilotou com tranqüilidade, administrando a vantagem e pisando forte quando foi preciso. Uma corrida digna do número 1 estampado na carenagem de seu carro. Nota 10
Massa - Fez uma excelente largada e com isso conseguiu a 2ª posição antes da primeira curva, superando Alonso. Sem nenhuma chance de atacar e passar Räikkönen, exceto por um erro do finlandês, uma quebra ou um erro no box, o brasileiro conservou-se rápido na pista e conseguiu um bom segundo lugar. Nota 8,5
Hamilton - O britânico que começou tão bem o campeonato segue se ressentindo de um carro mais competitivo. Hoje dá pra dizer que a McLaren está bem atrás da Ferrari e ligeiramente superada pela BMW. Lewis fez uma boa corrida, ultrapassou Kubica na largada e chegou a mais um pódio no ano. Nota 8
Kubica - Sem tanto brilhantismo quanto na Malásia e no Bahrein, o polonês somou cinco preciosos pontos na Espanha, o que mantém a BMW na briga pela ponta no Mundial de Construtores. Foi superado por Hamilton logo no início e não teve chances de recuperar a posição. Nota 8
Webber - É outro piloto em 2008. Faz menos "brilharecos" nos treinos, tem sido consistente e rápido em corridas e vem marcando pontos com regularidade. Vai ganhando uma boa sobrevida no seio da equipe RBR. Nota 8
Button - Excelente corrida do companheiro de Barrichello. Com paciência e regularidade, e sem ninguém a atrapalhar seu trabalho durante a corrida, somou os primeiros três pontos da Honda na temporada 2008, tirando a equipe de uma possível crise. Nota 8
Nakajima - Na primeira pista que conhecia dos testes da pré-temporada, fez uma corrida muito boa. O japonês também mostrou consistência e regularidade. Não cometeu nenhum erro ao longo da corrida e com alguns abandonos, foi premiado com o sétimo lugar. Nota 7,5
Trulli - Ficou devendo depois do bom resultado no treino classificatório. Precisou parar três vezes e por isso não conseguiu terminar entre os seis primeiros. Pelo menos salvou um precioso pontinho para ele e a Toyota. Nota 6
Heidfeld - Entrou nos boxes quando estavam fechados e foi punido com time penalty de 10 segundos. Pelo menos saiu com luz verde quando cometeu a infração, escapando da desclassificação. Depois, lutou muito para conseguir uma ultrapassagem sobre a Force India de Fisichella. Com tanto tempo perdido, só chegou em nono. Nota 5
Glock - O alemão vinha bem, mas foi otimista demais numa tentativa de ultrapassagem sobre Coulthard. Com o bico quebrado, também precisou de um pit stop extra. Acabou mais uma vez fora da zona de pontos. Nota 5
Fisichella - O experiente piloto italiano deu trabalho no pelotão intermediário. Chegou a andar na zona de pontuação antes da segunda parada e foi um osso duríssimo para Heidfeld numa disputa por posição. Vai dando regularidade e desenvolvendo bem o carro da Force India. Nota 6
Coulthard - Desta vez, não teve culpa no acidente com Timo Glock. Tentou defender sua posição e acabou tocado pelo alemão. Com o pneu traseiro esquerdo arrebentado, fez também um pit extra e no final, conseguiu uma boa ultrapassagem sobre Takuma Sato. O tempo do escocês na Fórmula 1 está praticamente esgotado. Nota 5
Sato - Conseguiu o milagre de terminar a corrida com o carro da pré-falimentar Super Aguri. Mesmo com o pior carro da Fórmula 1, anda forte e não raro aparece entre os 10 primeiros nos períodos de reabastecimentos. Mas depois volta ao normal: último entre os que terminam. Nota 5
Rosberg - O alemão da Williams não brilhou tanto nos treinos, mas fez uma boa corrida até o motor Toyota o trair, explodindo em plena reta dos boxes. Nota 6
Alonso - Foi simplesmente brilhante na classificação, treinando com o carro bem leve para conquistar a pole position e fazer bonito para a torcida. Superado por Räikkönen no último instante, o bicampeão mundial largou em segundo mas perdeu a posição para Massa antes da primeira curva. Andou bem, dentro das limitações do carro, até quebrar. Mas a fase não é boa: a Renault nem de longe tem capacidade de lhe fornecer um equipamento à altura do seu grande talento - que está lá, escondidinho esperando por um bom carro. Nota 8
Barrichello - Na corrida onde supostamente igualou o recorde de 256 GPs disputados, que pertencia a Riccardo Patrese, não largou bem, mas conseguiu chegar até o sexto lugar, quando o Safety Car entrou na pista em razão da batida de Kövalainen. Depois, se envolveu num estranhíssimo incidente na sua segunda parada de box, quando o bico quebrou. Voltou à pista, mas abandonou depois. Nota 5
Kövalainen - Largou em sexto, vinha bem e liderava antes do seu pit stop até ser traído por um estouro repentino do pneu dianteiro esquerdo. Bateu forte e precisou de atendimento médico ainda na pista. Foi transportado a um hospital onde será examinado com maiores detalhes, em busca de possíveis fraturas. Pelo menos está consciente e em estado estável. Nota 6
Davidson - Pouco fez com a precária Super Aguri. Largou em penúltimo, pegou as sobras do acidente entre Piquet e Bourdais e com o carro danificado, desisitiu. Nota 3
Bourdais - Conseguiu passar com o STR para a Q2, mas largou mal e vinha tentando se recuperar quando dividiu uma curva com Piquet e a suspensão dianteira esquerda quebrou. Nota 4
Piquet - Vinha num ótimo fim de semana até antes da largada. Depois, quando a corrida começou, o azar tomou conta do piloto brasileiro. Numa curva, saiu reto e caiu para antepenúltimo. Quando vinha para ultrapassar Bourdais, tocou rodas com o francês e não pôde mais voltar. Nota 4
Sutil - Precipitou-se ao ultrapassar um adversário na quarta curva do circuito, rodou e foi acertado em cheio por Vettel. Nota 1
Vettel - Classificou-se mal de novo e na corrida, nada pôde fazer. "Comprou pronta" a rodada de Sutil e acertou o compatriota, quebrando a suspensão e o bico da STR, que aposenta de forma melancólica o carro do ano passado. Nota 1
LMS - 1000 km de Monza (II): Peugeot e Audi voltam a dar as cartas
Fim da segunda hora de prova: Peugeot e Audi voltam a dar as cartas nos 1000 km de Monza. A liderança está com Stéphane Sarrazin / Pedro Lamy, da marca francesa, com pouco mais de 45 seg de vantagem sobre o Audi de Rockenfeller / Prémat, único carro na mesma volta do líder.
Os outros dois carros turbodiesel tiveram problemas e se atrasaram. O Audi de Capello / McNish vem em 27º na classificação geral, três posições adiante do Peugeot de Gené / Minassian. Outro concorrente de respeito que enfrenta dificuldades é o Lola Aston Martin da Charouz. E por isso mesmo, o Pescarolo Judd de Boullion / Collard ascendeu à terceira colocação, uma volta atrás dos líderes.
Na LMP2, o atraso do Porsche da Van Merksteijn, com Verstappen / Van Merksteijn no comando, beneficiou os outros dois carros da marca: Elgaard / Nielsen lideram na divisão estando em sétimo na geral. O carro da Horag com Lienhard / Lammers / Theys é o nono no momento.
A LMGT1 tem ainda seus quatro únicos carros sobrevivendo e uma disputa ferrenha entre o Corvette de Beretta / Goueslard / Moreau e o Aston Martin de Garcia / Enge, separados por míseros três segundos. E na LMGT2, Raymond Narac / Richard Lietz lideram com o Porsche da IMSA Performance, em dobradinha com o carro de Lecourt / Balandras / Belloc.
Os outros dois carros turbodiesel tiveram problemas e se atrasaram. O Audi de Capello / McNish vem em 27º na classificação geral, três posições adiante do Peugeot de Gené / Minassian. Outro concorrente de respeito que enfrenta dificuldades é o Lola Aston Martin da Charouz. E por isso mesmo, o Pescarolo Judd de Boullion / Collard ascendeu à terceira colocação, uma volta atrás dos líderes.
Na LMP2, o atraso do Porsche da Van Merksteijn, com Verstappen / Van Merksteijn no comando, beneficiou os outros dois carros da marca: Elgaard / Nielsen lideram na divisão estando em sétimo na geral. O carro da Horag com Lienhard / Lammers / Theys é o nono no momento.
A LMGT1 tem ainda seus quatro únicos carros sobrevivendo e uma disputa ferrenha entre o Corvette de Beretta / Goueslard / Moreau e o Aston Martin de Garcia / Enge, separados por míseros três segundos. E na LMGT2, Raymond Narac / Richard Lietz lideram com o Porsche da IMSA Performance, em dobradinha com o carro de Lecourt / Balandras / Belloc.
LMS - 1000 km de Monza: Surpresa no comando
A Peugeot iniciou com tudo os 1000 km de Monza neste domingo, liderou em dobradinha, mas os seus dois LMP1 turbodiesel tiveram que parar nos boxes para reabastecer. O Audi de Mike Rockenfeller / Alexandre Prémat - que a exemplo do carro de Capello / McNish - teve um início muito complicado de corrida, assumiu a liderança e ao fim da primeira hora, vinha no comando até reabastecer. Assim, o Lola Aston Martin movido a gasolina, com Mücke / Charouz se revezando ao volante, está na primeira posição.
Excelente performance até aqui do Epsilon Euskadi Judd. O carro recém-construído pela equipe de Jordi Caton e Joan Villadelprat está em quinto na classificação geral.
O Porsche da Van Merksteijn comanda na classe LMP2, enquanto na LMGT1 o Team Modena lidera com seu Aston Martin e a Virgo, de Ferrari F430, tem a ponta na LMGT2.
Classificação após a primeira hora:
1. Mücke / Charouz
Lola Aston Martin B08/60 - 31 voltas
2. Gené / Minassian
Peugeot 908 HDi FAP - 31 voltas
3. Lamy / Sarrazin
Peugeot 908 HDi FAP - 31 voltas
4. Rockenfeller / Prémat
Audi R10 TDi - 31 voltas
5. Burgueño / Castro
Epsilon Euskadi Judd ee01 - 31 voltas
6. Collard / Boullion
Pescarolo Judd P01 - 31 voltas
7. Verstappen / Van Merksteijn
Porsche RS Spyder - 30 voltas
8. Barazi / Vergers
Zytek 07S/2 - 30 voltas
9. Pla / Amaral
Lola AER B05/40 - 30 voltas
10. Belicchi / Pompidou / Zacchia
Lola Judd Bo8/80 - 30 voltas
Excelente performance até aqui do Epsilon Euskadi Judd. O carro recém-construído pela equipe de Jordi Caton e Joan Villadelprat está em quinto na classificação geral.
O Porsche da Van Merksteijn comanda na classe LMP2, enquanto na LMGT1 o Team Modena lidera com seu Aston Martin e a Virgo, de Ferrari F430, tem a ponta na LMGT2.
Classificação após a primeira hora:
1. Mücke / Charouz
Lola Aston Martin B08/60 - 31 voltas
2. Gené / Minassian
Peugeot 908 HDi FAP - 31 voltas
3. Lamy / Sarrazin
Peugeot 908 HDi FAP - 31 voltas
4. Rockenfeller / Prémat
Audi R10 TDi - 31 voltas
5. Burgueño / Castro
Epsilon Euskadi Judd ee01 - 31 voltas
6. Collard / Boullion
Pescarolo Judd P01 - 31 voltas
7. Verstappen / Van Merksteijn
Porsche RS Spyder - 30 voltas
8. Barazi / Vergers
Zytek 07S/2 - 30 voltas
9. Pla / Amaral
Lola AER B05/40 - 30 voltas
10. Belicchi / Pompidou / Zacchia
Lola Judd Bo8/80 - 30 voltas
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