(post atualizado)
Segue uma pré-lista dos pilotos e equipes já confirmados para a temporada 2008 da IRL (*):
2. AJ Foyt IV / EUA - Menards / Joost Vision Racing
3. Hélio Castroneves / Brasil - Team Jim Beam Penske
4. Vítor Meira / Brasil - National Guard / Delphi Panther Racing
5. Oriol Serviá / Espanha - KV Racing Technology
6. Ryan Briscoe / Austrália - Team Jim Beam Penske
7. Danica Patrick / EUA - Motorola Andretti Green Racing
8. Will Power / Austrália - Aussie Vineyards KV Racing Technology
9. Scott Dixon / Nova Zelândia - Target Chip Ganassi Racing
10. Dan Wheldon / Grã-Bretanha - Target Chip Ganassi Racing
11. Tony Kanaan / Brasil - 7-Eleven Andretti Green Racing
12. Tomas Scheckter / África do Sul - Luczo Dragon Racing (**)
14. Darren Manning / Grã-Bretanha - ABC Supply AJ Foyt Enterprises
15. Buddy Rice / EUA - RollCoater Dreyer & Reinbold Racing
17. Ryan Hunter-Reay / EUA - Ethanol Rahal-Letterman Racing
18. Bruno Junqueira / Brasil - Sonny's B-B-Q Dale Coyne Racing
19. Mário Moraes / Brasil - Dale Coyne Racing
20. Ed Carpenter / EUA - Hitachi Power Tools Vision Racing
23. Milka Duno / Venezuela - Team CITGO Dreyer & Reinbold Racing (***)
24. Jay Howard/ Grã-Bretanha - Fountain Powerboats Roth Racing
25. Marty Roth / Canadá - Fountain Powerboats Roth Racing
26. Marco Andretti / EUA - Alpine / NYSE Andretti Green Racing
27. Hideki Mutoh / Japão - Panasonic / Formula Dream Andretti Green Racing
28. Max Papis / Itália - Lifelock Rubicom Motorsports (**)
29. Alex Figge / EUA - Pacific Coast Motorsports (**)
33. Ernesto Viso / Venezuela - HVM Racing Inc.
34. Franck Perera / França - Conquest Racing
36. Enrique Bernoldi / Brasil - Conquest Racing
67. Sarah Fisher / EUA - AAMCO Sarah Fisher Racing (**)
77. Roger Yasukawa / EUA - Wellman Racing (**)
02. Justin Wilson / Grã-Bretanha - McDonald's Newman-Haas-Lanigan
06. Graham Rahal / EUA - MediZone Newman-Haas Lanigan
TBA. Alex Lloyd / Grã-Bretanha - Target Chip Ganassi Racing (**)
TBA. TBA - Samax Motorsports (**)
(*) todos com chassis Dallara IR3, motores Honda e pneus Firestone
(**) pilotos e equipes que vão fazer eventos selecionados
(***) em revezamento com o estadunidense Townsend Bell
Como o próprio nome diz, um balaio de gatos onde todo assunto vale a pena para ser comentado e discutido por quem escreve e por quem passa aqui: esporte, música, cinema, poesia, livros, amor, sexo, justiça, dinheiro e todos os temas e problemas do nosso cotidiano.
quinta-feira, 20 de março de 2008
O sexto elemento
Após Enrique Bernoldi fechar com a Conquest Racing para a IRL, o Brasil ganha um sexto representante para a categoria em 2008: Mário Moraes, que já testara pela Dale Coyne na ChampCar em Sebring, no começo do ano, assinou contrato com a pequena equipe e será companheiro de Bruno Junqueira na temporada que começa dia 29 em Miami, no oval de Homestead.
Mário tem pedigree familiar: ele é neto do empresário Antônio Ermírio de Moraes, um dos homens mais ricos - senão o mais rico - do país. Vice-campeão da Fórmula 3 sul-americana ano retrasado e quinto na F-3 inglesa ano passado, ele terá que vencer um grande obstáculo: sua total inexperiência em ovais.
O piloto está inscrito para a temporada com o carro #19 enquanto Junqueira correrá com o #18, pois o número 11 já é de outro brasileiro, Tony Kanaan.
Ontem, tanto ele quanto Bruno treinaram em Sebring, num teste marcado para as antigas equipes da ChampCar que confirmaram a passagem para a IRL. Apenas a Newman-Haas-Lanigan e a HVM não testaram. Will Power, pela KV Technologies, foi o mais rápido, com Bruno Junqueira em segundo. Andaram também Franck Perera, Oriol Serviá e Enrique Bernoldi. Os testes prosseguem nesta quinta.
quarta-feira, 19 de março de 2008
De virada é mais...
... gostoso, delicioso, maravilhoso... o adjetivo é à sua escolha, torcedor do Fluminense.
Uma quarta-feira inesquecível, por três motivos.
Primeiro, pela vitória fundamental de hoje contra o Libertad em Assunção. Com sete pontos em três jogos, o tricolor cumpre uma campanha exemplar na competição continental. E tem tudo para carimbar a vaga para a próxima fase no próximo dia 2 de abril, contra este mesmo Libertad, no Estádio Mário Filho. Jogo ao qual, evidentemente, comparecerei.
Assisti a partida no próprio Fluminense, em meio ao alarido de centenas de sócios. Sofremos com o gol besta sofrido numa cabeçada de Samudio e depois vibramos muito com os gols do "Coração Valente" Washington, o grande nome do jogo. No fim, o Flu levou um imenso sufoco, mas a defesa segurou as pontas e Fernando Henrique, com uma defesa importantíssima, garantiu a segunda vitória do tricolor em três partidas na primeira fase.
A segunda boa notícia é que, de acordo com o Globoesporte.com, o lateral Gustavo Nery está insatisfeito com a reserva - aliás, nem tem sido relacionado para os jogos, desde o Fla-Flu do créu. O jogador deve (graças a Deus) rescindir contrato e abrir uma vaga no elenco do time para a Libertadores.
E a terceira, a melhor de todas, é o retorno de Leandro Amaral ao clube. Graças a uma liminar impetrada por seu advogado, com o auxílio do Departamento Jurídico do clube, o atleta volta às Laranjeiras. Ele dificilmente deve jogar contra o Vasco (Eurico bateu um tamborzinho...), mas para a partida contra o Mesquita, no meio da semana, já poderá reforçar o ataque.
Ótimo. Excelente.
Saudações tricolores!
PS.: público em Assunção - 1.321 torcedores. Não esperem menos de 40 mil no próximo dia 2. Torcedor do Fluminense, compareça!
Uma quarta-feira inesquecível, por três motivos.
Primeiro, pela vitória fundamental de hoje contra o Libertad em Assunção. Com sete pontos em três jogos, o tricolor cumpre uma campanha exemplar na competição continental. E tem tudo para carimbar a vaga para a próxima fase no próximo dia 2 de abril, contra este mesmo Libertad, no Estádio Mário Filho. Jogo ao qual, evidentemente, comparecerei.
Assisti a partida no próprio Fluminense, em meio ao alarido de centenas de sócios. Sofremos com o gol besta sofrido numa cabeçada de Samudio e depois vibramos muito com os gols do "Coração Valente" Washington, o grande nome do jogo. No fim, o Flu levou um imenso sufoco, mas a defesa segurou as pontas e Fernando Henrique, com uma defesa importantíssima, garantiu a segunda vitória do tricolor em três partidas na primeira fase.
A segunda boa notícia é que, de acordo com o Globoesporte.com, o lateral Gustavo Nery está insatisfeito com a reserva - aliás, nem tem sido relacionado para os jogos, desde o Fla-Flu do créu. O jogador deve (graças a Deus) rescindir contrato e abrir uma vaga no elenco do time para a Libertadores.
E a terceira, a melhor de todas, é o retorno de Leandro Amaral ao clube. Graças a uma liminar impetrada por seu advogado, com o auxílio do Departamento Jurídico do clube, o atleta volta às Laranjeiras. Ele dificilmente deve jogar contra o Vasco (Eurico bateu um tamborzinho...), mas para a partida contra o Mesquita, no meio da semana, já poderá reforçar o ataque.
Ótimo. Excelente.
Saudações tricolores!
PS.: público em Assunção - 1.321 torcedores. Não esperem menos de 40 mil no próximo dia 2. Torcedor do Fluminense, compareça!
"Se ha dormido!"
Continuam pululando no YouTube as imagens do duelo Alonso vs Kovalainen no GP da Austrália. Achei uma da transmissão da T5, um canal da Espanha, com a narração da disputa entre os dois pilotos. Um dos comentaristas, ainda sem saber que Kova apertara o botão do limitador de velocidade, saiu-se com esta: "Se ha dormido!" O pessimista narrador, segundos antes, tinha decretado outra pérola: "Se acabó".
E as imagens seguintes são acompanhadas de um falatório que, se é aqui... sei não, viu...
Bom... eu tentei achar as imagens do erro do Kovalainen, mas parece que a FOM já fez valer a sua reclamação de violação de direitos autorais e qualquer vídeo mostrando o erro do finlandês já foi pro saco.
E as imagens seguintes são acompanhadas de um falatório que, se é aqui... sei não, viu...
Bom... eu tentei achar as imagens do erro do Kovalainen, mas parece que a FOM já fez valer a sua reclamação de violação de direitos autorais e qualquer vídeo mostrando o erro do finlandês já foi pro saco.
terça-feira, 18 de março de 2008
Discos que já ouvi antes de morrer (VIII) - Axis: Bold As Love / 1967

Nos anos 60, The Jimi Hendrix Experience só tinha paralelo com o Cream. Por dois motivos: um, porque ambos os grupos tinham a básica formação guitarra-baixo-bateria. E o segundo, muito simples - quase simultaneamente tanto uma banda quanto a outra lançaram discos absolutamente essenciais para o rock and roll contemporãneo.
O Experience e especialmente seu frontman Jimi Hendrix sofriam sem dúvida muito mais pressão, tamanha a responsabilidade de repetir em Axis: Bold as Love o que tinham feito no excelente Are You Experienced, o disco de estréia também lançado em 1967. Mesmo entre turnês massacrantes e viagens cansativas, Hendrix, Noel Redding e Mitch Mitchell se lançaram em estúdio para gravar mais um disco - com a produção sempre diligente de Chas Chandler.
Em pouco mais de 38 minutos e treze faixas, a banda transita entre a doçura de músicas como "Castles Made of Sand", com a fúria de "Spanish Castle Magic", a estrutura melódica vai-e-volta da sensacional "If 6 Was 9" - que entrou na trilha sonora do filme Sem Destino, a crueza de "She's So Fine", faixa composta e cantada por Noel Redding e também aquela música que é o grande clássico de Hendrix neste disco: "Little Wing".
Com sua mistura perfeita entre as guitarras rítmica e principal - fruto de uma excelente mixagem de Alan Douglas, "Little Wing" cativa o ouvinte. E consagra seu autor como um grande compositor de blues e rock and roll. A música é tão boa que mereceu gravações de artistas de diversas vertentes, feito Metallica, Sting e o craque da guitarra Stevie Ray Vaughan.
Tal como Are You Experienced, Axis: Bold as Love é mais um álbum essencial para a história da música. Mesmo que seja deixado de lado por alguns fãs e pela crítica, eis um trabalho honesto e que mostrava que o Cream tinha dedicados rivais à altura do seu imenso talento.
Ficha técnica de Axis: Bold as Love
Selo: Reprise / MCA
Produção: Chas Chandler
Gravado entre maio e junho de 1967 no Olympia Studios em Londres, Inglaterra
Tempo total: 38'49"
Músicas:
1. EXP (Hendrix)
2. Up From The Skies (Hendrix)
3. Spanish Castle Magic (Hendrix)
4. Wait Until Tomorrow (Hendrix)
5. Ain't No Telling (Hendrix)
6. Little Wing (Hendrix)
7. If 6 Was 9 (Hendrix)
8. You Got Me Floatin' (Hendrix)
9. Castles Made of Sand (Hendrix)
10. She's So Fine (Redding)
11. One Rainy Wish (Hendrix)
12. Little Miss Lover (Hendrix)
13. Bold As Love (Hendrix)
Dental, dental
Eu não posso me considerar um veterano de internet e nem de computadores. Afinal, foi só no fim de 1998 que consegui ter meu primeiro. A conexão naquela época era discada. Neófito na grande rede, usava direto o chat do ZAZ (que depois virou Terra) e o do UOL, além do mIRC e do ICQ.
Pois bem... o tempo foi passando, parei de freqüentar estas salas de bate-papo, mas até 2004 eu era assíduo usuário do mIRC. Isto até surgir o Orkut, o site de relacionamentos que se tornou febre mundial.
O ICQ eu já tinha abandonado faz tempo: tenho um péssimo defeito para esquecer senhas e, por mais que tivesse dois números de cadastro, jamais consegui me lembrar das senhas deles. Por isso mesmo, deixei o programa no esquecimento, até porque antes disso já tinha o MSN - que é mil vezes mais funcional que o artefato desenvolvido pela Mirabilis.
Pois bem: o nome do aplicativo virou hoje nome de pasta de dente. Pelo menos em Israel. O programa ainda existe, mas não é mais a mesma febre de antigamente. E para quem não sabe, ICQ é uma corruptela para "I seek you", algo como "estou te procurando".
Pois bem... o tempo foi passando, parei de freqüentar estas salas de bate-papo, mas até 2004 eu era assíduo usuário do mIRC. Isto até surgir o Orkut, o site de relacionamentos que se tornou febre mundial.
O ICQ eu já tinha abandonado faz tempo: tenho um péssimo defeito para esquecer senhas e, por mais que tivesse dois números de cadastro, jamais consegui me lembrar das senhas deles. Por isso mesmo, deixei o programa no esquecimento, até porque antes disso já tinha o MSN - que é mil vezes mais funcional que o artefato desenvolvido pela Mirabilis.

Piada ou não, eis no que se transformou o ICQ: pasta de dente
Pois bem: o nome do aplicativo virou hoje nome de pasta de dente. Pelo menos em Israel. O programa ainda existe, mas não é mais a mesma febre de antigamente. E para quem não sabe, ICQ é uma corruptela para "I seek you", algo como "estou te procurando".
Um novo alemão?
Três notícias chegam com força no intervalo entre a corrida de abertura da temporada 2008 e a próxima, na Malásia. A primeira é que - por conta do novo Pacto da Concórdia - Dietrich Mateschitz terá que vender a Scuderia Toro Rosso. A negociação terá que acontecer até daqui a dois anos, porque em 2010 não será permitida "a sinergia entre desenho e construção dos carros de mais de uma equipe". Ponto para a Williams.
Dois possíveis compradores já são especulados pela imprensa: o russo Roustam Tariko, que tentou ingressar na F-1 junto com Eddie Jordan quando a FIA abriu concorrência para a 12ª vaga (ganha pela Prodrive, que até agora não estreou), é um deles. O português Tony Teixeira, proprietário da A1GP em associação com um xeque árabe, também foi cotado.
Mas uma possibilidade surge com força: Nicolas Todt, empresário de Felipe Massa e Sébastien Bourdais, pode costurar a compra da Toro Rosso nos bastidores e Mateschitz garante que a venda apenas acontecerá com "quem passar segurança para o futuro da equipe".
E para grande surpresa de todos, a Autosprint já soltou a bomba: Vettel na Ferrari, Massa na Scuderia Toro Rosso. E para 2009. Reza a lenda que ninguém menos que Michael Schumacher mexe seus pauzinhos para levar o jovem compatriota de 20 anos - tido como seu natural sucessor - da STR para a Casa de Maranello. Caso isto aconteça, o contrato com Massa, assinado até 2010, seria rescindido.
Isto posto, a troca de Massa por Vettel, caso se concretize um dia, colocaria uma pá-de-cal nas possíveis pretensões do bicampeão Fernando Alonso em guiar para a escuderia Ferrari, gorando o plano do espanhol - que assinou por um ano, com opção de renovação (é bom que se diga), para voltar à Renault.
E há mais: Jean Todt não ocupa mais, oficialmente, o cargo de diretor-geral da Ferrari. Ele será apenas e tão somente o representante da equipe no Conselho Mundial da FIA. Amadeo Felisa é o substituto do francês e Luca di Montezemolo segue como o dirigente máximo da empresa.
A diminuição de poder do "Napoleão", que de 1993 até o ano passado comandou com mão de ferro a atividade desportiva da Ferrari na Fórmula 1, também poderia ser apontado como um fator de enfraquecimento do prestígio de Felipe Massa no seio da equipe.
Mas tudo isso, por enquanto, é especulação. A saída de Todt é concreta. Mas a venda da Toro Rosso não está definida e muito menos a troca de Vettel por Massa.
Que, se acontecer, saberemos quem estaria saindo no prejuízo. Ou não?
Dois possíveis compradores já são especulados pela imprensa: o russo Roustam Tariko, que tentou ingressar na F-1 junto com Eddie Jordan quando a FIA abriu concorrência para a 12ª vaga (ganha pela Prodrive, que até agora não estreou), é um deles. O português Tony Teixeira, proprietário da A1GP em associação com um xeque árabe, também foi cotado.
Mas uma possibilidade surge com força: Nicolas Todt, empresário de Felipe Massa e Sébastien Bourdais, pode costurar a compra da Toro Rosso nos bastidores e Mateschitz garante que a venda apenas acontecerá com "quem passar segurança para o futuro da equipe".
E para grande surpresa de todos, a Autosprint já soltou a bomba: Vettel na Ferrari, Massa na Scuderia Toro Rosso. E para 2009. Reza a lenda que ninguém menos que Michael Schumacher mexe seus pauzinhos para levar o jovem compatriota de 20 anos - tido como seu natural sucessor - da STR para a Casa de Maranello. Caso isto aconteça, o contrato com Massa, assinado até 2010, seria rescindido.
Isto posto, a troca de Massa por Vettel, caso se concretize um dia, colocaria uma pá-de-cal nas possíveis pretensões do bicampeão Fernando Alonso em guiar para a escuderia Ferrari, gorando o plano do espanhol - que assinou por um ano, com opção de renovação (é bom que se diga), para voltar à Renault.
E há mais: Jean Todt não ocupa mais, oficialmente, o cargo de diretor-geral da Ferrari. Ele será apenas e tão somente o representante da equipe no Conselho Mundial da FIA. Amadeo Felisa é o substituto do francês e Luca di Montezemolo segue como o dirigente máximo da empresa.
A diminuição de poder do "Napoleão", que de 1993 até o ano passado comandou com mão de ferro a atividade desportiva da Ferrari na Fórmula 1, também poderia ser apontado como um fator de enfraquecimento do prestígio de Felipe Massa no seio da equipe.
Mas tudo isso, por enquanto, é especulação. A saída de Todt é concreta. Mas a venda da Toro Rosso não está definida e muito menos a troca de Vettel por Massa.
Que, se acontecer, saberemos quem estaria saindo no prejuízo. Ou não?
Burton at Bristol
Nem Jeff Gordon, nem Jimmie Johnson. Muito menos Dale Earnhardt Júnior. Coube à Jeff Burton a honra de oferecer à Chevrolet a primeira vitória da gravatinha na Nascar em 2008. Melhor que isso: a Richard Childress, escuderia do experiente piloto, emplacou a chamada "trifeta" no oval de 0.5 milha do Tennessee. Kevin Harvick foi o segundo colocado e Clint Bowyer cruzou na 3ª posição. Este triunfo da Chevrolet fez com que todas as marcas inscritas já tenham pelo menos uma vitória conquistada em 2008.
A corrida teve apenas 10 bandeiras amarelas - pouco para um circuito demasiado apertado e propício para acidentes, além da eficiência comprovada das equipes. Todos os 43 carros que largaram receberam a bandeirada, ainda que o último colocado, Jamie McMurray, cruzasse 127 voltas atrás de Burton.
Juan Pablo Montoya não foi mal, chegando em 15º. Sam Hornish Jr. largou em sétimo e foi o vigésimo-nono, sete posições à frente de Dario Franchitti. O líder do campeonato, Kyle Busch, chegou a bater durante a disputa, mas conseguiu terminar na 17ª posição.
O campeonato não tem corrida no próximo domingo por causa da Páscoa. Mas a Nationwide Series e a Truck correrão no sábado em Nashville, pertinho de Bristol, também no Tennessee.
Os 10 melhores em Bristol:
1. Jeff Burton - Richard Childress Racing / Chevrolet Impala SS
2. Kevin Harvick - Richard Childress Racing / Chevrolet Impala SS
3. Clint Bowyer - Richard Childress Racing / Chevrolet Impala SS
4. Greg Biffle - Roush-Fenway Racing / Ford Fusion
5. Dale Earnhardt Jr. - Hendrick Motorsports / Chevrolet Impala SS
6. Denny Hamlin - Joe Gibbs Racing / Toyota Camry
7. Kasey Kahne - Gillet-Evernham Motorsports / Dodge Charger
8. Aric Almirola - Dale Earnhardt Inc. / Chevrolet Impala SS
9. David Gilliand - Robert Yates Racing / Ford Fusion
10. Matt Kenseth - Roush-Fenway Racing / Ford Fusion
A corrida teve apenas 10 bandeiras amarelas - pouco para um circuito demasiado apertado e propício para acidentes, além da eficiência comprovada das equipes. Todos os 43 carros que largaram receberam a bandeirada, ainda que o último colocado, Jamie McMurray, cruzasse 127 voltas atrás de Burton.
Juan Pablo Montoya não foi mal, chegando em 15º. Sam Hornish Jr. largou em sétimo e foi o vigésimo-nono, sete posições à frente de Dario Franchitti. O líder do campeonato, Kyle Busch, chegou a bater durante a disputa, mas conseguiu terminar na 17ª posição.
O campeonato não tem corrida no próximo domingo por causa da Páscoa. Mas a Nationwide Series e a Truck correrão no sábado em Nashville, pertinho de Bristol, também no Tennessee.
Os 10 melhores em Bristol:
1. Jeff Burton - Richard Childress Racing / Chevrolet Impala SS
2. Kevin Harvick - Richard Childress Racing / Chevrolet Impala SS
3. Clint Bowyer - Richard Childress Racing / Chevrolet Impala SS
4. Greg Biffle - Roush-Fenway Racing / Ford Fusion
5. Dale Earnhardt Jr. - Hendrick Motorsports / Chevrolet Impala SS
6. Denny Hamlin - Joe Gibbs Racing / Toyota Camry
7. Kasey Kahne - Gillet-Evernham Motorsports / Dodge Charger
8. Aric Almirola - Dale Earnhardt Inc. / Chevrolet Impala SS
9. David Gilliand - Robert Yates Racing / Ford Fusion
10. Matt Kenseth - Roush-Fenway Racing / Ford Fusion
Siga a flecha!
Blogaiada do meu Brasil varonil, eu e o "rachador" Rafael Lopes, do Globoesporte.com, batemos um ótimo papo sobre a corrida de Fórmula 1 no último domingo. Assunto não faltou. Foram 40 minutos de conversa sobre o Grande Prêmio da Austrália.
Quer ouvir? Clica aqui.
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Não tem tu, vai tu mesmo
Contratado pela Rocketsports para competir na ChampCar antes de anunciada sua falência há alguns dias, Enrique Bernoldi não ficou tanto tempo a pé. O piloto de 29 anos assinou contrato com a Conquest Racing, pondo um fim aos rumores de que a equipe dirigida por Eric Bachelart e Dave Blumberg teria Paul Tracy ao lado do francês Franck Perera na IRL - já que a Conquest assinou um acordo de colaboração técnica com a Forsythe - ausente deste campeonato.
Enrique é o quinto brasileiro confirmado na temporada, que já tinha inscritos Hélio Castroneves (Penske), Tony Kanaan (Andretti-Green), Vítor Meira (Panther) e Bruno Junqueira (Dale Coyne Racing).
Espera-se que a partir de amanhã, Bernoldi esteja na pista de Sebring para dois dias de treinos coletivos com o novo carro, o Dallara / Honda. O campeonato da IRL começa dia 29 de março em Homestead, na Flórida e termina em 7 de setembro no oval de Joliet, Illinois. A edição 2008 das 500 Milhas de Indianápolis acontece no dia 25 de maio. Das dezesseis provas do calendário, cinco são em circuitos mistos - St. Petersbourg, Watkins Glen, Mid-Ohio, Sonoma e Detroit.
Enrique é o quinto brasileiro confirmado na temporada, que já tinha inscritos Hélio Castroneves (Penske), Tony Kanaan (Andretti-Green), Vítor Meira (Panther) e Bruno Junqueira (Dale Coyne Racing).
Espera-se que a partir de amanhã, Bernoldi esteja na pista de Sebring para dois dias de treinos coletivos com o novo carro, o Dallara / Honda. O campeonato da IRL começa dia 29 de março em Homestead, na Flórida e termina em 7 de setembro no oval de Joliet, Illinois. A edição 2008 das 500 Milhas de Indianápolis acontece no dia 25 de maio. Das dezesseis provas do calendário, cinco são em circuitos mistos - St. Petersbourg, Watkins Glen, Mid-Ohio, Sonoma e Detroit.
Targa Florio, 1970
Se os mais jovens ficam impressionados com Nürburgring e seus 22,8 km dos áureos tempos da Fórmula 1, o que dirá da Targa Florio, na Sicília.
O imenso circuito italiano, com aproximadamente 72 km de extensão é, tal a Mille Miglia e Monza, um dos símbolos do automobilismo italiano. E durante anos, a Targa Florio foi prova válida pelo Campeonato Mundial de Marcas - se não me falhe a memória, até 1973.
Os grandes protótipos de Porsche, Ferrari e Alfa Romeo (desconfio que a Matra não ia para a Sicília) disputavam a corrida acompanhados de carros de GT e até modelos derivados do Rali, como um Stratos que certa feita foi 2o. colocado na classificação geral.
As fotos abaixo são cortesia de mestre Ricardo Divila. A preto-e-branco tem o Porsche #2 de Vic Elford passando por Cerda na prova de 1970.
A outra imagem, esta a cores, é do mesmo ano, de uma Ferrari 512 #6. E aí pergunto: quem guiou a Rossa de Maranello?
Cartas para a redação.

O imenso circuito italiano, com aproximadamente 72 km de extensão é, tal a Mille Miglia e Monza, um dos símbolos do automobilismo italiano. E durante anos, a Targa Florio foi prova válida pelo Campeonato Mundial de Marcas - se não me falhe a memória, até 1973.
Os grandes protótipos de Porsche, Ferrari e Alfa Romeo (desconfio que a Matra não ia para a Sicília) disputavam a corrida acompanhados de carros de GT e até modelos derivados do Rali, como um Stratos que certa feita foi 2o. colocado na classificação geral.
As fotos abaixo são cortesia de mestre Ricardo Divila. A preto-e-branco tem o Porsche #2 de Vic Elford passando por Cerda na prova de 1970.
A outra imagem, esta a cores, é do mesmo ano, de uma Ferrari 512 #6. E aí pergunto: quem guiou a Rossa de Maranello?
Cartas para a redação.

segunda-feira, 17 de março de 2008
Clip da semana - "As aventuras de um certo Capitão Blue"
O paraguaio Juan Rolón é um personagem bastante controvertido na música... brasileira. Não, não escrevi errado. Juan Rolón é o nome de batismo de Fábio, um cantor de guarânias que foi descoberto por Carlos Imperial e que, com produção de Marco Mazzola, lançou-se ao estrelato cantando a música "Stella", conhecida por ter um eco característico das vinhetas de futebol da Rádio Globo - que o próprio Fábio gravaria.
Em 1970, ele foi uma das sensações do FIC cantando "Encouraçado", um blues pesado com letra de Tite de Lemos e Sueli Costa. Foi o melhor intérprete do evento e a música só perdeu para "BR-3" com Toni Tornado e o Trio Ternura e para Ivan Lins e sua "O Amor é o Meu País".
Parte do sucesso de sua performance pode e deve ser creditada àquele que era seu melhor amigo na música: Tim Maia, que o chamava de Paraguaio ou de Fabiano.
Fábio fez relativo sucesso. Tim, muito mais. Explodiu como uma bomba de som e soul no país inteiro. Ofuscou o amigo, que até gravou seus discos, mas depois caiu no esquecimento. Com uma forcinha de Tim Maia e Hyldon, voltou à mídia com as belíssimas "Velho Camarada" e "Até Parece Que Foi Sonho", mas tão rápido quanto cresceu, a carreira de Fábio pereceu.
Recentemente, ele foi alvo de polêmicas mil ao divulgar na imprensa que a real biografia do amigo morto em 1998 estava sendo escrita por ele e não por Nelson Motta - que jamais o citou de forma pejorativa em seu excelente livro lançado ano passado. Talvez tivesse faltado a Fábio um pouco mais de respeito com o "velho camarada" que sempre lhe estendeu a mão quando pôde.
Enfim... sem tirar os méritos do paraguaio, vamos ao clip da semana - "As aventuras de um certo Capitão Blue", possivelmente extraído do Fantástico da Rede Globo. Vou chutar o ano, mas desconfio que isto seja lá por 1974, 1975.
Chega de conversa. Com vocês, Fábio, Fabiano ou Paraguaio. A escolha é livre.
Em 1970, ele foi uma das sensações do FIC cantando "Encouraçado", um blues pesado com letra de Tite de Lemos e Sueli Costa. Foi o melhor intérprete do evento e a música só perdeu para "BR-3" com Toni Tornado e o Trio Ternura e para Ivan Lins e sua "O Amor é o Meu País".
Parte do sucesso de sua performance pode e deve ser creditada àquele que era seu melhor amigo na música: Tim Maia, que o chamava de Paraguaio ou de Fabiano.
Fábio fez relativo sucesso. Tim, muito mais. Explodiu como uma bomba de som e soul no país inteiro. Ofuscou o amigo, que até gravou seus discos, mas depois caiu no esquecimento. Com uma forcinha de Tim Maia e Hyldon, voltou à mídia com as belíssimas "Velho Camarada" e "Até Parece Que Foi Sonho", mas tão rápido quanto cresceu, a carreira de Fábio pereceu.
Recentemente, ele foi alvo de polêmicas mil ao divulgar na imprensa que a real biografia do amigo morto em 1998 estava sendo escrita por ele e não por Nelson Motta - que jamais o citou de forma pejorativa em seu excelente livro lançado ano passado. Talvez tivesse faltado a Fábio um pouco mais de respeito com o "velho camarada" que sempre lhe estendeu a mão quando pôde.
Enfim... sem tirar os méritos do paraguaio, vamos ao clip da semana - "As aventuras de um certo Capitão Blue", possivelmente extraído do Fantástico da Rede Globo. Vou chutar o ano, mas desconfio que isto seja lá por 1974, 1975.
Chega de conversa. Com vocês, Fábio, Fabiano ou Paraguaio. A escolha é livre.
Mais feliz que pinto no lixo
Nosso bravo Ricardo Divila manda do Japão e-mail com fotos e um breve comentário sobre a corrida inaugural do Super GT e a vida atribulada que ele vai levando, na "ponte-aérea" Paris-Tóquio.

O meu outro carro, o GT-R Calsonic da equipe Hoshino, não foi classificado, depois dum chega-pra-lá do Lotterer na primeira curva, pasou 17 voltas consertando o estrago, mas voltou e fez a melhor volta... 26 dias ate a proxima corrida GT, mas nesse intervalo um teste com o LMP Pescarolo na França, um teste em GT , Fuji dia 26 e 27, teste F-Nippon também em Fuji dia 29, e primeira rodada do campeonato F-Nippon em Fuji dia 6 de Abril... ah, folgo amanhã no assento n.5A do vôo Air France AF275 Narita-Charles DeGaulle!
Abraços,
Ricardo

O pit-walk em Suzuka

Carros nos boxes: o da esquerda é o de João Paulo de Oliveira

A chave simbólica do novo Safety-Car

Uma "geral" do grid... arquibancadas com bom público

"A imagem que esperamos mostrar aos Hondas e Toyotas mais vezes durante o ano", afirma o esperançoso Divila
FIA GT: Bouchut dita o ritmo em Monza
Com Fórmula 1 e 12 Horas de Sebring no último fim de semana, ficou difícil acompanhar direito o FIA GT em Monza e seus dois dias de teste, o chamado "Media Day" que apresentou equipes e pilotos não só deste campeonato, como também do GT3 e do novíssimo certame GT4.
Mas hoje coloco o resultado dos treinos realizados na Itália, que deixaram a impressão de favoritismo para a equipe Selleslagh Racing Team (SRT). O francês Christophe Bouchut, que dividiu o carro com os compatriotas Soheil Ayari e Bruno Hernandez, além do holandês Xavier Maassen, foi o mais rápido do teste com o tempo de 1'45"486 para os 5,793 km do circuito transalpino.
Em segundo lugar, ficou o Aston Martin da Gigawave, pilotado por Philipp Peter e Darren Turner, este substituindo o titular Allan Simonsen. Confirmando o bom desempenho dos treinos feitos alguns dias antes em Paul Ricard, eles cravaram 1'45"585 e ficaram em segundo.
A Corvette mostra que é uma força a ser considerada, pois o 3º tempo foi conquistado pela Phoenix Carsport, com um carro dividido pelos quatro contratados: Fässler, Deletraz, Gollin e Hezemans. Também com Aston e quatro pilotos a bordo, a JetAlliance de Wendlinger, Lichtner-Hoyer, Engelhorn e Ryan Sharp ficou em quarto no combinado dos testes. Xandinho Negrão andou em parceria com Miguel Ramos no Maserati MC12 da Vitaphone e ficou em sétimo.
Entre os carros da GT2, Jamie Davies e Fabio Babini registraram o melhor tempo com 1'50"358, usando a Ferrari F430 da Scuderia Ecosse - que nesse ano vai alinhar apenas um carro. Os antigos integrantes do time de Stuart Roden foram bem, com Chris Niarchos fazendo o 2º tempo do grupo. A terceira marca foi do finlandês Toni Vilander, da Motorola AF Corse.
No total, treinaram 25 carros, inclusive o Gillet Vertigo e o Mosler MT900R, ambos da divisão G2. Andou também o Pagani Zonda da Rock Media Motors, novamente tentando ser aceito no FIA GT, mas o carro não foi bem e ficou com o último tempo.
Os tempos do FIA GT em Monza:
1 - Maassen-Bouchut-Ayari-Hernandez (Corvette C6R) - SRT - 1'45"486
2 - Peter-Turner (Aston Martin DBR9) - Gigawave Motorsport - 1'45"585
3 - Fassler-Deletraz-Hezemans-Gollin (Aston Martin DBR9) - Phoenix Carsport - 1'45"705
4 - Wendlinger-Sharp-Lichtner-Engelhorn (Aston Martin DBR9) - JetAlliance - 1'45"854
5 - Bertolini-Bartels (Maserati MC12) - Vitaphone Racing - 1'45"863
6 - Kox-Rusinov (Lambo Murcielago) - Reiter Engineering - 1'45"996
7 - Ramos-Negrão (Maserati MC12) - Vitaphone Racing - 1'46"697
8 - Svepes-Edwards (Saleen SR7) - RbImmo / Konrad - 1'47"293
9 - Kumpen-Longin (Saleen SR7) - Peka Racing - 1'47"382
10 - Talkanitsa-Kaufmann (Corvette C5R) - AT / Renauer - 1'49"077
11 - Vosse-Franchi (Saleen SR7) - Larbre Competition - 1'49"804
12 - Babini-Davies (Ferrari 430) - Scuderia Ecosse - 1'50"358
13 - Niarchos (Ferrari 430) - CR Scuderia- 1'50"461
14 - Vilander (Ferrari 430) - AF Corse - 1'50"649
15 - Palttala-Forsten-Westbrook (Porsche 997) - Prospeed - 1'50"696
16 - Biagi-Montanari (Ferrari 430) - AF Corse - 1'50"792
17 - Malucelli-Ruberti (Ferrari 430) - BMS Scuderia Italia- 1'50"798
18 - Kirkaldy-Mullen (Ferrari 430) - CR Scuderia - 1'50"831
19 - Russo-Companc (Ferrari 430) - Advanced Racing- 1'50"891
20 - Linossi-Mediani (Ferrari 430) - Edil Cris - 1'51"159
21 - Pavoni-Postiglione-Plati (Ferrari 430) - Easy Race - 1'51"906
22 - Lacko-Jirasek-Heyer-Voitech (Mosler MT900R) - Go to One - 1'53"062
23 - Leinders-Kuppens (Gillet Vertigo) - Belgian Racing - 1'54"445
24 - Coggiola-Coggiola-Coggiola (Porsche 997) - Victor Racing - 1'54"519
25 - Herbeck-Vorba (Pagani Zonda) - Rock Media Motors - 1'59"145
Mas hoje coloco o resultado dos treinos realizados na Itália, que deixaram a impressão de favoritismo para a equipe Selleslagh Racing Team (SRT). O francês Christophe Bouchut, que dividiu o carro com os compatriotas Soheil Ayari e Bruno Hernandez, além do holandês Xavier Maassen, foi o mais rápido do teste com o tempo de 1'45"486 para os 5,793 km do circuito transalpino.
Em segundo lugar, ficou o Aston Martin da Gigawave, pilotado por Philipp Peter e Darren Turner, este substituindo o titular Allan Simonsen. Confirmando o bom desempenho dos treinos feitos alguns dias antes em Paul Ricard, eles cravaram 1'45"585 e ficaram em segundo.
A Corvette mostra que é uma força a ser considerada, pois o 3º tempo foi conquistado pela Phoenix Carsport, com um carro dividido pelos quatro contratados: Fässler, Deletraz, Gollin e Hezemans. Também com Aston e quatro pilotos a bordo, a JetAlliance de Wendlinger, Lichtner-Hoyer, Engelhorn e Ryan Sharp ficou em quarto no combinado dos testes. Xandinho Negrão andou em parceria com Miguel Ramos no Maserati MC12 da Vitaphone e ficou em sétimo.
Entre os carros da GT2, Jamie Davies e Fabio Babini registraram o melhor tempo com 1'50"358, usando a Ferrari F430 da Scuderia Ecosse - que nesse ano vai alinhar apenas um carro. Os antigos integrantes do time de Stuart Roden foram bem, com Chris Niarchos fazendo o 2º tempo do grupo. A terceira marca foi do finlandês Toni Vilander, da Motorola AF Corse.
No total, treinaram 25 carros, inclusive o Gillet Vertigo e o Mosler MT900R, ambos da divisão G2. Andou também o Pagani Zonda da Rock Media Motors, novamente tentando ser aceito no FIA GT, mas o carro não foi bem e ficou com o último tempo.
Os tempos do FIA GT em Monza:
1 - Maassen-Bouchut-Ayari-Hernandez (Corvette C6R) - SRT - 1'45"486
2 - Peter-Turner (Aston Martin DBR9) - Gigawave Motorsport - 1'45"585
3 - Fassler-Deletraz-Hezemans-Gollin (Aston Martin DBR9) - Phoenix Carsport - 1'45"705
4 - Wendlinger-Sharp-Lichtner-Engelhorn (Aston Martin DBR9) - JetAlliance - 1'45"854
5 - Bertolini-Bartels (Maserati MC12) - Vitaphone Racing - 1'45"863
6 - Kox-Rusinov (Lambo Murcielago) - Reiter Engineering - 1'45"996
7 - Ramos-Negrão (Maserati MC12) - Vitaphone Racing - 1'46"697
8 - Svepes-Edwards (Saleen SR7) - RbImmo / Konrad - 1'47"293
9 - Kumpen-Longin (Saleen SR7) - Peka Racing - 1'47"382
10 - Talkanitsa-Kaufmann (Corvette C5R) - AT / Renauer - 1'49"077
11 - Vosse-Franchi (Saleen SR7) - Larbre Competition - 1'49"804
12 - Babini-Davies (Ferrari 430) - Scuderia Ecosse - 1'50"358
13 - Niarchos (Ferrari 430) - CR Scuderia- 1'50"461
14 - Vilander (Ferrari 430) - AF Corse - 1'50"649
15 - Palttala-Forsten-Westbrook (Porsche 997) - Prospeed - 1'50"696
16 - Biagi-Montanari (Ferrari 430) - AF Corse - 1'50"792
17 - Malucelli-Ruberti (Ferrari 430) - BMS Scuderia Italia- 1'50"798
18 - Kirkaldy-Mullen (Ferrari 430) - CR Scuderia - 1'50"831
19 - Russo-Companc (Ferrari 430) - Advanced Racing- 1'50"891
20 - Linossi-Mediani (Ferrari 430) - Edil Cris - 1'51"159
21 - Pavoni-Postiglione-Plati (Ferrari 430) - Easy Race - 1'51"906
22 - Lacko-Jirasek-Heyer-Voitech (Mosler MT900R) - Go to One - 1'53"062
23 - Leinders-Kuppens (Gillet Vertigo) - Belgian Racing - 1'54"445
24 - Coggiola-Coggiola-Coggiola (Porsche 997) - Victor Racing - 1'54"519
25 - Herbeck-Vorba (Pagani Zonda) - Rock Media Motors - 1'59"145
Clichê símio

Dizem que a imagem dos macacos em que um não escuta, um não vê e o outro não fala, tem como origem um trocadilho japonês. Supostamente, a imagem é originária do Século VIII, trazida por um monge budista chinês.
E o que eu quero dizer com isso?
Simples: neste pós-GP da Austrália, aplica-se perfeitamente aos três pilotos brasileiros o clichê símio do "não ouço, não vejo, não falo".
O "não ouço" é para Felipe Massa, que parece não estar preparado para as críticas. Errou duplamente na corrida, não assumiu seus atos e, pior, passou para o torcedor a imagem de um piloto afobado, irregular e precipitado.
Nada, mas absolutamente nada, tenho contra a pessoa Felipe Massa. O piloto é que me ainda deixa cético quanto às suas possibilidades. Ciente de que a Ferrari tem ele e Räikkönen em condições de lutar contra Lewis Hamilton, e que na segunda metade do campeonato, os italianos terão que decidir entre um deles para brigar pelo título, o início de temporada de Felipe não podia ser pior.
"Ah... mas o Räikkönen só marcou um ponto", dirão por aí. Concordo. Só fez um ponto. Mas que num campeonato longo, pode fazer muita diferença no final.
O "não vejo" se aplica a Rubens Barrichello. Como pode um piloto experiente como ele não enxergar um sinal vermelho, bem diante de seus olhos? Bem... nesse caso a culpa se aplica muito mais à Honda, que infringiu o regulamento ao mandar o brasileiro abastecer com os boxes fechados.
Agora, dizer em público que "não vi, não verei nunca e ninguém verá", é brincadeira.
Por último, o "não falo" vai para Nelson Ângelo Piquet. Tudo bem... diante de uma estréia tão decepcionante, não há muitas justificativas. Mas a Renault não pode proibir o piloto brasileiro de falar algo, impondo pra ele a "Lei da Mordaça". Não pode. Aliás, eu diria que este é o lado mais medíocre da Fórmula 1. Ninguém pode apontar erros e defeitos, tudo tem que parecer que está às mil maravilhas e que o mundo é belo.
Mas não tem nada não. Imprensa, público e espectadores em casa sabem quem está certo e principalmente quem está errado.
O Porsche de 1988

A foto acima mostra o Porsche 962C, chassis #121, vitorioso na edição de 1988 das 12 Horas de Sebring. Naquele ano, a marca alemã conquistara sua última vitória na classificação geral antes do último sábado, quando o RS Spyder LMP2 faturou a clássica prova estadunidense.
Ao volante deste carro com o número 86, da equipe Bayside Disposal - que correu na extinta ChampCar por aqueles tempos, com Dominic Dobson, estavam Hans-Joachim Stuck, então com 37 anos, e Klaus Ludwig, dois anos mais velho (acreditem!).
Há 20 anos, correram sessenta e cinco carros. Sábado, foram só 32.
Sinal dos tempos.
Boa estréia

Promessa é dívida. Semana passada falei que teríamos uma postagem sobre a Super GT no Japão e cá estamos. A primeira etapa da temporada, em Suzuka, com 32 mil espectadores nas arquibancadas do circuito, teve dobradinha da equipe Nismo. Satoshi Motoyama e Bénoit Treluyer, a bordo do modelo Nissan GT-R completaram as 52 voltas de prova com apenas 0"854 para o carro gêmeo dirigido por Michael Krumm e Masataka Yanagida.
A Toyota fez terceiro (Wakisaka / Lotterer) e quarto (Tachikawa / Lyons) lugares, antecedendo o Nissan do brasileiro João Paulo de Oliveira, que fez belíssima corrida ao largar de sétimo e inclusive liderar a prova. Ele e o companheiro de equipe Seiji Ara chegaram em quinto e foram a melhor dupla com outros pneus que não os Bridgestone. A equipe Kondo equipa seu carro com Yokohama.
Além disto, ele marcou a terceira melhor volta da prova com 1'57"046, garantindo-lhe um ponto de bonificação. “Este ponto pode ser importante no final da temporada para a tabela de classificação. Estou muito contente em poder ajudar a Nissan e a Yokohama, cada ponto nos traz mais motivação”, disse.
A Honda ficou devendo uma boa atuação às equipes e pilotos que usam o modelo NSX. O melhor carro da marca chegou em sétimo, com Kogure / Michigami.
Na classe GT300, a vitória foi do modelo Mazda RX-7 de Ryo Orime e Hiroyuki Iiri, relegando o Shiden de Hiroki Katoh e Kazuho Takahashi ao segundo posto. O Porsche de Taniguchi e Yamaji fechou o pódio na divisão, onde todos os três melhores correm de Yokohama.
O resultado em Suzuka:
1. Bénoit Treluyer / Satoshi Motoyama - Nissan GT-R, 52 voltas em 1h44min03s977
2. Michael Krumm / Masataka Yanagida - Nissan GT-R, a 0s854
3. Andre Lotterer / Juichi Wakisaka - Toyota SC430, a 25s551
4. Yuji Tachikawa / Richard Lyons - Toyota SC430, a 32s757
5. Seiji Ara / João Paulo de Oliveira - Nissan GT-R, a 47s966
6. Peter Dumbreck / Tatsuya Kataoka - Toyota SC430, a 1min12s218
7. Ryo Michigami / Takashi Kogure - Honda NSX, a 1min23s777
8. Katsutomo Kaneishi / Toshihiro Kaneishi - Honda NSX, a 1min37s516
9. Daisuke Ito / Björn Wirdheim - Toyota SC430, a 1min42s861
10. Loic Duval / Katsuyuki Hiranaka - Honda NSX, a 1min45s416
Incontestável

A segunda edição da revista eletrônica GP Week - diga-se de passagem, um achado para o meio do esporte a motor - não podia ter outro piloto na capa que não Lewis Hamilton. A vitória incontestável do piloto da McLaren na Austrália não deixou dúvidas sobre o que os editores pensam da abertura do campeonato.
Na próxima prova, na Malásia, a equipe britânica desponta de imediato como favorita. Numa análise dos fatos e baseado no que aconteceu ano passado, aponto Hamilton e Kövalainen como os principais nomes a serem batidos em Sepang. Ferrari, BMW e Williams que corram atrás.
Em tempo: a FIA achou que Kazuki Nakajima bateu propositalmente em Robert Kubica e o piloto japonês larga dez posições atrás em Sepang. Eu não concordo com a punição: pra mim, o acidente foi fruto de um brake-test feito por Sébastien Bourdais antes da relargada.
domingo, 16 de março de 2008
Uma corrida pra ninguém botar defeito

Ufa!
Quando o nosso bravo Lédio Carmona iniciou na sexta-feira nossa parceria colocando uma foto dos personagens do lendário desenho Corrida Maluca, talvez estivesse adivinhando o que teríamos pela frente neste domingo.
Afinal, excetuando-se o "GP de seis" em Indianápolis há três anos, faz tempo que não víamos tão poucos pilotos recebendo a bandeira quadriculada numa corrida de Fórmula 1. Também pudera: o GP da Austrália sempre tem surpresas e desta vez não houve exceções.
Para o bem, tivemos Lewis Hamilton absoluto, soberano, guiando como um campeão a nova McLaren MP4-23. Sem erros, o britânico partiu da pole position para a vitória, perdendo a liderança apenas nas paradas de box. Não há duvidas de que estamos diante de um grande favorito ao título.
Ele e o finlandês Kövalainen vão formar uma dupla do barulho. O nórdico foi muito bem em sua estréia, marcando a volta mais rápida, mas perdeu um duelo incrível pela quarta posição com Fernando Alonso no finalzinho... e na frente do chefe (que apareceu vibrando diante das câmeras, afinal o antagonista era Alonso)!
Alonso! Ah... o espanhol carregou um carro decididamente mediano nas costas a prova inteira e teve sorte, muita sorte. Chegou em quarto - um resultado encorajador para quem teve dúvidas da sua própria escolha para 2008. Nelson Ângelo Piquet teve um fim de semana de cão. Bateu em Fisichella, foi lento o tempo todo na corrida e depois o câmbio apresentou falhas que o levaram a desistir. Pelo menos foi poupado da fogueira da inquisição de Flavio Briatore - a mesma que quase fritou Kövalainen ano passado.
A BMW teve ótima performance, mostrando que a melhora do carro de um dia pro outro não era fruto do acaso. Está certo que os dois pilotos largaram com pouco combustível, mas a 2a. posição de Nick Heidfeld é um resultado e tanto para uma equipe que dizia ter construído "um carro errado", abaixo do potencial do modelo de 2007. Só que alemão não brinca em serviço, nunca. E os oito pontos conquistados na Austrália coroam o esforço dos bávaros.
Por falar em alemão, Nico Rosberg fez também uma grande corrida. Constante, regular, veloz, levou a Williams ao pódio - um resultado que é bem possível de se repetir neste ano. O companheiro de equipe dele, Kazuki Nakajima, tal como o pai, fez pontos em sua segunda corrida - mesmo com três paradas no box, que prejudicaram seu desempenho.
Cabe aqui realçar também a estréia excepcional de Sébastien Bourdais pela STR. O piloto francês, com cara e jeito de estudante de física quântica, é um pilotaço. Saiu de décimo-sétimo e deu um show, segurando Alonso e Kövalainen o quanto pôde. Merecia a quarta posição, mas seu motor estourou na penúltima volta. Na pista foi oitavo, mas no resultado final, foi sétimo, graças à desclassificação de Rubens Barrichello.
E por favor... não digamos que a culpa foi do piloto! Barrichello fez quase que o papel de 'marido traído' na sua parada de box. Entrou sem saber que não podia e ainda levou consigo a mangueira de reabastecimento e o mecânico que a segurava. Saiu do pitlane com a luz vermelha e durante a prova, foi punido com um stop & go de 10 segundos. Mas a FIA lembrou-se de episódios do passado envolvendo Juan Pablo Montoya, Giancarlo Fisichella e Felipe Massa, reservando ao experiente piloto o mesmo destino dos três: a desclassificação.
Uma pena, porque Rubens fez uma corrida excelente, sem nenhum tipo de erro, levando no início um tremendo calor de Kimi Räikkönen e chegando ao fim na zona de pontuação - embora merecesse alguns lugares acima. Só que a equipe jogou seu esforço pelo ralo. Mesmo assim o brasileiro sai contente de Melbourne. Afinal, ele provou para todos os competidores que o carro tem algum potencial. E aos que o consideraram 'morto e enterrado' ano passado, que motivação não lhe falta.
Para o mal, a surpresa negativa foi o desempenho dos dois pilotos da Ferrari. Pareciam ansiosos, dispostos a tirar tudo e mais um pouco de um carro que não andou bem na Austrália - mesmo com o melhor tempo do campeão Räikkönen na sexta-feira. O finlandês cometeu um festival de besteiras: saiu da pista, rodou, errou diversas trajetórias e depois quebrou. Para sorte dele, foi beneficiado com a desclassificação de Barrichello e saiu com um pontinho no bolso.
Massa não teve a mesma sorte. Rodou sozinho na primeira curva, ficou para trás e na ânsia de subir de posições, mandou David Coulthard para fora. Depois, teve uma misteriosa quebra em sua Ferrari, fechando um fim de semana para esquecer.

A imagem marcante do fim de semana, porém, não é o abraço espontâneo de Rosberg e Hamilton na ante-sala do pódio. E sim o acidente do alemão Timo Glock, exibido quase instantaneamente pela transmissão (ruim) da FOM. O piloto da Toyota levantou vôo com seu carro graças a um degrau quase criminoso no acostamento e deu sorte em apenas rodar três vezes e bater de leve na barreira de proteção.
Vamos ver o que nos reserva o GP da Malásia, no próximo domingo.
As notas dos pilotos no GP da Austrália:
Hamilton - sem muito trabalho, fez uma corrida perfeita - nota 9,5
Heidfeld - a regularidade de sempre, premiada com o pódio - nota 8,5
Rosberg - excelente participação do alemão, retribuindo o bom trabalho da equipe com o terceiro lugar - nota 8,5
Alonso - carregou o carro nas costas e foi beneficiado pelos abandonos - nota 7,5
Kövalainen - muito boa estréia pela McLaren, mas ficou devendo na briga final com Alonso - nota
8
Nakajima - foi prejudicado por diversos toques, mas teve o mérito de terminar a prova - nota 6
Bourdais - brilhante corrida! Fraco na classificação, deu um show com a STR até quebrar - nota 9
Räikkönen - errou tudo o que podia na primeira corrida do ano. Acabou com um pontinho em razão da desclassificação de Barrichello - nota 4,5
Kubica - o polonês foi bem, poderia ter pontuado, mas numa relargada bateu com Nakajima - nota 6,5
Glock - estava bem até sofrer o acidente mais assustador da corrida. Também poderia fazer alguns pontinhos - nota 6
Sato - fez milagre ao andar com o horroroso carro da Aguri entre os 10 primeiros. Parou por quebra - nota 5
Piquet - foi prejudicado o fim de semana inteiro por uma série de problemas de câmbio e não pôde fazer muito. Levará o GP da Austrália como uma grande lição sobre como a F-1 costuma ser cruel, às vezes - nota 4
Massa - começou mal ao rodar sozinho, depois acabou jogando Coulthard para fora em manobra afobada. Acabou quebrando - nota 4
Trulli - pegou as sobras da batida entre Coulthard e Massa. Vinha bem até este momento na corrida - nota 5
Coulthard - vinha bem até ser jogado para fora da pista por Felipe Massa - nota 5
Sutil - pouco pôde fazer com a Force India. Largou dos boxes com um carro novo e pneus macios, mas sua corrida durou pouco - nota 3,5
Webber - foi vítima dos entreveros da primeira volta e saiu cedo da corrida - sem nota
Button - outro que nada pôde fazer - sem nota
Davidson - também não fez nada o fim de semana inteiro - sem nota
Vettel - acabou prejudicado por um acidente na primeira volta. Prometia muito após o nono lugar no grid - sem nota
Fisichella - foi jogado para fora da pista por Nelson Ângelo Piquet - sem nota
Barrichello - o maior azarado do fim de semana. Fez uma corrida muito boa, sem erros. Foi prejudicado pela estratégia da Honda, entrando nos boxes com a luz vermelha. Punido ainda na pista, acabou posteriormente desclassificado. Uma pena - nota 8
sábado, 15 de março de 2008
PORSCHE, 20 ANOS DEPOIS!
(Postagem editada)
Nem Audi, nem Peugeot. Em Sebring, deu a marca que é sinônimo de resistência e vitórias em provas longas: a Porsche acaba de ganhar uma emocionante e equilibrada - senão uma das mais equilibradas dos últimos anos - disputa pelo troféu máximo das 12 Horas de Sebring.
Um troféu que andava distante das prateleiras da marca alemã havia 20 anos. A última vitória fora em 1988, com os lendários Klaus Ludwig e Hans-Joachim Stuck, a bordo do não menos lendário Porsche 962C. Hoje, na Flórida, Romain Dumas, Timo Bernhard e Emmanuel Collard são os homens que entram para a história após 351 voltas no total.
Eles cruzaram com apenas 12"979 de vantagem sobre o Acura de Adrián Fernandez e Luis Diaz, que fizeram um excelente trabalho dentro da pista, mas que foram desclassificados na vistoria técnica em razão da entrada de ar fora de acordo com o regulamento. E a lavada dos carros da LMP2 na classificação geral fica completa com o 2o. lugar do Porsche da Dyson, conduzido por Marino Franchitti / Butch Leitzinger / Andy Lally.
À Audi, restou o terceiro lugar do trio formado por Rinaldo Capello / Allan McNish / Tom Kristensen, que venceram na LMP1. Não só os alemães como a Peugeot levarão amargas lembranças desta 56a. edição das 12 Horas. Os franceses ainda conseguiram perder seu lugar no pódio para o valente Lola AER da Intersport Racing, que chegou em nono na classificação geral.
Na LMGT1, deu Corvette (que novidade...) com Jan Magnussen / Ron Fellows / Johnny O'Connell. Este último, seja na geral ou na classificação por categorias, bateu hoje um recorde: sete vitórias na 12 Horas, superando as seis de Phil Hill. O'Connell estava presente quando em 1994, pela última vez, um carro de categoria inferior venceu a prova: ele dividiu na ocasião um Nissan 300ZX da classe GTS com Steve Millen e John Morton.
A Porsche fechou o sábado com chave de ouro vencendo na divisão LMGT2 e em dobradinha, com dois carros da Flying Lizard nos lugares de destaque. Venceu o carro do trio mais forte da equipe dos "Lagartos Voadores", com Jörg Bergmeister / Wolf Henzler / Marc Lieb. Para a Ferrari, restou o terceiro posto do carro #61 da Risi-Krohn. Nesta categoria, a se destacar, a valentia do Dodge Viper da Primetime Racing, que cruzou na quinta posição entre oito da classe que receberam a bandeirada. Além de Porsche e Ferrari, a Dodge foi a única marca que conseguiu completar a prova na LMGT2 em Sebring.
Os 15 primeiros:
1. Romain Dumas / Emmanuel Collard / Timo Bernhard
Penske Motorsports - Porsche RS Spyder - 351 voltas em 12h03min46seg
2. Andy Lally / Butch Leitzinger / Marino Franchitti
Dyson Racing - Porsche RS Spyder - a 1'02"084
3. Tom Kristensen / Allan McNish / Dindo Capello
Audi Sport North America - Audi R10 TDi - a 1'07"697
4. Guy Smith / Chris Dyson
Dyson Racing - Porsche RS Spyder - a 1 volta
5. Scott Sharp / David Brabham / Stefan Johansson
Patrón Highcroft Racing - Acura ARX-01B - a 2 voltas
6. Mike Rockenfeller / Lucas Luhr / Marco Werner
Audi Sport North America - Audi R10 TDi - a 18 voltas
7. Jan Lammers / Fredy Lienhard / Didier Theys
Horag Racing - Porsche RS Spyder - a 18 voltas
8. Ron Fellows / Jan Magnussen / Johnny O'Connell
Corvette Racing - Chevrolet Corvette C6-R - a 23 voltas
9. Jon Field / Clint Field / Richard Berry
Intersport Racing - Lola B06/10 AER - a 24 voltas
10. Olivier Beretta / Oliver Gavin / Max Papis
Corvette Racing - Chevrolet Corvette C6-R - a 31 voltas
11. Pedro Lamy / Nicolas Minassian / Stéphane Sarrazin
Team Peugeot Total - Peugeot 908 HDi FAP - a 33 voltas
12. Jörg Bergmeister / Marc Lieb / Wolf Henzler
Flying Lizard Motorsports - Porsche 997 GT3 RSR - a 37 voltas
13. Darren Law / Alex Davison / Seth Neiman
Flying Lizard Motorsports - Porsche 997 GT3 RSR - a 40 voltas
14. Eric van de Poele / Tracy Krohn / Nic Jönsson
Risi Competizione / Krohn Racing - Ferrari F430 - a 43 voltas
15. Allan Simonsen / Pierre Ehret / Jim Tafel
Tafel Racing - Ferrari F430 - a 46 voltas
Nem Audi, nem Peugeot. Em Sebring, deu a marca que é sinônimo de resistência e vitórias em provas longas: a Porsche acaba de ganhar uma emocionante e equilibrada - senão uma das mais equilibradas dos últimos anos - disputa pelo troféu máximo das 12 Horas de Sebring.
Um troféu que andava distante das prateleiras da marca alemã havia 20 anos. A última vitória fora em 1988, com os lendários Klaus Ludwig e Hans-Joachim Stuck, a bordo do não menos lendário Porsche 962C. Hoje, na Flórida, Romain Dumas, Timo Bernhard e Emmanuel Collard são os homens que entram para a história após 351 voltas no total.
Eles cruzaram com apenas 12"979 de vantagem sobre o Acura de Adrián Fernandez e Luis Diaz, que fizeram um excelente trabalho dentro da pista, mas que foram desclassificados na vistoria técnica em razão da entrada de ar fora de acordo com o regulamento. E a lavada dos carros da LMP2 na classificação geral fica completa com o 2o. lugar do Porsche da Dyson, conduzido por Marino Franchitti / Butch Leitzinger / Andy Lally.
À Audi, restou o terceiro lugar do trio formado por Rinaldo Capello / Allan McNish / Tom Kristensen, que venceram na LMP1. Não só os alemães como a Peugeot levarão amargas lembranças desta 56a. edição das 12 Horas. Os franceses ainda conseguiram perder seu lugar no pódio para o valente Lola AER da Intersport Racing, que chegou em nono na classificação geral.
Na LMGT1, deu Corvette (que novidade...) com Jan Magnussen / Ron Fellows / Johnny O'Connell. Este último, seja na geral ou na classificação por categorias, bateu hoje um recorde: sete vitórias na 12 Horas, superando as seis de Phil Hill. O'Connell estava presente quando em 1994, pela última vez, um carro de categoria inferior venceu a prova: ele dividiu na ocasião um Nissan 300ZX da classe GTS com Steve Millen e John Morton.
A Porsche fechou o sábado com chave de ouro vencendo na divisão LMGT2 e em dobradinha, com dois carros da Flying Lizard nos lugares de destaque. Venceu o carro do trio mais forte da equipe dos "Lagartos Voadores", com Jörg Bergmeister / Wolf Henzler / Marc Lieb. Para a Ferrari, restou o terceiro posto do carro #61 da Risi-Krohn. Nesta categoria, a se destacar, a valentia do Dodge Viper da Primetime Racing, que cruzou na quinta posição entre oito da classe que receberam a bandeirada. Além de Porsche e Ferrari, a Dodge foi a única marca que conseguiu completar a prova na LMGT2 em Sebring.
Os 15 primeiros:
1. Romain Dumas / Emmanuel Collard / Timo Bernhard
Penske Motorsports - Porsche RS Spyder - 351 voltas em 12h03min46seg
2. Andy Lally / Butch Leitzinger / Marino Franchitti
Dyson Racing - Porsche RS Spyder - a 1'02"084
3. Tom Kristensen / Allan McNish / Dindo Capello
Audi Sport North America - Audi R10 TDi - a 1'07"697
4. Guy Smith / Chris Dyson
Dyson Racing - Porsche RS Spyder - a 1 volta
5. Scott Sharp / David Brabham / Stefan Johansson
Patrón Highcroft Racing - Acura ARX-01B - a 2 voltas
6. Mike Rockenfeller / Lucas Luhr / Marco Werner
Audi Sport North America - Audi R10 TDi - a 18 voltas
7. Jan Lammers / Fredy Lienhard / Didier Theys
Horag Racing - Porsche RS Spyder - a 18 voltas
8. Ron Fellows / Jan Magnussen / Johnny O'Connell
Corvette Racing - Chevrolet Corvette C6-R - a 23 voltas
9. Jon Field / Clint Field / Richard Berry
Intersport Racing - Lola B06/10 AER - a 24 voltas
10. Olivier Beretta / Oliver Gavin / Max Papis
Corvette Racing - Chevrolet Corvette C6-R - a 31 voltas
11. Pedro Lamy / Nicolas Minassian / Stéphane Sarrazin
Team Peugeot Total - Peugeot 908 HDi FAP - a 33 voltas
12. Jörg Bergmeister / Marc Lieb / Wolf Henzler
Flying Lizard Motorsports - Porsche 997 GT3 RSR - a 37 voltas
13. Darren Law / Alex Davison / Seth Neiman
Flying Lizard Motorsports - Porsche 997 GT3 RSR - a 40 voltas
14. Eric van de Poele / Tracy Krohn / Nic Jönsson
Risi Competizione / Krohn Racing - Ferrari F430 - a 43 voltas
15. Allan Simonsen / Pierre Ehret / Jim Tafel
Tafel Racing - Ferrari F430 - a 46 voltas
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